O livro auxilia profissionais a entenderem a importância do briefing e como produzi-lo de maneira eficaz. Escrito baseado na experiência profissional do autor, é fácil identificar paralelos com o cotidiano das empresas e dos designers. Na visualização acima só estão disponíveis 24 páginas do livro.

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Você precisa decidir entre recusar ou aceitar uma grande proposta sem abrir mão dos seus princípios. Dizer não é importante, mas aprender a ceder aos clientes que valem a pena é ainda mais importante.

Acredito que a grande maioria dos designers ou webdesigners já tenham passado por essa situação: um cliente importante insiste numa ideia impraticável, que irá literalmente arruinar o projeto inteiro.

E por mais que se tenta convencê-lo, ele é firme na própria decisão. E agora?

Aqui é quando a gente encontra dois tipos de profissionais: os que só fazem o que querem e os que só querem fazer.

O primeiro grupo é teimoso, bate o pé e não tem medo de dizer não. Merecem em até certo ponto elogios, pois não são todos com tamanha coragem. Porém, talvez abram mão de ganhar confiança de clientes grandes e de conquistar oportunidades únicas.

O segundo grupo é subdividido em outros dois: os que não sabem dizer não e os que pensam muito bem antes de negar um projeto.

Os que excluíram o “não” do vocabulário terão que reaprender o modo de fazer negócios e tratar clientes. Ser bonzinho demais não funciona. Simples assim.

O aconselhável é analisar a situação antes de negar ou aceitar um projeto que vá contra seu modo de pensar.

Muitas vezes a conclusão que se chega é que um “não” simplesmente não é conveniente no momento. A importância do cliente é posta à frente da opinião do profissional.

É claro que isso não significa que o profissional nunca deva defender seu ponto de vista e tentar convencer o cliente da melhor forma de se fazer um trabalho ou projeto.

Estamos analisando, aqui, casos de clientes que insistem numa ideia e que não estão nem um pouco interessados em mudar de opinião.

Saber ceder é mais do que uma qualidade. Chega a ser um dom. Não só no mundo dos negócios, mas em todas as facetas da vida, os que só fazem o que querem acabam por irritar alguns, que lhe dão nomes como “mesquinho”, “egoísta” e outros piores.

Mesmo para aqueles que tiveram a sorte de trabalhar no que realmente amam, pelo menos uma vez na vida terão de fazer algo contra sua vontade, seja um projeto, um relatório, ou mesmo um cafézinho para os colegas.

O melhor a se fazer é analisar a situação. É sábio perder um cliente importante por discordar de seu modo de pensar, ou mesmo por orgulho? Está disposto a abrir mão de oportunidades vindouras por insistir em fazer as coisas apenas do seu jeito?

Portanto, saiba ceder. Não em todas as situações, mas nas que realmente valham à pena.

autor: Guilherme Dantas
fonte: [Webinsider]

Trabalhar com um Designer pode ser um desafio! Muitos clientes não sabem explicar ao Designer o que pretendem. Outros não sabem mesmo o que querem que o Designer faça. E ainda existem os Designers que não sabem ouvir o que o cliente quer.

Para que o próximo trabalho com um Designer seja mais produtivo ficam 10 dicas de como trabalhar com Designers.

1. Seja específico e concreto
Explique o que pretende com o trabalho usando palavras simples.
Evite comentários subjectivos que possam induzir o Designer tanto no erro quanto nos objectivos que pretende atingir com o trabalho.

2. Seja abertos e honestos
Seja honesto e direto com perguntas e comentários.
Ninguém ganha com comentários que não são ditos de forma direta.

3. Esteja ciente de que o design é um processo
É preciso tempo e diálogo para produzir um trabalho de alta qualidade. Dê ao seu projecto o tempo de que necessita para avançar corretamente.

4. Tente responder à pergunta, “Porquê?”
Em vez de declarar: “Eu não gosto dessa cor!” Tente perguntar:“Por que é que escolheu essa cor? ” Você verá como a resposta será surpreendente.

