Infográfico que ilustra muito bem o trabalho de monografia de Carolina Lima @CadyWitter onde menciona os equivocos das empresas no Twitter.

Infográfico - Como acabar com sua empresa em apenas 140 caracteres

Pra completar o tópico, segue o super trabalho de Carolina:

Fui convidada a participar de um bate-papo com executivos da HP e outros blogueiros sobre tendências de impressão, entre elas a impressão sustentável, e como esse e outros conceitos podem ajudar a gerar economia e retorno de investimento.

Aproveitando a ocasião, em primeira mão lançaram a nova campanha “HP retorna o seu valor“, o bate-papo foi tão bom que várias pautas muito interessantes que encaixam perfeitamente aqui no IFDBlog surgiram e acho eu que vai ter assunto pra outros posts, acho não, tenho certeza, mas primeiro vou contar sobre a campanha.
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Como toda grande empresa (grande e sensata, né!), antes de lançar uma campanha uma pesquisa é feita e a HP não fugiu a regra, as impressoras HP Laserjet monocromáticas e coloridas foram submetidas a um estudo interno que calculou o período de retorno de investimento. Este estudo comprovou que existem impressoras cujo retorno financeiro se dá a partir de dois meses. Isto significa que o investimento inicial com a aquisição da impressora é equivalente às economias geradas dentro de prazos que variam de acordo com o modelo. O objetivo é mostrar ao mercado de pequenas e médias empresas o quanto é interessante optar por soluções de impressão a laser, com toners originais HP.

Nos dados finais, as impressoras multifuncionais coloridas apresentaram resultados de retorno do investimento menores do que as monocromáticas. A razão é que parte dos custos com a terceirização de impressão para trabalhos de marketing ou apresentações da empresa podem ser feitos nas HP Laserjet coloridas com desempenho e excelente qualidade de impressão. As economias podem ser ainda maiores se utilizados toners de alta capacidade para grandes volumes de impressão, com a redução do custo por impressão e um menor número de troca de suprimentos.
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A base de cálculo para o tempo de retorno em meses, para a utilização das impressoras HP Laserjet coloridas ou monocromáticas, foi realizada considerando os seguintes pontos:

  • Economia de energia baseada em informações disponíveis em www.energystar.gov e ao custo estimado de R$ 0,197/KWh (valor do padrão convertido em reais);
  • Economia de papel baseada em um custo por folha e 16% de economia pelo uso do HP Smart Web printing; para os cálculos de consumo de toner, o volume impresso estimado foi de 60% de páginas coloridas e 40% de páginas em preto, usando cartucho de alta capacidade quando disponível ou standard para o modelo de impressora HP Laserjet selecionado.
  • Economias de impressão com serviços terceirizados foram obtidas estimando o custo por página de uma brochura frente e verso com 30% de cobertura de toner feita por impressoras HP Laserjet coloridas. O material foi comparado com informações da Infotrends, em junho de 2010, sobre custo padrão de impressão terceirizada assumindo que estes trabalhos representam até 15% do volume de impressão realizado em materiais frente e verso em mídias especiais glossy.

A campanha lançada hoje, mescla diversas disciplinas de marketing e um apelo de comunicação integrada. Para comprovar o investimento, no site da campanha, a HP disponibilizou uma calculadora para que o consumidor possa comparar os períodos de payback. Quanto menor o período, mais vantagens para as pequenas e médias empresas. Os modelos foram selecionados de acordo com o mercado-alvo e separados em 3 grupos distintos, conforme o perfil do usuário e suas necessidades: individual, pequenos grupos e grupos de trabalhos (working groups).

Para seus parceiros de canal e varejo a HP está distribuindo materiais de referência de marketing da marca para interar a mensagem com seus parceiros em todas as frentes de contato com as pequenas e médias empresas. Disponível em 11 países: Áustria, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Holanda, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos a HP para o lancaçamento da campanha uniu-se a Ivanka Trump, mais conhecida aqui no Brasil como a filha de Donald Trump e Bill Rancic, empresário vencedor do primeiro “Aprendiz” nos EUA.

Sustentabilidade foi ponto alto do bate-papo, mas fica pra um próximo post, tem muito o que ser “falado”, pois sustentabilidade e marketing podem caminhar juntas e a HP está fazendo isso muito bem!

