10 Mentiras Para Enrolar Designers e Ilustradores
junho 1, 2010 Categoria: Carreira, Design 3 Comentários»
1 ) “Faça esse trabalho barato (ou de graça) e no próximo pagaremos melhor”
Nenhum profissional que se preze daria seu trabalho de mãos beijadas na esperança de cobrar mais caro mais tarde. Você consegue imaginar o que um advogado diria se você dissesse “me defenda de graça dessa vez que na próxima vez que eu precisar de um advogado eu te chamo e pago melhor”. Ele com certeza riria da sua cara.
2 ) “Nós nunca pagamos 1 centavo antes de ver o produto final”
Essa é uma pegadinha. A partir do momento que você foi contratado para fazer o trabalho você DEVE pedir uma entrada. O motivo é simples, você está trabalhando desde o momento que se dispõe a fazer a reunião de briefing. Talvez um cliente mais inexperiente queira pagar após ver alguns esboços. Cabe a você aceitar ou não.
3 ) “Esse trabalho será ótimo para seu portfolio! Depois desse você vai conseguir muitos outros”
Essa é uma das mais típicas. E costuma fazer vítimas principalmente entre jovens que ainda estão estudando. Para não cair nessa, basta pensar “quanto o seu cliente vai faturar com o seu trabalho?”. Além disso, não esqueça que, mesmo que ele indique seu trabalho para outras empresas, com certeza ele dirá quanto custou (ou se foi de graça) e imagine o que os próximos irão querer?
4 ) Olhando para seus estudos e rascunhos: “Veja, não temos muita certeza se queremos seu trabalho. Deixe esses estudos comigo e vou falar com meu sócio/investidor/mulher, etc e depois te dou uma resposta”
Não dou 5 minutos para ele ligar para outros designers com seus estudos e conceitos criados na mão barganhando melhores preços. Quando você ligar de novo ele dirá que seu trabalho está muito acima do mercado, blá blá blá, e que Fulano Designer vai fazer o trabalho. Mas como eles conseguiram outro designer mais barato? Lógico, você já passou o conceito todo criado! Economizou horas para o designer que vai pegar o trabalho. Então, enquanto você não entrar em acordo com seu cliente NUNCA DEIXE NADA CRIATIVO no escritório dele!
5 ) “Veja, o job não foi cancelado, somente adiado. Deixe a conta aberta e continuaremos dentro de um mês ou dois”
Provavelmente não. Seria um erro você não faturar o que foi feito até o momento esperando que o trabalho continue depois. Ligue em dois meses e você verá que alguém estará trabalhando no job. E adivinhe! Eles nem ao menos sabem quem você é… e o dinheiro do início do trabalho, lógico, já era!
6 ) “CONTRATO?? Nós não precisamos assinar contratos! Não estamos entre amigos?”
Sim, estamos. Até que alguma coisa dê errada ou ocorra um mal-entendido, e você se transforme no meu maior inimigo e eu sou o seu “designer estúpido”, aí o contrato é essencial! Simples assim! Ao menos que você não ligue em não ser pago. Qualquer profissional usa um contrato para definir como será o trabalho e você deve fazê-lo também!
7 ) “Envie-me a conta depois que o material for pra gráfica”
Por que esperar por esse deadline irrelevante? Você é honesto, não? Por que você deveria ficar preso a esse deadline? Uma vez entregue o trabalho, fature! Essa desculpa possivelmente é uma tática para atrasar o pagamento. Assim o material vai pra gráfica, precisa de alterações intermináveis e, adivinhe, ele arranja outra pessoa pra fazer as alterações necessárias, o material vai pra gráfica e você nem fica sabendo!
8 ) “O último designer fez esse job por R$ XX “
Isso é irrelevante. Se o último designer era tão bom por que ele te chamou? E quanto o outro cobrava não significa nada pra você. Pessoas que cobram muito pouco pelo seu tempo acabam fadadas ao insucesso (por auto-destruição financeira). Faça um preço justo, ofereça no máximo 5% de desconto e não abra mão disso.
9 ) “Nosso orçamento para esse job é de XX reais”
Interessante, não? Um cara sai para comprar um carro e sabe exatamente quanto ele vai gastar antes mesmo de fazer uma pesquisa. Uma quantia de trabalho custa uma quantia de dinheiro. Se seu cliente tem menos dinheiro e ainda assim você quer pegar o trabalho, dedique menos horas a ele. Deixe isso bem claro ao seu cliente, que você dedicará menos tempo que o estimado para finalizar o trabalho porque ele não pode pagar por mais horas. A escolha é sua.
