Definindo o designer de 2015

  1. Definindo o designer de 2015




Desde 2006, The Professional Association for Design (AIGA) e a Adobe se uniram para tentar definir o perfil de futuro para o designer em 2015. Por meio de entrevistas, grupos focais, oficinas e pesquisas, realizadas junto com educadores e alguns dos melhores especialistas da profissão, observadores de campo e membros da AIGA buscaram caracterizar futuros designers.

A pesquisa buscou traduzir as expectativas dos participantes sobre as competências essenciais que serão necessárias, em várias combinações, para o designer de amanhã. Os resultados do estudo são as competências listadas abaixo em ordem de importância:

  • Habilidade para criar e desenvolver resposta visual para problemas de comunicação, incluindo a compreensão de tipografia, estética, composição e construção de imagens significativas.
  • Capacidade de resolução de problemas de comunicação, incluindo a identificação do problema, pesquisa, análise, geração de solução, prototipagem, testes com usuários e avaliação de resultados.
  • Compreensão ampla das questões relacionadas aos contextos cognitivos, sociais, culturais, tecnológicos e econômicos do projeto.
  • Capacidade de compreender contextos públicos, reconhecendo fatores humanos, físicos, cognitivos, culturais e sociais que orientem decisões no design.
  • Compreensão e capacidade de usar ferramentas e tecnologia.
  • Capacidade de ser flexível, ágil e dinâmico na prática profissional.
  • Competências de gestão e comunicação para atuar de forma produtiva em grandes equipes interdisciplinares e distintas estruturas organizacionais.
  • Entendimento de comportamento de sistemas e de aspectos que contribuem para produtos, estratégias e práticas sustentáveis.
  • Capacidade de construir argumentos verbais para soluções que abordem diversos usuários/públicos; questões do cotidiano; negócios/operações organizacionais.
  • Capacidade de trabalhar em um ambiente global com o entendimento de preservação cultural.
  • Capacidade de colaborar de forma produtiva em grandes equipes interdisciplinares.
  • Entendimento da ética na prática.
  • Compreensão de itens contextualizados, incluindo causa e efeito; habilidade para desenvolver critérios de avaliação do projeto para explicar ao público e ao contexto.

fonte: O Diagnóstico do Design Brasileiro | página 97-98

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