Veja mais algumas imagens do evento


Caso o slideshow do flickr não carregue rápido: clique aqui e veja as fotos.

  • O processo gráfico usa 4 cores básicas (CMYK) na tentativa de reproduzir todas as cores que o olho humano pode enxergar. Diz-se tentativa porque é impossível fazê-lo com certas cores, fato que explica por que algumas cores da sua foto podem ser inatingíveis. Portanto, se uma determinada cor em seu projeto gráfico é extremamente importante, considere o uso de cor especial que, embora eleve o custo final do impresso, pode ser a única forma de reproduzi-la corretamente. Esse problema acontece principalmente com laranjas, azuis e verdes muito limpos e luminosos.
  • Por características inerentes às tintas offset, as combinações de ciano chapado somado ao magenta com carga acima de 30% tendem a manchar quando impressas em grandes áreas.
  • Em impressão offset a soma dos percentuais de cores (Ciano + Magenta + Amarelo + Preto) nunca deve ultrapassar 360%. Caso você combine as cores CMYK com percentuais que ultrapassem esse valor, estará criando sérios problemas na impressão, pois o suporte de impressão (normalmente o papel) não conseguirá acomodar tanta tinta sobreposta. É importante lembrar que as provas digitais não padecem da mesma limitação que a impressão offset e, portanto, não servirão como alerta. Os programas de manipulação de imagens como o Photoshop, por exemplo, permitem um acerto que limita automaticamente este valor. Lembrando que com 280% de sobreposição, já se consegue uma razoável gama de cores.
  • As áreas chapadas (principalmente as escuras) costumam manchar muito, quando em contato com a gordura naturalmente presente nos dedos de quem manuseia o impresso. Para evitar isso, é interessante aplicar algum tipo de proteção (seja verniz de máquina ou laminações, como plastificação e bopp para resguardar o impresso. Este problema é mais crítico quando se imprime sobre papel couché fosco. Tintas metálicas agravam ainda mais a situação.
  • Ao usar couché fosco, deve-se evitar grandes áreas chapadas. Devido às características físicas desse suporte, problemas de ancoragem da tinta são comuns, o que provoca muitas vezes um falso diagnóstico de que a tinta não secou. Na verdade, o problema é causado pelo desprendimento do pigmento da superfície do papel ao sofrer atrito. Uma outra forma de lidar com o problema, como já falado anteriormente, é aplicar algum tipo de proteção.
  • É uma grande dica evitar, em seu projeto gráfico, a colocação de fotos ou ilustrações abaixo ou acima de elementos gráficos com grande área e grande carga de tinta. Lembre-se: a impressão offset é um processo dinâmico, ou seja, o mesmo sistema de rolos que transfere tinta para o elemento chapado precisará transferir menos tinta para a foto, e isso em grande velocidade. Resultado: torna-se muito difícil regular a distribuição de tinta para atender a “interesses” tão antagônicos. Como os sistemas de provas digitais não sofrem essa limitação, o resultado mostrado por elas pode ser irreproduzível. Vale notar: se a cor de fundo, como mostrado no exemplo, for especial, o problema inexiste.
  • Retículas impressas ao lado de elementos chapados não devem ultrapassar 50%, sob risco de entupimento. A causa é, como já explicado, a dinâmica da impressão offset.
  • Ao fazer um chapado preto, é interessante “calçá-lo” com 60% de ciano. Procedendo assim, você estará garantindo uma cobertura de tinta uniforme e sem falhas e não estará causando problemas na impressão.
  • Encaminhe sempre um modelo (boneco, mockup) que demonstre as dobras, a sequência de intercalação, a colagem, enfim, qualquer outra informação que julgar preponderante. É uma maneira ideal de evitar mal-entendidos.
  • Quando vazar um texto sobre imagens ou fundos chapados, nunca utilize uma fonte light, pois neste caso você terá o texto com pouca legibilidade.
  • A sangria deve ser de, no mínimo , 3mm até 5mm das marcas de corte. Com isso você evita que possam aparecer filetes de papel não imp ressos após o refile.
  • Não deixe textos ou qualquer outro elemento gráfico muito próximos à margem (referência de corte) das páginas. Muitas vezes são necessários alguns ajustes no corte para corrigir erros de projeto. Nestes casos, os elementos posicionados próximos à margem limitam estes ajustes e podem sair cortados.
  • Todo impresso com dobra tem, obrigatoriamente, as páginas contadas em múltiplos de quatro. Ou seja, não é possível a confecção de uma revista com 10 páginas.
  • Quando o acabamento de uma publicação for com grampo canoa, e esta possuir diversas lâminas, é importante compensar para menor no formato das lâminas internas, pois a acumulação da espessura do papel as desloca para fora.
  • Um impresso em 4×2 cores (escala frente e cores especiais no verso) sempre terá um custo de impressão maior que um impresso em 4×4 cores de escala.
  • Mais sobre custos: em impressoras 4 cores, a diferença de custo para impressão de um trabalho em 4×4, se comparado a um 4×2 cores de escala, pode ser insignificante.
  • Ainda sobre custos: existem formatos padronizados nos quais os papéis são fornecidos para as gráficas. Verifique se o seu projeto contempla um bom aproveitamento. Muitas vezes, por causa de 0,5 cm muda-se o aproveitamento do papel e pode haver uma diferença enorme no custo.
  • Papéis ou cartões com faces não iguais (vergê, cartão supremo, triplex, couché L1, monolúcido, etc) não permitem a utilização do recurso de impressão “bate e vira”, pois possuem lados com texturas diferentes.

