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	<description>No IFDBlog são publicados matérias, artigos, conceitos, teorias e podcasts, que são encontrados pela net envolvendo as áreas de Publicidade, Design e Marketing .</description>
	<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 16:45:15 +0000</pubDate>
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		<title>Mídia espontânea e agora, José?</title>
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		<comments>http://www.ifd.com.br/blog/2008/11/20/midia-espontanea-e-agora-jose/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 16:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IFDBlog</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Publicidade e Propaganda]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já deve ter ouvido falar em mídia paga e mídia espontânea ou voluntária. Mas já parou para pensar na diferença entre as duas? E sabe para que serve cada uma delas? Justamente devido às confusões geradas sobre o assunto que resolvi escrever este artigo.
A mídia paga ou propaganda é a mensagem veiculada e paga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;" src="http://www.revistameioemidia.com.br/revistamm.qps/_Arquivos/Imagens/45/epontane.jpg" />Você já deve ter ouvido falar em mídia paga e mídia espontânea ou voluntária. Mas já parou para pensar na diferença entre as duas? E sabe para que serve cada uma delas? Justamente devido às confusões geradas sobre o assunto que resolvi escrever este artigo.</p>
<p>A mídia paga ou propaganda é a mensagem veiculada e paga por um patrocinador (empresa) e identificada com seu nome ou marca. Já a mídia espontânea, normalmente trabalhada através da assessoria de imprensa, são notícias divulgadas pela empresa e veiculadas nos veículos de comunicação como matérias jornalísticas. Até aí tudo bem. Tudo é comunicação. Mas quando utilizar uma e/ou outra?</p>
<p>No Brasil, a comunicação passou a ser vista como ferramenta estratégica de negócios. Os executivos das empresas estão conscientes da necessidade de um planejamento que envolva a comunicação com os diferentes públicos de interesse. Eles vêm se despertando para as vantagens financeiras de se investir em uma comunicação eficiente e para o fato de que a construção de uma boa reputação corporativa e de marcas fortes serve de credencial para se conseguir resultados positivos sobre os negócios. E, cada vez mais, a mídia espontânea, ou seja, o trabalho de relações públicas através da assessoria de imprensa, vem se firmando como uma ferramenta eficiente de comunicação. Esse crescimento não significa retração do mercado publicitário, mas sim de mudança de posicionamento das empresas e instituições na sociedade, que têm exigido mais transparência. Vale destacar que a mídia paga e a mídia espontânea são áreas complementares, não conflitantes e com caminhos próprios a percorrer.</p>
<p>Bem, falamos muito nesta tal mídia espontânea e seus benefícios, mas afinal, você sabe “emplacar” uma notícia? O que muitas pessoas não entendem é que toda notícia se baseia num tripé: ineditismo, atualidade e interesse geral. Sendo assim, acreditam que qualquer assunto pode render uma matéria. Mas a realidade não acontece desta forma e é preciso um certo “feeling” para emplacar, o que normalmente é feito através do trabalho de jornalistas especializados em assessoria de imprensa. Mas o que divulgar? Investimentos (economia sempre rende), lançamentos de produtos, novas tecnologias, parcerias, políticas de talentos humanos, eventos, participação na comunidade (a famosa responsabilidade social), entre outros. A mídia espontânea, gerada a partir de uma estratégia de comunicação bem planejada, pode render visibilidade e, principalmente, credibilidade ao seu produto/serviço e em alguns casos até mais que a mídia paga, uma vez que a propaganda fala bem de si mesmo. É bom salientar que muitos profissionais consideram a mídia espontânea uma ferramenta secundária, útil apenas em crises. Mas, na atualidade isto está bem longe da verdade. Hoje, para a maioria das empresas, ela é importante demais para ficar atrás da propaganda. Isso não significa que a propaganda seja desprovida de valor que, por sua vez, tem o objetivo de ampliar o valor da marca, criar um elo emocional com os consumidores e ainda inspirar e motivar a força de vendas.</p>
