Todo pequeno empresário sabe que o tamanho do negócio pode ser um fator decisivo na hora de conquistar novos clientes. Se a sua empresa é classificada como micro ou pequena, isso não significa que você deva agir como um empreendedor pequeno o tempo todo. Se você seguir algumas das dicas a seguir, do site australiano de negócios Smart Company, sua empresa vai parecer bem maior do que é e causar o efeito que você espera tanto nos clientes quanto nos parceiros em potencial.

1- Faça um site sofisticado
A primeira coisa que um cliente em potencial vai fazer para avaliar a sua empresa é fazer uma visita ao seu website. Hoje em dia há muitas opções de qualidade acessíveis para todos os bolsos. Por isso mesmo, um site que perde em aparência ou funcionalidade para a concorrência leva o cliente a ter, eventualmente, uma má impressão.

2- Desenvolva sua presença nas redes socias
Marcar presença nas redes sociais é bom não só para fazer contato com novos clientes, mas pode fazer a sua empresa parecer mais “velha” e experiente. Manter uma marca ativa nas mídias sociais dá a impressão de que o negócio está no mercado há mais tempo do que realmente está. Outra vantagem de aderir às redes é a capacidade de receber feedback de clientes e do públlico em geral com muito mais frequência e rapidez.

3- Fale de você e da sua empresa
Negócios podem ser pequenos, mas eles devem usar uma linguagem “grande”. Você não precisa dizer, por exemplo, que é o presidente, faz a contabilidade, as vendas e a faxina. Procure agir e falar como se fosse um grande executivo. Ou, não se apresente necessariamente como o diretor, mas como um vendedor da empresa, por exemplo.

4- Faça um pouco de relações públicas
É difícil para pequenos negócios ganharem destaque diante do público, mas com a ajuda de um profissional de comunicação ou marketing, o resultado pode ser surpreendente. Existem profissionais autônomos e empresas juniores que podem desenvolver um projeto para a sua empresa a um custo menor.

5- Escolha um bom endereço
É tolice pensar que a apresentação não interfere na credibilidade à empresa. Um ponto comercial bem localizado também vai causar a impressão de um empreendimento bem estabelecido e confiável. Se você não pode arcar com um espaço só para sua empresa, considere a possibilidade de sublocar uma sala de outra empresa.

6 – Produza material de promoção de qualidade
Não economize nos panfletos, flyers e cartões de visita. Eles vão transmitir a “cara” da sua empresa. Por isso, procure a ajuda de um profissional para fazer um material que reflita tudo que sua empresa pode oferecer.

7- Desenvolva uma missão
Muitas empresas negligenciam essa etapa do plano de negócios, mas é importante ter uma missão bem definida. Um tema e uma visão para a empresa é uma das estratégias para ganhar o respeito e mostrar algum diferencial para os clientes.

8- Use um escritório virtual
Se você não pode pagar uma pessoa para atender o telefone, experimente usar um escritório virtual.

9- Se você tem um veículo, ele deve der um outdoor ambulante
Use o seu veículo como mais um cartão de visita. Isso também transmite credibilidade e profissionalismo. Só não exagere.

10- Fale de sua clientela
Nada melhor para chamar a atenção de novos e grandes clientes que se gabar de trabalhos e projetos já desenvolvidos. Também é preciso encontrar o tom certo para não parecer apenas que você é convencido. A ideia é mostrar para o futuro cliente que outras empresas confiam no seu trabalho.

autora: Debora Carrari
fonte:http://www.blogdosempreendedores.com.br
agradecimentos: ao @denerbrito pela dica da matperia

Essa é a chance de você ter ou presentear alguém com o melhor da Literatura. O Submarino da 15% de desconto para compra de 2 ou mais livros. Escolha seus preferidos, presenteie quem você gosta, comece ou complete a sua coleção. Então, aproveite, clique aqui.


autor: André Beltrão
editora: 2AB Editora

Sinopse:

Neste livro, André Beltrão mostra de maneira divertida, concisa e didática os segredos para a gestão eficiente da carreira do freelancer.