10) “Estamos com problemas financeiros. Passe o trabalho para nós e, quando estivermos em melhor situação, te pagamos.”
Claro, mas pode contar que, quando o dinheiro chegar, você estará bem lá no final da lista de pagamentos. Se alguém chega ao ponto de admitir que está com problemas financeiros então provavelmente o problema é bem maior do que parece. Além disso, você por acaso é um banco para fazer empréstimos? Se você quer arriscar, pelo menos peça dinheiro adicional pelo tempo de espera. Um banco faz isso, não faz? Por que provavelmente esse é o motivo deles quererem atrasar seu pagamento, ter 6 meses de dinheiro “emprestado” sem ter que pagar juros, o que não aconteceria se ele tivesse que emprestar do banco. Não jogue dinheiro fora!
Bom, o motivo de tudo isso não é deixar você paranóico ou coisa do tipo, mas sim injetar um pouco de realidade no mundo de fantasia da maioria dos designers. Você certamente vai tratar com pessoas muito diferentes de você. As motivações e atitudes certamente são diferentes. Eu infelizmente vejo, muitas vezes, exemplos de pessoas envolvidas em situações com a mais nobre das intenções e acabam literalmente se dando mal. Porque a maioria dos designers enxergam os trabalhos como uma oportunidade de fazer aquilo que mais gostam com dedicação, simplesmente porque amam o que fazem! A outra parte não tem a negociação tão idealizada ou romantizada, muito pelo contrário.
Como lidar com todas essas coisas e ainda assim fazer um trabalho criativo? Boa pergunta! É por isso que ir atrás da informação é importante. Você aprende a trabalhar com todas as técnicas do design, mas não aprende a arte da negociação. Muitos designers ignoram este aprendizado, o que é um grande erro. Sugiro que o mínimo seja incorporado assim certamente você não sentirá seu trabalho como uma grande perda de tempo e dinheiro!
fonte: texto original em inglês Painte Creativity
tradução: Debora Behar
fonte: Blog do Sales
Qual o papel do diretor de criação?
maio 25, 2010 Categoria: Carreira, Publicidade e Propaganda Sem Comentários »
Em um texto fantástico publicado recentemente no Advertising Age, o Phil Johnson, CEO da agência PJA Advertising & Marketing, faz uma reflexão sobre o papel do profissional que, na visão dele, é o mais importante na agência: o diretor de criação. Ele conta que passou muito tempo pensando em qual seria o papel ideal desse profissional. A forma de atuação na qual ele pudesse ser mais útil à agência e aos seus clientes. E chegou a uma conclusão bem interessante.
No início, quando ele próprio era o diretor de criação da agência – sua visão era de que deveria ser o cara que aprovava quais ideias iriam adiante e quais morreriam ali. O estilo que ele valorizava, conta, era o do diretor que conseguia ver tudo que era feito na agência e arbitrar sobre o que era bom e o que ficaria de fora, além de ser capaz de produzir os melhores trabalhos da agência.
No entanto, como autoridade única, aponta, o diretor de criação acabava se transformando em ditador de criação. Nesse modelo em que a ideia passa por um só filtro criativo, vozes e ideias interessantes acabavam se perdendo, conta. Além disso, eram limitadas pelos próprios gostos, estilos e julgamento desse profissional – não importa o quanto seja talentoso. Com isso, diz, a capacidade criativa da agência se restringe, e passa a ter um único tom e estilo. Isso é, na visão dele, o caminho mais rápido para que a agência vá de inovadora a estereotipada.
Hoje, sua visão é a de que o papel ideal de um diretor de criação é muito maior e mais importante do que qualquer tarefa operacional. Ao invés de ser a pessoa com as melhores ideias, ou capaz de julgar o melhor trabalho, ou a melhor pessoa para gerenciar o processo criativo, esse profissional tem a missão de transformar o cérebro de toda a agência e construir uma consciência criativa coletiva. Com isso, diz, sua influência vai além do departamento de criação.