<p>De toda forma, segundo o grande guru internacional All Ries, o segredo do sucesso na construção de uma marca está em administrar adequadamente as duas mídias: a paga e a espontânea, ou seja, ter um bom relacionamento comercial e também com o departamento editorial. Para ele, a propaganda é o vento, o trabalho do relações-públicas é o sol. A propaganda é espacial. A RP é linear. A propaganda usa a abordagem big bang. A RP usa a construção lenta. A propaganda é visual. A RP verbal. A propaganda atinge a todos. A RP atinge alguém. A propaganda é engraçada. A RP é séria. E assim vai.</p>
<p>Então, está na hora de utilizar uma comunicação mais integrada, pois certamente o resultado virá e será positivo.</p>
<p><b>autora:</b> Analú Guimarães<br /><b>fonte:</b> <a href="http://www.revistameioemidia.com.br" class="external" target="_blank">Revista Meio&amp;Mídia</a></p>
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		<title>Primeiros Socorros em Tipografia</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 13:16:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IFDBlog</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[IFDBooks]]></category>

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		<description><![CDATA[
autor: Hans Peter Willberg
editora: Rosari 
Sinopse:
Hoje, a tipografia não é assunto reservado apenas aos profissionais. Qualquer pessoa que possua um computador, compõe textos de forma relativamente coerente. A escolha correta dos meios para o design é a premissa para uma tipografia funcional; o uso correto destes meios é outra condição imprescindível. Para isso existem regras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style=""><a href="http://www.submarino.com.br/novosubmarino/produto/1/1963842/primeiros+socorros+em+tipografia?menuId=1175/?franq=143458" class="noicon" target="_blank"><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img2/1963842.jpg" border="0" /></a><br />
<span style="font-weight: bold;">autor:</span> Hans Peter Willberg<br />
<span style="font-weight: bold;">editora:</span> Rosari </p>
<p><span style="font-weight: bold;">Sinopse:</span><br />
Hoje, a tipografia não é assunto reservado apenas aos profissionais. Qualquer pessoa que possua um computador, compõe textos de forma relativamente coerente. A escolha correta dos meios para o design é a premissa para uma tipografia funcional; o uso correto destes meios é outra condição imprescindível. Para isso existem regras tipográficas básicas. Elas garantem que os textos sejam legíveis na forma correta, de fácil compreensão e que não permitam erros de leitura.</p>
<p>Entretanto alguém que observa o panorama tipográfico de perto sempre irá encontrar repetidas infrações contra esta e outras regras, mesmo em trabalhos profissionais. De um lado isso pode ocorrer porque alguns designers gráficos não dominam os fundamentos da tipografia (nesse caso os Primeiros Socorros é de serventia), ou por outro lado pode ser que os tipógrafos decidam propositalmente não observar estas regras.</p>
<p>Por isso, Primeiros socorros em tipografia se faz absolutamente necessário. Hans Peter Willberg &amp; Friedrich Forssman oferecem esses primeiros-socorros de maneira compreensível a todos. Os autores, profissionais experientes, mostram como usar a tipografia de modo eficiente: aos iniciantes no estudo do design gráfico, no dia-a-dia do escritório, em trabalhos científicos e também em trabalhos particulares, porque, mesmo esses, são mais bem aceitos se estiverem bem compostos. Primeiros socorros em tipografia é indispensável a quem tem um computador.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/novosubmarino/produto/1/1963842/primeiros+socorros+em+tipografia?menuId=1175/?franq=143458" class="external" target="_blank">veja mais sobre o livro</a></div>
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		<title>Conheça as principais técnicas utilizadas em Marketing de Guerrilha</title>
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		<comments>http://www.ifd.com.br/blog/2008/11/18/conheca-as-principais-tecnicas-utilizadas-em-marketing-de-guerrilha/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 13:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IFDBlog</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[PRstunt
Mescla jornalismo e marketing criando fatos inusitados que falam diretamente com o público-alvo, no corpo-a-corpo, e potencializa estes fatos na mídia por meio de Assessoria de Imprensa.