São muitas – e fundamentais – as dicas: como alocar os diversos custos fixos e também os variáveis de cada projeto; de que forma calcular juros para parcelamentos; quando dar descontos; qual a hora ideal de abrir uma empresa; dicas para se relacionar com os clientes (inclusive com os difíceis) e como valorizar o seu trabalho e administrar trabalho/vida pessoa, sem dramas. Entre outras questões também imprescindíveis à chamada “carreira solo”, o autor ainda ensina a montar planilhas, aliadas importantes no dia-a-dia do freelancer.

Escrito por um designer e com exemplos de casos do dia a dia do profissional da área, o livro será um ótima ferramenta também para outros profissionais de prestação de serviços. O desafio da gestão financeira é uma realidade de áreas diversas, como arquitetura, engenharia, etc. O livro certamente irá ser muito útil!

veja mais detalhes sobre o livro

Trecho do Livro

“Sem você, freelancer, a empresa Você Ltda.. não existiria, já que você é quem faz tudo. Considerando que você é quem manda na Você Ltda.., é natural que estabeleça não somente as estratégias, metas, planos, mas que também determine as questões administrativas do dia-a-dia da empresa.

É você quem vai decidir se a empresa será instalada em sua casa, na casa de seus pais, ou se é melhor alugar uma sala comercial em parceria com outros amigos-empresa.

É você quem vai decidir que espécie de recursos de telefonia precisará, a infraestrutura do escritório, que materiais vai manter em estoque e que salário vai pagar a si mesmo.

Essa capacidade de visualizar-se como o designer da Você Ltda. traz muitas vantagens e torna bem mais prática a sua organização. Mais profissional, com certeza.

Visualizar-se como pessoa (não só como designer) preserva sua individualidade e permite planejar sua vida pessoal.

Visualizar-se como empresa dá uma imagem mais profissional e cria valor aos olhos dos seus clientes e permite planejar, medir e controlar com muito mais eficácia.

O livro traz questões e dicas específicas para você e para Você Ltda..

Dica 1: Organização do dinheiro

Você precisa saber quanto gostaria de ter como salário. Esse valor deve ser maior do que o que você receberia se estivesse empregado em uma empresa, pois você não terá benefícios empregatícios e ainda assumirá vários riscos, como o de ficar sem trabalho.

Suponha, por exemplo, que você é recém-formado e sabe que seus colegas recém-formados recebem R$1.500 por mês. Pode ser que você estabeleça um salário de R$2.000 ou de R$2.500, por exemplo.

Essa será sua primeira meta de controle. As metas precisam ser quantificáveis e mensuráveis em um tempo determinado, assim você pode, por exemplo, estabelecer a meta de conseguir esse salário em no máximo um ano. Caso você esteja estudando ainda, recomendo dividir esse salário proporcionalmente, assim estabelecendo uma meta alcançável.

Para uma carga horária de quatro horas, por exemplo, considere a metade do salário desejado.

Com esse salário você pagará suas despesas pessoais, como qualquer mortal.

Você Ltda. saberá que precisa pagar a você aquele salário. E Você Ltda. terá outras despesas também, e as receitas dos trabalhos que você fizer.

Num dia determinado, Você Ltda. vai depositar o salário na sua conta (sugiro que você receba no fim do mês, já explico a razão).

Isso mesmo, serão duas contas de banco: uma para Você Ltda. e outra para você. A conta de freela profissional você vai usar para receber e pagar as contas do escritório. Se houver lucro, o dinheiro que sobrar ficará na conta da empresa para compensar eventuais prejuízos dos outros meses, e para garantir o seu salário futuro.

Se houver prejuízo, de cara a despesa que Você Ltda. pode reduzir para equilibrar as contas é o seu salário, por isto ele é uma meta. Em função dele, mais adiante você verá que Você Ltda. terá uma meta de faturamento.

Dica 2: Organização profissional do tempo como meta

Seu tempo é um loteamento de horas úteis para serem utilizadas no desenvolvimento do trabalho. É comum que os freelancers trabalhem noite adentro, nos fins de semana, em frenesis vertiginoso de trabalhos que se alternam com períodos de grande calmaria e aflição (medo de que não surjam outros trabalhos).

É importante reduzir essas diferenças para sua sobrevivência psicológica. Conheço pessoas que vivem assim nessa alternância há anos e que são visivelmente inseguras e insatisfeitas. Muitos acabam frustrados, fazem concursos públicos ou uma nova faculdade.

Percebi que muitas vezes os momentos de calmaria acontecem porque você fica tão totalmente absorvido pelo trabalho nos momentos de correria, que não consegue prospectar novos trabalhos.