5. Lembrem-se, estamos todos juntos no processo criativo
É fundamental que tanto o designer como o cliente entendam que o objetivo é comum e que ambos estão trabalhando para atingi-lo.

6. Conheça o seu processo
O que lhe permite tomar decisões? O que você precisa para se sentir confiante com o projeto? Conhecendo o processo criativo fica mais fácil dar opiniões construtivas sobre o trabalho.

7. Reconheça quando o seu feedback é subjetivo
Quando suas respostas forem subjectivas, compreenda isso e tente ajudar o designer a perceber o que pretende.
Não que um feedback subjectivo seja menos válido, mas possibilita muitas interpretações de tal forma que o designer pode não ficar bem ciente do que pretende e errar nas revisões do trabalho.

8. Decida
Tomar decisões é a chave para avançar. Não deixe o projeto pendurado porque você está inseguro. Peça esclarecimentos,detalhes, tire dúvidas e decida! Só assim o trabalho pode avançar.

9. Comemorem o sucesso!
Você e o designer trabalharam duro para produzir algo de qualidade, então aproveitem o final do trabalho e comemorem!

10. Continuem refinando o trabalho
Tanto o você quanto o designer gastaram muita energia para criar um novo trabalho é muito mais fácil e menos dispendioso refina-lo e melhorá-lo continuamente que começar do zero. Use o trabalho que você fez como alavanca para continuar a crescer.

autor: João Bem
fonte: www.joaobem.biz/blog

Nem sempre você terá uma segunda chance de causar uma primeira boa impressão. Quanto mais forte for sua marca pessoal, mais fácil será a transição para o pós-carreira

Estar na vitrine para ser visto e admirado é pré-requisito de quem quer construir uma trajetória de sucesso. Por isso, a imagem que as pessoas fazem de você é um patrimônio valioso, principalmente no momento de sair de cena. Quanto mais forte for sua marca pessoal, mais fácil será sua transição para o pós-carreira.

Crie sua identidade como se fosse uma impressão digital, defina o que é mais marcante em sua personalidade, descubra as habilidades que você tem e as atividades que lhe dão mais prazer. Apareça, mostre-se. Seja uma grife, cuide dela com carinho e autenticidade. A imagem positiva é um produto que construímos e vai ajudá-lo em todas as fases da sua carreira.

Não esqueça que vivemos em uma sociedade que valoriza a aparência, a embalagem. Pense que como marca pessoal, você é um produto que precisa ter visual caprichado para causar boa impressão. Aprenda também a “vender seu peixe” e dê um impulso na imagem que as pessoas terão de você.

Em princípio pode parecer bobagem, mas o sucesso em qualquer idade depende de como nos posicionamos e somos vistos. Não deixe que as amarras do sobrenome corporativo o impeça de voar mais alto. A capacidade de se fazer notar e ser lembrado é fruto de muita dedicação e empenho. Ao criar sua marca você vai se tornar relevante quando deixar o sobrenome corporativo e, o que é melhor, não será “um João ninguém”.

Abaixo, reuni algumas dicas que podem ser úteis e mudar seu futuro:

Crie sua identidade – Defina quais são os seus valores, o que é mais marcante na sua personalidade.

Desenvolva seu planejamento estratégico – Estabeleça seus objetivos profissionais, metas e ações com prazos para conclusão.

Construa sua marca pessoal – Cuide do aspecto visual, da embalagem. Enxergue sua marca como um produto que estará na vitrine e cause boa impressão.

Tenha boa aparência – Seu visual é a primeira informação transmitida, que pode causar um impacto difícil a ser desfeito.

Turbine o visual – Use roupas apropriadas ao ambiente que você vai frequentar. Mas evite exageros na maquiagem, roupas com muitas estampas coloridas.

Venda o seu peixe – Falar em público é uma arte, abre muitas portas. Não saber falar em público, por outro lado, fecha outras tantas. Por isso, aprenda a se comunicar dentro e fora do trabalho.

Agora que você está pronto – Tim, Tim! Ao sucesso que sua marca lhe trará, hoje e sempre.

autor: Julio Sergio Cardozo
fonte: HSM Global




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