O que a Espalhe fez: o objetivo era dar visibilidade para a embalagem Tetra Prisma, para consumo “on the go”, lançada recentemente. Criou um plano de ações de guerrilha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b>PRstunt</b><br />
Mescla jornalismo e marketing criando fatos inusitados que falam diretamente com o público-alvo, no corpo-a-corpo, e potencializa estes fatos na mídia por meio de Assessoria de Imprensa.<br />
O que a Espalhe fez: o objetivo era dar visibilidade para a embalagem Tetra Prisma, para consumo “on the go”, lançada recentemente. Criou um plano de ações de guerrilha para colocar a marca e o produto Tetra Prisma nos lugares cools da cidade de São Paulo. Como a embalagem é inovadora, a idéia é associá-la com tendências. Desta forma, formou-se o primeiro time de Streetball (basquete de rua) de São Paulo. Este esporte está nascendo no país e, ao invés de patrocinar um esporte já estabelecido, a Tetra Prisma incentiva um esporte que está ainda na raiz. Os treinos serão em parques públicos, clubes, universidades e os jogadores terão uniforme Puma com a marca Tetra Prisma e distribuem suco ou água de coco Tetra Prisma. Esta ação gerou muita mídia espontânea. Os principais jornais, tevês, rádios e sites de São Paulo noticiaram a formação do time em uma seletiva no Centro Olímpico, sendo que todos os atletas foram convocados via boca-a-boca on e off-line. Com os treinos e os desafios, haverá mais oportunidades de gerar mídia espontânea e boca a boca por onde o time passar.</p>
<p><b>Ambush Marketing</b><br />
Pessoas contratadas pela marca se misturam e interagem nos ambientes onde seu público alvo está. Trabalha com estudantes para ações em faculdades de primeira linha e, em grandes eventos, monta &#8220;torcidas organizadas&#8221; com total visibilidade para a marca.<br />
O que a Espalhe fez: A Gemini Video queria lançar seu novo site na ABTA e fugir da mesmice dos estandes com amendoim. A ação criada causou frisson e burburinho. Além de patrocinar o ponto de táxi em frente ao evento (todos os táxis ganharam capas nos bancos), levou duas &#8216;executivas&#8217; de um metro e oitenta e cinco de altura para acompanhar o executivo da produtora.<br />
<b><br />
Performance</b><br />
Por meio de ações de corpo-a-corpo, shows relâmpagos, teatro de rua, instalações e passeatas, chamam atenção para a mensagem da marca com bom gosto e originalidade.<br />
O que a Espalhe fez: A série The O.C., exibida as quartas no Warner Channel, combina luxo com gente bonita. Para divulgar a terceira temporada, o canal decidiu proporcionar um pouco disso para os fãs brasileiros e argentinos. A ação de guerrilha invadiu cidades badaladas dos dois países com ambulantes, acompanhados por seguranças de terno e gravata, vendendo sandálias e óculos italianos, caviar russo, champanhe francês e colares de diamantes e rubi.</p>
<p><b>Web Viral</b><br />
A grande maioria das empresas tem uma presença passiva na internet, ou seja, não explora a principal competência desta mídia: a interatividade, a troca com a audiência. Lançar a semente do “vírus” na rede e, de forma inteligente, encorajar que seja passado adiante. Trabalhar com um banco de dados refinado e com contatos em diferentes grupos e tribos para começar a campanha com as pessoas certas.<br />
O que a Espalhe fez: Cria Blogs e Fotologs, formas eficientes de se atingir o público jovem e expor a visão da empresa de uma forma sutil e sem uma “cara comercial”, como os do Pânico na TV.<br />
<b><br />
Evento/Patrocínio</b><br />
Cria eventos e patrocínios localizados e bem focados no público-alvo com um toque de ineditismo. Sem ficar presa aos grandes campeonatos de futebol, chama a atenção do target, longe da poluição de marcas de um Corinthians e São Paulo.</p>
<p>O que a Espalhe fez: Com o intuito de resgatar a vocação residencial do bairro mais em voga do Rio de Janeiro, foi criado o movimento Eu sou da Lapa. Para divulgá-lo, vinculou o movimento a verdadeiros patrimônios dos cariocas da gema. Personalidades do Rio, genuínos símbolos cariocas, como o onipresente ator Sady; o escultor de areia colombiano, de alma carioca, Alonzo Gómez-Diaz; o conhecido saxofonista do metrô da Carioca Ademir Leão; e o ídolo do surfe do Rio de Janeiro Dadá Figueiredo vestiram a camisa Eu sou da Lapa. As torcidas dos times do Rio levantam a bandeira Eu sou da Lapa a cada gol de vitória. Adesivos, bottons e guias do bairro foram distribuídos em diferentes pontos da cidade. Guardanapos e bolachas de chope divulgam o movimento nos bares e restaurantes mais conhecidos e freqüentados pelos cariocas. Tudo com o site www.eusoudalapa.com.br, além de comunidades no Orkut como Comunidade Eu Sou da Lapa.</p>