Então a correria passa e você se vê de repente sem nada para fazer. Rapidamente consome o lucro daquele período. E freneticamente busca novos trabalhos. Então os trabalhos novos aparecem, em bando, e você entra na fase vertiginosa…

Para planejar o tempo

1. Se você estivesse trabalhando em uma empresa, teria um horário a cumprir. Com as suas horas trabalhadas, e com as horas dos seus colegas, a empresa geraria recursos para funcionar.

Por que você não tenta fazer o mesmo? Estabeleça como meta trabalhar oito ou nove horas por dia, no máximo. Se você já tem suas noites tomadas pelo trabalho será mais difícil mudar, mas, acredite,: é essencial conseguir.

Procure reeducar-se quanto a isto, e educar seus clientes. Você precisa estar à frente do seu negócio, você é o gerente! Aprenda a dizer não, e a negociar prazos factíveis.

2- Você Ltda. deve estabelecer um horário de funcionamento. Por exemplo, das 9h às 19h, horário comercial, 1 hora fechado para almoço. E no horário estabelecido, você precisa estar lá, senão a empresa fica vazia.

Depois você está liberado para viver sua vida, essa é a meta. Um horário de funcionamento é algo excelente para seus clientes: eles sabem que poderão contar contigo naquele horário, percebem mais organização e solidez.

É algo excelente para seus fornecedores também, eles passam a respeitar seus horários (chega de telefonemas da gráfica no meio da noite!).

Se você ainda é estudante, seu horário de trabalho pode ser equivalente ao que você precisaria cumprir em um estágio, quatro ou seis horas. Nesse caso, sua meta de salário deverá ser proporcional à carga horária.

Os telefones são ótimos aliados para essa organização do horário: se possível tenha uma linha telefônica só para Você Ltda., e uma secretária eletrônica conectada a ela. Após o expediente, você não atende mais aquele telefone. O mesmo vale para o celular, você pode ter um celular pessoal e outro para Você Ltda., que pode ser desligado após o expediente.

Você pode reservar uma hora do dia, ou mesmo em deter- minados dias da semana, para prospectar novos trabalhos. Assim o fluxo tenderá a ser mais constante.”

Pra quem é da área, iniciante ou já é profissional vale a pena ter o livro, eu comprei e engraçado que conforme a gente vai lendo percebe que várias vezes indicamos coisas para os clientes e esquecemos de fazer com nosso próprio negócio. Além de dicas o livro traz formulinhas, como montar uma tabela de custos, enfim varias coisas que nem da pra enumerar, a leitura está bem legal, valeu cada centavo, pena que a 2AB não tem programa de afiliado pra eu ganhar uns troquinhos com a indicação – rs

Iris | IFDBlog

Como obter uma campanha de email marketing de resultados? Muitos vão dizer – de pronto – que o ideal é manter a qualidade do mailing, a segmentação ou mesmo o monitoramento das ações. Ponto para todas as informações citadas. Mas, um fator não pode ser esquecido: o design da peça de email marketing e as técnicas empregadas pelos desenvolvedores na criação do template. Avaliar a forma como a mensagem chega e o impacto que o visual causa no destinatário fazem parte de um conjunto de ações para que uma campanha de email marketing atinja o melhor retorno sobre o investimento (ROI).

Com a ajuda de tecnologias, os templates são criados com textos e imagens e, o desenvolvimento destas peças merece alguns cuidados, desde seu layout até a maneira como se entrega a ação. O desenvolvedor, ao criar um template de email marketing, sofre uma série de restrições impostas pelas políticas de segurança dos clientes de email – aplicações como Yahoo, Gmail, Outlook, Hotmail etc, que fazem o gerenciamento de email -, por isso tem que ter em mente que o usuário pode visualizar o conteúdo em qualquer cliente de email e que a mensagem deve ser lida e exibida em todos eles.

Segundo Juliana Padron, Designer de Interface da VIRID Interatividade Digital, cada cliente de email tem uma forma própria de renderização – interpretação do código para exibir a mensagem – e o desenvolvedor tem que conhecer as diferenças entre os clientes de email para criar o template apropriado.