Aí você pode perguntar: mas quem vai tomar as decisões? Ele conta que, realmente, existem ideias e conceitos mal direcionados que devem ser mortos. Mas, ao invés de ter uma só pessoa fazendo isso, um bom diretor de criação é capaz de compartilhar essa responsabilidade entre um grupo de pessoas Nas quais confia. Quando existem talentos na agência, afirma, dificilmente há só uma boa ideia. Em vez disso, há muitas ideias diferentes para se escolher. E o diretor de criação, conta Johnson, precisa manter essa diversidade viva.
Segundo ele, é essencial que o diretor de criação possa modelar um ambiente que atraia pessoas criativas e que torne o restante da equipe mais criativo do que parece possível. Além disso, deve cultivar um debate ativo sobre o que determina um bom trabalho. Assim, a diversidade de ideias reina e muitas pessoas desenvolverão a capacidade e escolher as melhores direções a seguir. Ele deve fazer com que as pessoas acreditem que são capazes de fazer o impossível e criar experiências que nunca foram feitas antes. É aí que, segundo Johnson, as portas se abrem para revoluções criativas.
Ele conclui o texto dizendo que é esse um trabalho que não vem com manual de instruções, e conta que teve sorte o suficiente para atrair uma dupla de diretores de criação que tem essa habilidade e conseguem colocá-la em prática. São profissionais muito corajosos, destaca. Eles colocam em funcionamento uma força criativa maior do que eles mesmos. Ato ousado para profissionais que desenvolvem, tradicionalmente, uma carreira construída em cima da reputação criativa. Pelo menos na agência dele, diz, o que faz um bom diretor de criação é a capacidade de libertar a criatividade ao seu redor.
autor: Carlos Henrique
fonte: http://www.chmkt.com.br
A experiência do freelancer no trato com o cliente
maio 14, 2010 Categoria: Carreira Sem Comentários »
Uma relação profissional e ética com os clientes traz bons contratos e indicações para jobs que enriquecem seu portfolio e rede de contatos. Veja um relato de experiência e saiba quais clientes vale a pena manter e os que não são relevantes. Você concorda?
Como primeira contribuição, relatarei experiências com clientes ao longo de dez anos de trabalho como designer freelancer e que podem também servir como base em outras áreas.
Assisti uma palestras de Luiz Cláudio G. Gomes, coordenador do curso de artes visuais do Cefet-RJ, e gostaria de compartilhar com vocês, mesclando com minhas experiências.
1. Conseguindo clientes
Essa é a questão: como conseguir clientes? Não existe uma fórmula para isso logicamente. Especialmente se você quer conseguir aqueles que pagam fee mensal, ou seja, que te sustentem.
É normal que se você for um bom profissional e tiver um serviço de qualidade, isso fará que seu trabalho seja elogiado e reconhecido. Com o tempo vão aparecendo clientes por indicação mesmo.
Se você pensa em abrir uma agência, faça antes uma pesquisa de campo. Veja seus concorrentes, o que eles oferecem e o que você pode oferecer de diferente. Inove, seja criativo, conquiste seus clientes, faça com que eles te encontrem e não que você os procure.
Invista em exposição em mídias se necessário. Conquistar um cliente exige sacrifícios. Seja paciente, escute, fique envolvido com a conversa, seja simpático… se o job envolver muita exposição na mídia, baixo o lucro para conquistá-lo. Lembre-se também que seu nome estará em evidência.
2. Podemos ter dois clientes do mesmo ramo?
Não há nenhuma lei que nos proíba disso, mas há uma coisa chamada ética. Eu particularmente faria trabalhos para clientes do mesmo ramo. Não vou deixar de atender a uma demanda, se tenho tempo hábil para isso e se vai render uma receita extra.
Mas se alguém solicita seus serviços e fecha contrato para que você mensalmente dedique X horas do seu tempo para atendê-lo (fee), não é nada ético continuar prestando serviço para clientes concorrentes. Esses são os bons clientes, os que você tem que manter (ou não). Nem sempre isso é regra, veremos mais na frente.
3. Contratos mensais
Todos desejam ter bons clientes que paguem bem e sem atrasos. No contrato devemos expor tudo o que envolve o projeto, prazo para entrega, valores de itens, o que pode ser alterado dentro do prazo, o que será cobrado após aprovação etc.