fonte: www.ciaem.org.br

O mundo muda tão rápido que, muitas vezes, precisamos nos concentrar e tentar colocar um pouco de ordem nesta avalanche de novidades. Foi pensando nisso que, outro dia, ao ler a cobertura da Revista Info sobre o evento InfoTrends (ocorrido em São Paulo nos dias 17 e 18 de Junho), testemunhei um importante resumo do que se pode chamar de tendências relevantes. Pensadores com o Chris Anderson (Wired.com) e Jimmy Wales (Wikipedia.org, foto), listaram 10 tendências que marcam desde uma nova revolução industrial até o fim do mercado editorial como entendemos hoje. Trouxe um resumo de cada uma delas para você ficar por dentro dos rumos que estamos tomando:

1. A terceira Revolução Industrial: segundo Chris Anderson, criar e produzir são hoje quase a mesma coisa. Com a criação de TechShops (locais onde você paga uma mensalidade e pode ter acesso à ferramentas de última geração) e a contratação de unidades fabris chinesas à distância pela web, você pode ter uma fábrica trabalhando em seu protótipo logo após tê-lo criado. É um mundo perfeito para empreendedores.

2. Conteúdo de nicho: A informação criada e mantida pelos consumidores tem cada vez mais força e tem contornos cada vez mais variados. Dos Foruns de fãs de séries de TV às plataformas de compartilhamento de conteúdo de ativistas ambientais, a demanda por informação cada vez mais específica só aumenta.

3. 3D em casa: a tecnologia 3D chega aos lares e promete firmar-se como opção de entretenimento.

4. Propaganda em todos os canais: quem quer anunciar para o público atual precisa pensar em como a mensagem será adaptada para TV, revistas, games, cinema, web e celulares.

5. Ipad e papel: apesar de alardeado como o sucessor da mídia tradicional, os tablets como iPad conviverão de forma complementar com o conteúdo tradicional. Mas o mercado para ebooks cresce, com certeza.

6. Realidade aumentada: aplicações diversificadas começaram a surgir. O departamento de Correios americano, por exemplo, já utiliza para exemplificar as caixas que seus clientes podem utilizar.

7. O Megafone das Mídias Sociais: empresas devem ficar atentas a sua entrada nas redes sociais, uma vez que hoje o monopólio do discurso não está mais em suas mãos. Cada usuário é uma multidão, com megafone na mão.

8. Todo poder à Classe C: Lan Houses, acesso mais barato e computadores disponíveis levaram a Classe C a invadir a internet. Eles consomem conteúdo, compram em sites de e-commerce e representam a massa crítica da web brasileira.

9. O Eleitor Digital: Vamos viver a primeira eleição majoritária com internet liberada para campanha. Isso vai mudar o cenário das coisas.