<p><b>Marketing Invisível</b><br />
Formas eficientes de se atingir um público específico e expor a visão da empresa de uma forma não-comercial e pertinente para o público-alvo. Possibilita um profundo trabalho de construção de marca. Pode ser feito On-line com o monitoramento e interação em fóruns e comunidades, ou Off-line com interação casual e fluida com o público-alvo. Ideal para awareness e degustação de novos produtos.<br />
O que a Espalhe fez: O navegador brasileiro Amyr Klink fez um documentário de 4 capítulos sobre sua última aventura que foi televisionado pelo canal National Geographic. Duas semanas antes do lançamento do programa, a Espalhe criou uma ação para divulgar o lançamento. Em um envelope de revelação de fotografia, colocou 5 fotos feitas por Amyr Klink na viagem com anotações a mão e, do lado externo deste envelope, escreveu-se também o nome do aventureiro e um número de telefone. Foram feitos um total de 5 mil envelopes que foram “esquecidos” em diferentes pontos da cidade de São Paulo, como cafeterias, universidades, táxis, shopping centers etc. Quem achava o telefone não resistia e ligava para o número com a intenção de devolver as fotos esquecidas de Amyr Klink, que, no Brasil, é uma espécie de herói. A ligação caia na caixa postal com a mensagem – na voz de Amyr – dizendo que ele não estava em casa por que finalizava o documentário da National Geographic que estrearia no dia 7 de março.</p>
<p><b>Manual do guerrilheiro</b></p>
<p><b>Técnicas</b><br />
A guerrilha espanhola tinha por objetivo a desorganização do exército regular napoleônico através de ações rápidas e praticamente indefensáveis. As técnicas então utilizadas foram adotadas também nas guerras nacionais da Alemanha e Rússia contra Napoleão.</p>
<p><b>Rapidez de ação</b><br />
Tais propósitos normalmente são atingidos dividindo a força combatente em pequenos grupos que, embora hierarquicamente organizados, ficam relativamente autônomos em relação aos níveis hieráquicos superiores e à entidade beligerante.</p>
<p>Portanto, a principal caracterização de um grupo guerrilheiro é a ação belicismo bélica de elementos irregulares, cujos movimentos no terreno são rápidos, autônomos e a sua hierarquia funcional independente.</p>
<p><b>Estratégia</b><br />
Em geral, os grupos guerrilheiros são especializados em assaltos de surpresa através de emboscadas, combates rápidos e sondagem. Seu ataque gera desorganização em grupos regulares devida alta mobilidade. Após um ataque de poucos minutos, enquanto o grupo convencional inimigo se organiza no teatro de operações, o grupo guerrilheiro se retira para atacar em outro ponto mais adiante, ocasionando mais confusão ainda, e principalmente baixas no inimigo.</p>
<p><b>Táticas</b><br />
As táticas de guerrilha são usadas, em geral, por uma parte mais fraca contra uma mais forte como, por exemplo, uma minoria política ou étnica que se opõe a um governo repressivo. Se por um lado os guerrilheiros muitas vezes carecem de equipamento e treinamento militar adequados, por outro contam com a ajuda de populações que os defendem e com ataques-surpresa ao inimigo, sem necessidade de manter uma linha de frente. O conhecimento do terreno de combate também é uma arma bastante usada na guerra de guerrilhas.<br />
<b><br />
fonte:</b> Revista Meio&amp;Midia</p>
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		<title>Publicidade tem design, mas não é design</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 13:26:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IFDBlog</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Design]]></category>

		<category><![CDATA[Publicidade e Propaganda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ifd.com.br/blog/2008/11/18/publicidade-tem-design-mas-nao-e-design/</guid>
		<description><![CDATA[Há tempos o mercado confunde expressões forjadas lá fora que passam a fazer parte de nosso tempo e de nossas vidas. Durante décadas palavras como marketing, branding, design e outras, geraram interpretações errôneas que então são repetidas como se fossem da moda e fortalecem ainda mais a confusão por parte do mercado.
