O Diagnóstico do Design Brasileiro

O objetivo do estudo é criar uma referência em design para o desenvolvimento da indústria

  1. Diagnóstico do Design no Brasil




O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) lançaram o Diagnóstico do Design Brasileiro.

Segundo o gerente de Inovação e Design da Apex-Brasil, Marco Lobo, “o documento será uma ferramenta de estratégia para aumentar as oportunidades competitivas para as empresas brasileiras no mercado internacional. E, consequentemente, contribuirá para o aumento das exportações brasileiras”.

O objetivo do estudo é criar uma referência em design para o desenvolvimento da indústria e fornecer subsídios para a elaboração de uma política pública de design, no país. O documento foi apresentado para nove setores da indústria brasileira:

  • Máquinas e equipamentos;
  • Médico-odonto-hospitalar;
  • Higiene pessoal,
  • Perfumaria e cosméticos;
  • Mobiliário;
  • Embalagem para alimentos;
  • Calçados; têxtil e confecção; e
  • Cerâmica de revestimento e audiovisual.
  • Diagnóstico do Design Brasileiro

Atualmente, o design é considerado um elo importante entre indústria e mercado por influenciar, diretamente, no desenvolvimento de produtos percebidos como de qualidade e com desempenho superior.

O estudo, realizado pelo Centro Brasil Design, teve por base pesquisas feitas num período de oito meses, com mais de trezentas empresas brasileiras. Foi avaliada a compreensão do design nos setores industriais e de serviços.

Também houve uma análise de dados do design no Brasil e das variáveis que impactam no ambiente de negócios. Além disso, especialistas apresentaram os cenários para o futuro do design no país até 2020, com visões conservadoras, moderadas e otimistas.

O trabalho também apresenta indicadores, referências internacionais e contribuições de especialistas e formadores de opinião. “O estudo é uma ferramenta valiosa para a orientação estratégica das políticas de promoção do design, assim como um condutor de competitividade da indústria nacional”, observa Beatriz Martins Carneiro, coordenadora-geral de Análise da Competitividade e Desenvolvimento Sustável do MDIC.

“Ele apresenta um levantamento do estado da arte do design brasileiro, trazendo informações atualizadas e inéditas, com o objetivo de ampliar a compreensão sobre a área e mapear as necessidades de fomento e outras medidas necessárias à expansão do setor”, complementa Carneiro.

Confira o documento logo abaixo:

PDF PARA DOWNLOAD

fonte: Portal Brasil e Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

Nota IFD: Na página 65 onde começa a abordagem sobre “modelos de negócio” eles descrevem o freelancer, como profissional autonomo/liberal que emite o RPA – Recibo de Pagamento Autónomo. Hoje em dia MUITOS freelancers, assim como eu, já deixaram o RPA de lado pelos custos como também pela existência de clientes que não aceitavam o RPA e decidiram abrir a própria empresa pelo MEI – Microempreendedor Individual. Portanto vai minha dica, você que é freelancer e quer regularizar sua situação, pesquise mais sobre o MEI, clique aqui, o site é recheado de informações que vale a pena ler.

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