Atualmente, os templates são desenvolvidos na linguagem HTML porque têm suporte dos provedores. “A fim de oferecer o melhor suporte de linguagem aos diferentes tipos de mídia, o XHTML veio ampliar os recursos do HTML para que outros dispositivos – móveis, por exemplo – pudessem acessar as páginas Web. Por isso, recomendamos aos clientes a versão HTML 4.0 ou XHTML”, explica Juliana.

Como driblar os bloqueios nos clientes de email

Para entregar uma peça de email marketing em diferentes clientes de email, o desenvolvedor precisa obedecer a uma série de regras, como analisar quais clientes predominam na base de dados de sua empresa e, a partir daí, criar ações diferenciadas para cada um. Se a análise constatar que a base tem muitos clientes de email que não suportam vídeo, a campanha deve ser desenvolvida em cima de outros aspectos. Por exemplo, inserir o vídeo não no código da mensagem e sim em link, para que seja visto na página web.

Juliana avalia que pensar no conjunto da peça facilita o trabalho de convencer o usuário a abrir o email e que, para alcançar o objetivo do clique, a mensagem precisa ser atraente, convincente e trazer uma informação clara sobre o que quer passar.

“Na hora da criação, é primordial conhecer as restrições dos clientes de email e evitá-las nas mensagens. O blog da VIRID (http://emailmarketing.virid.com.br) traz uma área específica sobre boas práticas do email marketing, que tem artigos, manuais e dicas sobre o desenvolvimento do template. É um estudo pronto para os desenvolvedores consultarem e saberem as limitações dos clientes de email”, ressalta Juliana.

Substituição de imagem

É fato que a imagem é o aspecto mais chamativo de uma mensagem. A maioria dos clientes de email aceita imagens, mas como combate conteúdo inapropriado, ainda pergunta se o usuário quer carregar a imagem. Assim, entregar uma mensagem já com as imagens carregadas é um desafio para o desenvolvedor.

Em campanha que os usuários não conseguem ver as imagens, é preciso achar uma forma atraente de visualização, a ponto de levar o cliente ao clique. Para tanto, existe a opção de colocar um texto alternativo em substituição a imagem quando ela não é carregada. Para mostrar o conteúdo da mensagem e atrair a atenção do destinatário, o atributo ‘Alt’, permite a inserção deste texto alternativo.

Além destes cuidados, por padrão, a plataforma Virtual Target insere um aviso no email marketing para o usuário cadastrar o contato da empresa com a qual mantém relacionamento em sua lista de endereços, evitando o transtorno de, toda vez, permitir o desbloqueio de imagens.

Opt-out

Dentro das boas práticas do email marketing, toda mensagem tem que ter o link opt-out. Mas, em muitos casos, este link não funciona ou apresenta funções que dificultam o efetivo descadastramento do cliente.

O ideal é facilitar o processo e oferecer ao usuário um link automático para que, sem muito esforço e sem percorrer muitas telas, consiga cancelar o recebimento de mensagens que não são de seu interesse. No máximo, a empresa remetente deve perguntar o motivo do cancelamento ao cliente, visando tomar as medidas necessárias e não prejudicar sua marca.

Como dica para a criação de uma boa peça de email marketng, Juliana Padron acrescenta que apesar de todos os estudos disponíveis no blog da VIRID, é bom que os desenvolvedores acompanhem as novidades do mercado por meio de blogs, como o oficial do Gmail, e de canais que orientam estes profissionais, como as redes sociais, por exemplo o twitter do navegador Mozilla Firefox, e sites oficiais, como o área para desenvolvedores do site da Microsoft.

Templates de email marketing na prática

Na sede brasileira de uma das maiores empresas de cruzeiros marítimos do mundo, a Royal Caribbean, a tecnologia apoia a elaboração de seus templates para campanhas de email marketing e, consequentemente, leva a uma comunicação muito mais efetiva com a base de dados. Os templates são montados pela equipe de web da empresa na plataforma de envio e gestão de email marketing Virtual Target. As criações são realizadas considerando estudos internacionais de comunicação dos processos de retenção da mensagem por parte dos clientes.

Fernanda Dominicis, Gerente de Marketing da Royal Caribbean, ressalta que antes da adoção da plataforma Virtual Target, os usuários recebiam a mensagem com as imagens bloqueadas e somente as viam ao permitir que o cliente de email fizesse o desbloqueio. “Isto trazia um impacto negativo porque o destinatário poderia considerar a mensagem não confiável e deletá-la. Por meio do envio feito pela Virtual Target, o cliente consegue identificar o conteúdo do email, mesmo que não veja a imagem” avalia a Gerente.