Na ausência de profissionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;" src="http://www.revistameioemidia.com.br/revistamm.qps/_Arquivos/Imagens/43/design.jpg" />Há tempos o mercado confunde expressões forjadas lá fora que passam a fazer parte de nosso tempo e de nossas vidas. Durante décadas palavras como marketing, branding, design e outras, geraram interpretações errôneas que então são repetidas como se fossem da moda e fortalecem ainda mais a confusão por parte do mercado.</p>
<p>Na ausência de profissionais da área, na época, o design foi admitido ao domínio da propaganda e da publicidade pelas agências já terem maior tempo de Brasil e profissionais antenados no design global. O que funcionou bem por um tempo. Com a complexidade do conhecimento aplicado, a experiência e o planejamento técnico obrigaram a formação de profissionais especializados em design gráfico, ou os designers. Daí vieram as diferenças visíveis.</p>
<p>Na essência, publicidade e propaganda são, em síntese, passageiras, possuem um caráter pontual - campanhas solucionam problemas de comunicação, favorecem ações de venda e posicionam mercadologicamente a marca. Isso configura uma ação de curto prazo, que deve ser renovada mais freneticamente, pois é voltada ao tempo e contexto histórico e econômico.</p>
<p>Perceba que, para a tradução de desenho, existe a palavra draw, então, é fácil compreender, Design não significa desenho. Design é um projeto de maior duração, ligado intimamente aos princípios da empresa, sua identidade e o contexto cultural e leva em consideração inúmeras matérias na sua aplicação técnica.</p>
<p>Planejar identidades corporativas, projetos de frotas, sistemas de uniformização, peças de mobiliário urbano, embalagens, fachadas, sistemas de sinalização, projetos editoriais, símbolos tipográficos e objetos são de competência do escritório de design. O designer trabalha com projetos de Comunicação Visual. Pode ser feito por agências de propaganda e publicidade, mas são de competência dos designers. Assim como um farmacêutico pode receitar uma aspirina. Mas, é melhor ir ao médico.</p>
<p>Agências do mundo todo perceberam as implicações de misturarem áreas de publicidade e propaganda e design e as separaram. Hoje, funcionam como escritórios completamente independentes para prover soluções de publicidade e propaganda e design a seus clientes.</p>
<p>Escritórios de design são responsáveis pelas estratégias de gestão de marca, pelo branding e pela identidade da empresa e seus produtos e serviços. O design estratégico faz parte de grandes e médias corporações e serve, quando feito acertivamente, por profissionais, para aumentar o valor de marca.</p>
<p><b>autor:</b> Raphael Caram<br /><b>fonte:</b> <a href="http://www.revistameioemidia.com.br" class="external" target="_blank">Revista Meio&amp;Mídia</a></p>
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		<title>Marketing de incentivo - Ferramenta para alavancar resultados</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 13:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IFDBlog</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos grandes desafios impostos a todas empresas é saber lidar com os recursos que têm para investir. Cada centavo gasto precisa ser bem planejado, pois não existe margem para experimentação.
Apesar das adversidades, é preciso investir para crescer. Muitas vezes, por desconhecimento, os empresários acabam utilizando mal os recursos que possuem, desviando-se do foco do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos grandes desafios impostos a todas empresas é saber lidar com os recursos que têm para investir. Cada centavo gasto precisa ser bem planejado, pois não existe margem para experimentação.</p>
<p>Apesar das adversidades, é preciso investir para crescer. Muitas vezes, por desconhecimento, os empresários acabam utilizando mal os recursos que possuem, desviando-se do foco do negócio, sem atingir os objetivos desejados.</p>
<p>Um investimento ainda pouco explorado é o Marketing de Incentivo, uma ferramenta que engloba campanhas de incentivo, endomarketing, fidelização, programas de relacionamento, entre outras ações, e que permite, a um excelente custo/benefício, atingir os objetivos da empresa. Cada vez mais se constata que a motivação das pessoas envolvidas com o negócio também contribui para o sucesso empresarial.</p>
<p>Há inúmeras formas de realizar ações de Marketing de Incentivo. Elas podem ser voltadas aos clientes, canais de distribuição, funcionários ou parceiros etc. Independente do prêmio escolhido, qualquer ação neste sentido é &#8220;quantificável&#8221;, ou seja, é possível saber o retorno para cada centavo investido. Os prêmios (que representam de 70 a 80% dos gastos) só serão efetivamente desembolsados se os resultados forem plenamente atingidos ou superados. </p>
<p>Só o Marketing de Incentivo proporciona um direcionamento concentrado de esforços para atingir as metas propostas. Pode, por exemplo, ser planejado para ajudar a alavancar ou lançar um produto, uma linha inteira de produtos ou várias marcas; motivar pessoas; levar à conquista de novas contas; suplantar a concorrência; e muito mais. Para a área de vendas, essa ferramenta é muito eficaz.</p>