Ponha detalhado o máximo de observações para evitar transtornos futuros, sem letras pequenas, por favor. As horas que o cliente está contratando deverão ser gastas dentro do mês, isso não deve ser algo cumulativo. O cliente paga mesmo não havendo demanda de serviços. Publicitário trabalha com contas, Designer trabalha por projeto. Não se sabe quando teremos outro projeto e se vamos ter do mesmo cliente.
4. Selecionando seus clientes
Durante nossa vida profissional, perdemos de 15% a 30% de nossos clientes. É um número de convenção, não é algo científico. Mas digamos que…
- 1% morre
- 3% se mudam
- 5% fazem novos amigos
- 9% encontram preços mais baixos na concorrência
- 14% se frustram com a má qualidade dos serviços prestados
Sempre o trate com respeito, pois “ele tem sempre a razão”. Seja acessível, atenda ao telefone, não o deixe esperando, responda seus e-mails. Seja educado e não fale mal de outros clientes ou da concorrência. Ele pode pensar que você faz o mesmo com ele.
5. Descartando o cliente
Para crescermos, devemos também estar preparados para deixar alguns clientes. Trabalhe só com os melhores, os mais rentáveis financeiramente ou os que proporcionem maior satisfação profissional.
Reveja sua cartela de clientes, analise cada uma deles e elimine os 10% piores.
Mas quem eu posso eliminar? Muito simples:
O gracinha: adora tudo que você faz, vive elogiando seus trabalhos, mas não cresce junto com você. Encomenda projetos pequenos que estão fora de sua escala atual.
O megalomaníaco: é aquele no qual você investiu tanto, mas que na prática pede reuniões demais para discutir o projeto. Solicita trabalhos que sempre são suspensos. Sobra trabalho e falta faturamento.
O indeciso: altera tudo indefinidamente. Faltam informações, sobram refações. Nunca gosta do que você faz. Vive dando palpite: “Bota um degradê aqui, tira essa figura dali, aumenta a fonte, muda a cor, coloca essa foto de fundo.” O famoso flanelinha de CorelDraw.
Mal pagador: atrasa, reclama de preço, pede desconto.
6. Cortando o cordão
É complicado saber cortar a relação com o cliente de forma correta. Seja educado e tenha dignidade, pois nunca se sabe como será o amanhã.
Por mais que ele tenha sido um “mala”, não diga que perdeu tempo com ele ou coisa parecida. Nunca saia no meio de um projeto. Termine-o antes. Diga que a culpa é mais sua do que dele.
Convide-o para almoçar se preciso. Fale que fechou um grande contrato e não poderá atendê-lo por um longo período. Recomende a um colega com o perfil/porte mais adequado para o que ele precisa. E não o recomende a ninguém caso ele seja realmente um pentelho.
- Fidelidade pede reciprocidade;
- Faça seus clientes concentrarem as solicitações de projetos em você;
- Sua experiência em um mercado irá atrair os concorrentes de seus clientes nesse segmento;
- Esteja preparado para perder e abrir mão de clientes;
- Desfaça a relação com elegância;
- Previna-se contra os problemas mais comuns;
- Agir estrategicamente traz muitas vantagens;
- Investigue a cadeia produção, vendas, distribuição, exposição, compra, consumo…
- Estabeleça o foco central de seu projeto.
autor: Ranielder Fábio de Freitas
fonte: [Webinsider]
ilustração: Durva
Dicas para o profissional pouco experiente online
maio 13, 2010 Categoria: Carreira, Marketing 1 Comentário »
Criei meu primeiro site em 1997, e acompanhei todas as fases da internet. Desde a euforia inicial até o estouro da bolha nos anos de 2000/2001. Depois houve um período de vacas magras, mas nos últimos anos o mercado digital se tornou o centro das atenções com um crescimento expressivo a cada ano.
Com a ascensão do Google como a porta de entrada para internet para grande parte das pessoas, um novo mercado se formou – o “Seach Marketing” – que envolve estratégias de conquistar visibilidade nos sites de busca.

As redes sociais também conquistaram seu espaço no marketing digital. Destacar-se neste mercado é um desafio para o profissional, pois o currículo tradicional definitivamente não é o melhor “cartão de visitas” para o profissional 2.0.
1. Crie seu perfil no LinkedIn
O LinkedIn.com é o site de relacionamento de negócios mais popular da atualidade. Muitas empresas o utilizam para pesquisar profissionais e pedir recomendações. Além disso, ter um link com seu currículo no LinkedIn é muito interessante para assinatura do seu e-mail.