A Royal Caribbean transforma os conteúdos das mensagens em HTML para que o usuário visualize os textos antes da imagem e a desbloqueie de forma segura, uma vez que as informações importantes aparecem antes da imagem como medida de segurança e recurso aplicado para atração do destinatário. Todos estes processos de melhoria permitem que o público alvo reconheça a mensagem como proveniente da Royal Caribbean, ampliando sua interatividade com a empresa, sendo estimulado ao clique.

Desde o início da criação dos templates da Royal Caribbean, quanto mais simples a informação chegar, mais fácil será a compreensão dos clientes. Trabalhando com ações segmentadas e dentro das boas práticas do email marketing, a Royal Caribbean disponibiliza o link opt-out aos clientes por um recurso já implantado na Virtual Target. “Atuamos por perfis de clientes e acreditamos que, se recebem uma mensagem relevante, não vão usar o opt-out. Por isso, a importância de se ter um mailing qualificado aliado a uma boa construção do template, assim, os clientes não têm motivos para se descadastrarem do mailing”, diz Fernanda.

Para atrair a atenção dos clientes, antes de apresentar seus produtos, a Royal Caribbean insere nos emails informações importantes sobre seus cruzeiros e na análise da empresa, a iniciativa tem dado certo, pois o relacionamento e interação com os clientes têm justificado os envios de email marketing.

Boas práticas na elaboração do template

As discussões em torno das boas práticas de email marketing visam garantir a utilização das tecnologias de forma ética, pertinente, responsável e aderente ao ordenamento jurídico nacional. Neste sentido, é essencial que toda peça contenha a descrição do opt-out como um procedimento simples e ágil para o descadastramento. A abordagem aos destinatários também deve ser clara e sem artifícios.

Como exemplo, o campo “assunto” da mensagem deve permitir fácil identificação, assim como sua descrição estar adequadamente relacionada ao conteúdo da mensagem. Ainda é preciso evitar expressões que causem interpretação dúbia e que não revelam a origem da mensagem/remetente. Por isso, recomenda-se o uso de recursos em HTML ou TXT, evitando obscuridade do conteúdo original da mensagem.

Segundo Dr. Victor Auilo Haikal, advogado e sócio do escritório Patricia Peck Pinheiro Advogados, apenas a inserção de uma nota legal no rodapé da mensagem não a torna aderente às boas práticas, mas sim, quando toda a condução da campanha demonstra comprometimento com os princípios éticos.

“Isto vai desde a coleta dos dados de cadastro, a abordagem clara e verdadeira, a frequência moderada de envio, até o pronto atendimento às solicitações de descadastramento, favorecendo o amadurecimento do mercado, por meio do respeito ao consumidor, abandonando de vez as técnicas que caracterizam o spam”, enfatiza Haikal.

Em linhas gerais, as empresas devem buscar respeitar os direitos constitucionais de privacidade e intimidade do destinatário. Por isso, o segmento de email marketing tem reconhecido a importância de uma base de dados autorizada e confiável, ou seja, aquela em que todos os cadastros foram previamente autorizados ou que, ao menos, exista prévia relação social ou comercial entre o remetente e os destinatários.

De acordo com Victor Auilo Haikal, os templates devem ser entendidos como “molduras”, ou seja, formas pré-estabelecidas ou pré-formatadas de publicidade, contendo apenas a estrutura básica de formas, proporções, cores, estilos e campos de texto.

Assim, a ética nas ações de email marketing não se reflete apenas no design da peça, e seus requisitos não podem ser contidos todos nos templates. As boas práticas começam na criação, mas devem ser verificada na linguagem, na abordagem ao consumidor e, principalmente, no atendimento de suas demandas.