<p>Para concretizar o Marketing de Incentivo é necessário, primeiramente, uma campanha. Os empresários podem contratar uma empresa especializada para criá-la ou optar por fazê-la internamente, contando com a estrutura de marketing e recursos humanos que já possui. Nesse último caso, pode-se investir apenas em soluções de premiação de empresas especializadas - viagens, catálogos, cartões de premiação e vouchers.</p>
<p>Seja qual for o caminho escolhido, é importante ressaltar que alguns cuidados devem ser considerados para que a adoção desta ferramenta seja realmente um sucesso. Seguem as etapas que garantem a efetividade de uma ação de Marketing de Incentivo:</p>
<p><b>1) O diagnóstico</b> - É essencial entender os fatores geradores da campanha, ou seja, para que ela foi criada. É importante também mapear o perfil do público, conhecer bem o mercado, entender a cultura da empresa e analisar a concorrência. O diagnóstico ajuda a formar o briefing.  Há o exemplo de uma rede de concessionárias que resolveu premiar os melhores vendedores com um cruzeiro pelas ilhas gregas e os segundos colocados com um carro zero quilometro. Por mais incrível que tivesse sido a viagem, o valor percebido e o aspiracional das pessoas pelo carro era muito maior, o que acabou criando um desgosto para os grandes campeões.</p>
<p><b>2) O planejamento</b> - Nessa etapa são definidos: o objetivo, a meta, o regulamento, a premiação, as métricas de avaliação, as estratégias de comunicação e criação - com cronograma de peças e ações motivacionais. Um dos segredos aqui é estabelecer metas possíveis de serem alcançadas. Esse é o primeiro passo para conquistar a adesão e a motivação das pessoas. Existem empresas que na expectativa de aumentar as vendas e incrementar resultados, estabelecem metas acima da realidade do mercado e, com isso, acaba causando um efeito contrário de motivação.</p>
<p><b>3) O lançamento</b> - Momento para &#8220;engajar&#8221; os participantes e fazê-los perceber que a empresa investe, valoriza, aposta e reconhece sua equipe. Um lançamento de impacto é fundamental para conquistar as pessoas. E, nesse sentido, um evento é sempre uma boa. É possível envolver os participantes já no universo criativo da campanha. Houve vez que fizemos o diretor da companhia aparecer de capitão de um navio, ao vivo, só para anunciar a viagem da campanha.</p>
<p><b>4) A sustentação</b> - É uma etapa de extrema importância, pois os participantes da campanha precisam de estímulos constantes para continuar motivados. Além disso, vale salientar que, durante o processo é importante ir medindo a &#8220;temperatura&#8221; da campanha. O mercado e a empresa podem mudar, os produtos envolvidos podem sofrer alterações, enfim, uma série de fatores pode exigir a busca de novas ações para corrigir rotas e manter as pessoas envolvidas e engajadas. Uma simples cartinha, por exemplo, pode trazer resultados, mas quando vem acompanhada de um gift (brinde que traz dentro de si os conceitos e objetivos da campanha), o resultado é muito maior. Tem gente que fala: “O que meu vendedor vai fazer com uma bússola?”. Simples: Acertar o seu rumo, orientar- se, colocar a sua embarcação no sentido do sucesso etc. Se a campanha tiver o universo náutico, a bússola vai fazer ainda mais sentido. Na fase de sustentação também é importante dar feed-back aos participantes: Ranking, comportamento do mercado, resultado alcançados etc. Isso ajuda a orientar e reorientar as estratégias das pessoas.</p>
<p><b>5) O encerramento</b> - Merece a mesma atenção de um lançamento, com a entrega dos prêmios e a análise dos resultados. O reconhecimento da empresa é um dos objetos de desejo dos participantes.</p>
<p><b>6) Relatório final</b> - Momento de comprovar os resultados, mostrar o que se ganhou com a campanha. Cabe lembrar que, ao premiar um funcionário, fornecedor, distribuidor, ou quem quer que se queira sensibilizar com as soluções de premiação, é interessante oferecer ao contemplado a liberdade de escolha de seu prêmio através de cartões ou vouchers de premiação. Outra alternativa é escolher prêmios, que vão de bens duráveis a bens de consumo, com efeito residual, que perduram na lembrança mesmo após o término da campanha. Um exemplo típico são as premiações em viagem que se tornam inesquecíveis na memória das pessoas.</p>
<p>Criar novos caminhos para ampliar os resultados das empresas pode ser uma excelente opção para auxiliar os gestores a alcançar os resultados pretendidos. Com certeza, o Marketing de Incentivo pode ser uma criativa e satisfatória ferramenta a ser utilizada pelos empresários brasileiros para aumentar a sua competitividade. </p>
<p><b>autor:</b> Cyrille Verdier<br />
<b>fonte:</b> <a href="http://www.revistameioemidia.com.br" class="external" target="_blank">Revista Meio&amp;Midia</a></p>
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