O LinkedIn está disponível em português – http://www.linkedin.com/portugues
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2. Comece a usar o Twitter
Lembra quando o Skype e o MSN eram novidades? As pessoas que souberam tirar proveito destas ferramentas se destacaram das outras que demoraram a adotá-las.
O Twitter já se consolidou como uma das redes sociais de maior relevância da atualidade e muitas pessoas o utilizam no seu dia-a-dia. Usar o Twitter é obrigatório para o profissional que deseja se destacar no mercado digital.
3. Crie um blog
O blog é uma ferramenta de comunicação que permite divulgar ideias e opiniões de maneira livre. As empresas estão investindo cada vez mais em blogs corporativos, consequentemente haverá um aumento de demanda por profissionais que tenham experiência com blogs.
O que está esperando? Visite o WordPress ou o Blogspot e crie o seu.
Se você não sabe o que publicar no blog, utilize-o para colocar seu portfolio profissional, principalmente se você é webdesigner.
Quando recebo currículos via e-mail e tem um link para o blog, é muito comum eu visitar apenas o blog e o currículo ficar em segundo plano.
4. Assinatura de e-mail
A assinatura do e-mail é uma maneira importante de destacar pontos importantes da sua experiência profissional. Faça links com seu perfil do LinkedIn, seu blog ou outro site que seja uma referência da sua experiência com marketing digital. Inclua Skype, MSN, Twitter etc. para facilitar o contato com as empresas de forma mais eficaz.
5. Faça um resumo da sua experiência no e-mail
Muitas vezes recebo e-mail com o texto “Segue meu currículo” ou algo similar. O e-mail é uma grande oportunidade para fazer um resumo de suas qualificações e personalizar o envio comentando pontos importantes sobre a empresa para qual está enviando seu currículo.
Se você possui experiência com desenvolvimento de projetos web, é recomendável que comente no corpo do e-mail dois ou três cases de sucesso. Comente brevemente sobre os pontos principais de cada projeto e lembre-se de incluir o link para visualização dos sites.
6. Conceitos básicos de search marketing
Com o advento do Google, o mercado de mídia mudou definitivamente. O usuário decide em qual resultado da busca irá clicar – seja um link patrocinado ou um resultado orgânico (gratuito). O search marketing reune estratégias para posicionar o(s) site(s) de sua empresa nas primeiras colocações do Google.
Há duas maneiras para colocar sua empresa no Google: através dos links patrocinados, os adwords, e da otimização de sites, ou SEO, de search engine optimization.
A primeira são técnicas para criar os anúncios pagos do Google. A otimização de sites para serem melhor posicionados nos buscadores são técnicas para organizar o conteúdo e estrutura do site, de modo a ser encontrado pelo seu potencial cliente no momento que ele faz uma busca.
Entender os principais conceitos de search marketing é essencial para se destacar no mercado digital da atualidade.
7. Crie uma campanha de links patrocinados
Os links patrocinados do Google (AdWords) são os pequenos anúncios que aparecem ao lado das buscas relacionados às palavras-chave pesquisas.
O AdWords revolucionou a mídia online, pois com incrível mecanismo de avaliação de cliques, concorrência, lances e posicionamento, democratizou a maneira de anunciar na internet, permitindo que empresas de pequeno e médio porte disputem o mesmo espaço com grandes empresas.

Iniciar uma campanha de links patrocinados é relativamente simples, porém otimizar o investimento e gerar conversões em vendas ou clientes que é o desafio. Crie uma campanha de AdWords para uma pequena empresa como forma de aprender a usar esta poderosa ferramenta.
8. Conheça os produtos da empresa Google
Além da busca, “a Google” possui dezenas de outros serviços, como Google Maps, Google Apps, GMail, Google Calendar, Google Docs, Google Tradutor.
Dentre eles destaco:
* Google Docs. Plataforma de colaboração online com editor de textos, planilhas e apresentações.
* Google Calendar. Calendário online com recursos para colaboração entre equipes.
* Google Apps. Muito utilizado pelas empresas para centralizar os e-mails corporativos nos servidores do GMail, além de estar integrado ao Google Docs e Google Calendar.