10. Aplicativos para celular: funcionam e tendem a crescer muito. O segredo do sucesso? Utilidade.

Agora eu proponho aos meus leitores e seguidores um desafio: qual destas tendências vocês acham que ficará mais em evidência este ano aqui no Brasil?

fonte: http://blogdalu.magazineluiza.com.br

Ok, você teve determinação, conseguiu superar as dificuldades, venceu os concorrentes e finalmente conseguiu o tão sonhado estágio em uma agência de publicidade. Mas e agora, o que fazer para que a experiência seja realmente produtiva e se converta em uma contratação?

Em primeiro lugar é importante deixar claro que não existe fórmula mágica. Cada agência tem a sua forma de trabalhar, de medir resultados e de tratar seus profissionais. Então vamos apenas citar alguns pontos comuns que podem te ajudar a refletir e, se for o caso, colocar em prática no seu novo trabalho:

Seja humilde
Não importa se você é o melhor aluno da classe, se você domina o Indesign como ninguém, se você é o mais persuasivo dos atendimentos: jamais se superestime! Nunca se esqueça que você está lá, em primeiro lugar, para aprender. Portanto, a cada contato com a profissão, procure sempre refletir sobre o que você pode aprender com aquilo. Se você ainda não se achar preparado para desenvolver uma atividade, seja humilde e peça ajuda aos mais experientes.

Faça um rodízio entre as áreas da agência
Foco e especialização são importantes, sem dúvida, mas quando você está entrando em um mercado é mais importante ainda conhecê-lo como um todo. Por este motivo, faça um rodízio entre todas as áreas da agência. Converse com o seu superior sobre a possibilidade de fazer um “job-rotation”, ou seja, ficar (pelo menos no início) um pouco em cada departamento. Isso vai te dar uma noção melhor de como funciona o negócio da propaganda, de como cada área trabalha e como o seu trabalho pode contribuir para cada uma dessas áreas. Às vezes você até acaba descobrindo que sua praia não é criação e sim planejamento, por isso vale a pena fazer este rodízio.

Saiba se comportar no ambiente de trabalho
Por mais descolada que seja uma agência, ela não deixa de ser uma empresa e precisa ter produtividade para poder gerar resultados. Portanto, tenha a consciência de que ambiente de trabalho não é lugar para excesso de conversas, fofocas, e-mails pessoais, ficar olhando seu Orkut, twittando, etc. Trabalho é trabalho! Seja educado sempre, não fale palavrões ou muitas gírias, não se vista de forma inadequada. Quanto mais comprometido você for com o trabalho, maiores serão as suas chances de contratação.

Tome iniciativas
Não espere para fazer somente o que lhe pedirem. Seja proativo, procure dar sugestões, opiniões, proponha inovações, auxilie seus colegas de trabalho nas mais diversas tarefas. O espírito colaborativo e o trabalho em equipe são algumas das competências mais valorizadas pelas empresas, portanto se pergunte sempre: “O que eu posso fazer para que o trabalho da agência flua melhor?”

Seja bem informado
Procure aprender bastante tudo o que diz respeito à sua profissão. Mantenha-se informado sobre o mercado publicitário, sobre a economia, sobre o rumo que o país está levando, sobre a agência que você está estagiando e principalmente sobre os clientes que a agência tem e sobre os concorrentes destes clientes. Quanto mais informado você estiver, melhor você vai conseguir propor boas campanhas e, com isso, se sobressair. O portal Vitrine Publicitária veicula diariamente notícias relativas ao mercado publicitário como um todo, em uma linguagem fácil e acessível. Checar estas notícias diariamente pode ser uma boa opção para se manter informado.

Conheça os seus direitos
Você sabia que existe uma Lei para proteger os estagiários? É a Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008. Se não sabia, vale a pena consultar e ficar por dentro do que você tem direito, para evitar que seja explorado. Clique aqui para conferir a Lei.

Novamente reforço que não há fórmula mágica. A contratação de um estagiário depende de inúmeros fatores, mas finalizo parafraseando um ditado da sabedoria popular: “quem tem competência se estabelece”. Busque esta competência. E se você ainda não conseguiu o seu tão sonhado estágio, sugiro a leitura do artigo: “Como conseguir experiência no mercado de trabalho se não há oportunidade para os sem-experiência”.

Boa sorte no seu novo trabalho!

autor: Bruno Lessa
fonte: http://www.vitrinepublicitaria.net/




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