Os templates precisam estar em conformidade com toda a legislação em vigor, embora não haja texto específico para o email marketing, este deve atender ao dever de informação exposto pelo Código de Defesa do Consumidor e devem ser observados, em especial, os termos da Lei de Propriedade Industrial, 9.279 de 1996 e das disposições da Lei dos Direitos de Autor, 9.610 de 1998.

fonte: http://emailmarketing.virid.com.br

Dicas

Código de autorregulamentação para prática de e-mail marketing
Truques de HTML para Email marketing
Formato ideal de imagens no email marketing
Otimize seu código html para email marketing
Acessibilidade no email marketing: atributos alt e title

 

 

Os primeiros dois anos à frente da ANJ (Associação Nacional de Jornais) “foram de trabalho muito intenso” para a executiva Judith Brito, superintendente do grupo Folha da Manhã. “Apesar de vivermos numa democracia em pleno processo de consolidação, há muito a fazer para continuar defendendo a liberdade de expressão. Também temos discutido muito a questão prática de encontrar modelos de negócios saudáveis para o jornalismo dentro do novo mundo digital”, afirmou, um dia após a sua reeleição para novo mandato de dois anos. “Nossa missão básica não muda. A ANJ foi criada para defender a liberdade de expressão, e isso continuará a ser a nossa bandeira. Temos dialogado com o poder judiciário no sentido de buscar um entendimento amplo e completo da decisão do STF que derrubou a Lei de Imprensa do governo militar. Nossa preocupação é com algumas decisões, especialmente em primeira instância, que na prática significam censura prévia. Temos também o grande desafio de encontrar soluções para que a transição para as plataformas digitais seja feita de forma a fortalecer o jornalismo de qualidade”, acrescentou.

No cenário digital, a publicidade, responsável por grande parte das receitas dos grandes jornais, “continuará sendo fonte de receita indispensável para o jornalismo em qualquer plataforma. A questão é que ainda há muitas incertezas sobre como serão distribuídas essas receitas nos modelos digitais. O risco é de a concentração das grandes plataformas tecnológicas ser replicada de forma permanente na captação da publicidade online. Por exemplo: o Google, que é uma corporação muito competente, tem hoje mais de 90% do mercado de links patrocinados no Brasil, já que é proprietária do maior sistema de buscas do mundo. Há uma divisão da receita desta publicidade com os produtores de conteúdo, mas não há competição, o que dificulta a negociação saudável. Da mesma forma, as empresas de telecomunicações, que detêm a infraestrutura necessária para o tráfego dos nossos conteúdos, são nossas competidoras. São cenários preocupantes, com os quais temos que lidar imediatamente”, argumentou a presidente reeleita da ANJ.

Os jornais mantêm a segunda colocação na fatia do bolo de mídia, mas o volume vem diminuindo, mesmo que timidamente. No primeiro semestre deste ano a participação era de 21,4% e o faturamento de R$ 7,5 bilhões. Apesar de ter crescido nominalmente (no mesmo período de 2009 o faturamento bruto foi de R$ 6,3 bilhões), perdeu 1% de share. “A conta do share é um pouco ingrata para os jornais, por ser este o segmento mais diversificado e desconcentrado entre as mídias. São mais de três mil jornais em todo o País, e a grande maioria deles não fornece os dados para o cálculo do share. Também há o impacto direto de certos setores que são anunciantes mais típicos dos jornais, como o imobiliário e o automobilístico.

Com a expansão desses setores, é natural que o share dos jornais volte a crescer. Outra frente é o crescimento de nossas receitas em plataformas digitais. Mas, no fundo, nossa reação tem que ser como sempre foi: com muita garra dos nossos times comerciais, que precisam demonstrar as vantagens para as marcas de anunciarem no setor que desfruta da maior credibilidade entre as mídias”, ponderou Judith.

Os principais desafios do meio jornal nesse momento de grande competitividade de mídias e o mundo digital abrigando todas elas, simultaneamente, “são continuar a ter o reconhecimento pela produção do conteúdo de qualidade. Isso significa respeito aos direitos autorais e remuneração adequada, que permita a continuidade dos altos investimentos que as empresas jornalísticas precisam fazer permanentemente para manter a produção do jornalismo investigativa e independente”, argumentou.

Como preservar o papel dos jornais e do jornalismo diante da era digital? Judith responde: “Essa é a pergunta de um milhão de dólares, para a qual o mundo ainda não tem resposta pronta. Acredito que haverá lugar para todos os modelos que já suportam a mídia tradicional: conteúdos abertos patrocinados por publicidade e conteúdos especiais de acesso exclusivo a assinantes”, finalizou.

autor: Paulo Macedo
fonte: http://www.propmark.com.br




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