9. Conheça WordPress e Joomla
O WordPress é a plataforma de criação de blogs mais utilizada em todo mundo, porém também é possível criar sites fáceis de gerenciar. Ele é muito simples de implantar e utilizar, sendo o preferido dos webdesigners que não têm muita familiaridade com programação.
O Joomla! é um sistema de gerenciamento de conteúdo de sites que tem sido utilizado em grandes projetos como Museu do Futebol, Fundação Fiocruz, USP, Frei Caneca Shopping e milhares de outros sites em todo mundo.
Os dois são desenvolvidos no conceito open source, ou código aberto, no qual qualquer programador pode estudar e melhorar o código.
10. Crie um perfil nas principais redes sociais
As redes sociais são a grande tendência do marketing digital da atualidade, porém ainda são poucas as agências digitais que sabem criar e oferecer serviços neste segmento.
Existem agências especializadas em redes sociais, porém as agências digitais tendem a oferecer o planejamento de ações em redes sociais como parte do leque de serviços.
O profissional que tiver familiaridade com as principais redes sociais terá maior facilidade em se destacar. Mas lembre-se: usar o Facebook não é ter apenas a FarmVille!
A internet já se tornou parte essencial para as profissões ligadas à comunicação, não apenas para o marketing. Portanto, é fundamental para o profissional estar atualizado sobre as principais tendências que podem ajudar em um mercado tão competitivo como o digital.
autor: Marcio Okabe
fonte: webinsider
Os 6 direitos fundamentais dos designers
abril 26, 2010 Categoria: Carreira, Design Sem Comentários »
Trago hoje os 6 direitos fundamentais dos designers gráficos.
Muitos outros direitos deveriam estar aqui, alguns deles até bem mais importantes dos que os que aqui apresento, mas se estes 6 direitos dos designers gráficos fossem sempre cumpridos já estaríamos muito bem.
Abusem dos comentários para acrescentar outros direitos que achem que deveriam estar nesta lista.
Se puderem divulguem esta lista pelos vossos amigos designers e pelos patrões deles, quem sabe se algo muda na vida de algum de nós.
1 – Cada designer deve ter 2 monitores.
Os designers gráficos passam imenso tempo em frente a um computador com diversos programas abertos simultaneamente a desenvolver trabalhos que requerem enorme precisão.
Assim sendo a qualidade e o tamanho do monitor principal é essencial para um bom trabalho assim como é necessário o segundo monitor onde o designer gráfico colocará todas as paletes necessárias para o seu trabalho ser mais confortável e produtivo.
2 -Todo designer deverá ter um computador rápido e poderoso.
Todos os dias temos de trabalhar com arquivos maiores e programas que exigem muitos recursos do computador.
Logo um computador que hoje é um topo de gama está completamente ultrapassado em menos de 4 anos, estando nessa altura pronto a ser uma peça de museu.
Por estes motivos um designer deverá ter sempre um computador rápido e potente na execução das tarefas que lhe são pedidas.
3 -Cada designer deve escolher as ferramentas a utilizar (mouse, teclado, mesa digitalizadora, etc…).
Eles são os meios de comunicação do designer com o computador e depende deles para o bom desempenho no decorrer do trabalho.
Trabalhar com ferramentas que conhecemos e nas quais confiamos são meio caminho para aumentar a produtividade do designer.
4 -Todo designer deverá ter uma cadeira confortável.
O designer passa muitas horas na secretária em frente ao computador, pelo que uma cadeira de escritório bem confortável e ergonómica é uma ferramenta fundamental para o bem estar e a saúde de um designer.
Uma boa cadeira permitem-nos poupar as nossas costas, evita problemas futuros e permite-nos descansar eficazmente e recarregar as baterias num momento de pausa.
5 – Cada designer deve ter uma ligação à Internet rápida e estável
É praticamente impossível ver um designer gráfico a trabalhar no dias de hoje sem ter uma conexão a internet.
Existem imensos recursos que estão disponíveis online, pelo que trabalhar sem internet ou com uma ligação de baixa qualidade afecta imenso a produtividade de um designer.
6 -Cada designer deve ter um ambiente de trabalho silencioso e espaçoso.
O trabalho de um designer gráfico exige muita concentração e um bom ambiente para fomentar a criatividade é essencial.
Um ambiente silencioso, calmo e agradável é absolutamente essencial para termos a nossa criatividade disponível a 100% para todos os trabalhos.
fonte: João Bem




