Mudanças nos pontos de venda poderão ser sentidas em todos os países de atuação da companhia

A Intel criou uma nova identidade visual válida para todos os países em que atua. As mudanças feitas nos pontos de venda, por exemplo, vão auxiliar aos consumidores a visualizar os produtos de maneira mais organizada. O logo também ganhou uma reformulação. Confira todas as novidades na matéria que produzimos.

fonte: Olhar Digital

Alguma coisa podemos aprender com os cardápios de restaurantes: eles fazem parte da “experiência” dos sentidos para proporcionar prazer. E seguem alguns truques para nos fazer gostar mais… e gastar mais também.
Experiências sensoriais desencadeiam no cérebro respostas rápidas. A visão de um suculento hamburger no anúncio na televisão ou o cheiro de um doce de chocolate despertam a vontade de experimentar. Estes são dois exemplos de como podemos explorar a psicologia sensorial para influenciar as decisões de compra do consumidor em um restaurante.

Além de impactar o cliente pelos aromas e sabores, uma boa casa deve impactar também pelo visual, que vai da decoração ao mais importante – o cardápio!

Layout

O design é crucial. A melhor opção é por um layout simples e com fontes clean. Só coloque fotos se elas forem mais bonitas que o prato em si, fotos do estilo McDonald’s. Se a foto for amadora, o efeito é contrário, a comida fica com aspecto asqueroso, não dá fome, dá enjôo.

Um cardápio de página dupla é sempre a melhor opção para levar o cliente aos melhores pratos. A leitura num cardápio de página simples é vertical, mais fácil de comparar preços.

Porém a leitura num cardápio de página dupla é mais complexa e nos obriga a olhar para vários lugares. Com isso podemos colocar os produtos mais rentáveis nas melhores partes. Como o canto superior direito.

Disfarce os preços

O que restaurantes, pelo menos a maioria, fazem com o cardápio: colocam todos os preços alinhados à direita, um abaixo do outro. Se todos eles estão assim eu posso facilmente comparar e certamente escolherei os mais baratos. É melhor ter os preços e cifrões colocados discretamente no final da descrição de cada produto.

Faça o cliente folhear

Um cardápio deve ser como um supermercado. Os itens mais pedidos, mais comuns, como hamburgers, sanduíches e fritas, devem estar escondidos no cardápio. Não devem ter acesso fácil. No supermercado os itens que compramos com frequência, como leite, carnes, arroz e feijão, sempre ficam nos fundos; nós temos que comprá-los mesmo, então tanto faz o lugar onde estiverem, nós vamos até lá.

Como estão no fundo, o supermercado nos obriga a passar por vários outros produtos mais caros e que podemos comprar por impulso. Escondendo os itens comuns no cardápio, o cliente é obrigado a ver outros produtos, o que aumenta a sua chance de gastar mais e não optar pelo de sempre.

O nome do prato

O nome do prato é a parte mais importante para vendê-lo a quem não o conhece. Um cliente não será incentivado a experimentar um prato novo por causa do preço. O nome precisa ser criativo, criar interesse, despertar a curiosidade.

Um amigo renomeou todos os itens do seu cardápio com nomes nada convencionais, deixando qualquer um curioso com qualquer prato. Por exemplo, o torresminho com mandioca virou “tadinho do Chiquinho”, a carne de sereno virou “não sou carne de sol” e assim por diante. Os adjetivos também não devem ser poupados, eles são tão importantes quanto o próprio nome.

O que você acha melhor? Ovos mexidos ou ovos mexidos com manteiga fresca? Pense em sabores e gostos, palavras como crocante e picante dão ao cliente uma melhor idéia do que está por vir. Longas descrições devem ser reservadas para os pratos mais rentáveis.

Lembre-se:

  • Um cardápio não é um amontoado de letras, não é anúncio publicitário. Dê destaque ao que precisa ter destaque.
  • Vermelho e amarelo são cores que evocam a fome. Usadas na forma correta dão vida ao cardápio; usadas demais, cansam qualquer um.
  • Os pratos que possuem mais atributos (nome diferente, adjetivos, descrição…) vendem mais que “nomes sozinhos” no cardápio.
  • Nosso olhar é preguiçoso, ele é atraído por qualquer coisa diferente. Seja o negrito de uma letra ou uma caixa em volta do texto. É fácil levar o olhar do cliente para onde interessa sem agredir o layout.
  • O canto superior direito deve ser sempre reservado para o prato mais lucrativo.
  • Tenha versões diferentes do mesmo cardápio para atender necessidades diferentes. Se recebe muitos turistas, tenha ele em outros idiomas, se recebe pessoas idosas, tenha um com fontes maiores.

Com certeza um cardápio não faz milagre. Ele faz parte da “experiência”, que é aquilo que motiva alguém a indicar um restaurante para um amigo. O atendimento dos garçons, o ambiente, a música, a decoração, as pessoas, os pratos, o cardápio… tudo deve estar alinhado para proporcionar ao cliente a melhor experiência possível. Só assim ele voltará a comer ali novamente!

autor: Rafael Mantesso
fonte: webinsider

Oi pessoal o IFDBlog foi convidado ha um tempo pela equipe do Top Blog a se cadastrar e participar do prêmio deles.

Hoje navegando notei que alguns blogs já estavam com um banner de votação e eu não recebi nenhum email sobre inserção de banner apenas sobre o cadastro que fiz no mesmo dia q eles entraram em contato comigo…enfimmmmmmm antes tarde do que nunca  ta ai o banner para votação, basta clicar e votar.

Conto com o apoio de todos leitores do IFDBlog ;)

 

Em tempos de gripe econômica e de crise do porco é sempre bom relembrar algumas questões fundamentais como a relação promoção e construção de imagem diferenciada. Embora sejam reais as necessidades promocionais, não só nas crises, mas em todos os tempos, se a idéia é construir marcas e produtos duradouros, é bom estar atento.

Promoção é o maior barato

Para sair da mesmice, primeiro é preciso tomar consciência de que se está lá. Isso é que é o difícil porque para adquirir consciência o caminho é sempre duro, dolorido e, às vezes, muito caro. Isso vale para a vida íntima e vale, também, para a vida nos negócios. Mas, embora tentado pelas possibilidades das analogias, vamos falar só dos negócios.

Há muitos motivos para estarmos vivendo um tempo de mesmices na comunicação de marketing, principalmente na publicidade, aqui tomada como sinônimo de propaganda, embora não sejam a mesma coisa. Muitos são os “culpados” e é claro que, como dizia o pensador, “o outro é o inferno” e, portanto, o inferno é o culpado da mesmice na publicidade. Às vezes o inferno é o anunciante, às vezes é a agência, às vezes são os veículos e outras os fornecedores diversos. No entanto, a mesmice é uma praga que se instala nas mentes com medo, com medo de inovar, com medo de arriscar, com medo de perder vendas e faturamento. Nunca vi tanto medo de arriscar quanto hoje. Toda a tecnologia dos MBAs, Mestrados e Business Plans parece estar aumentando a cultura do medo e a busca pela certeza e infalibilidade. Vale a pena lembrar que não existe certeza e infalibilidade no mundo dos negócios, o risco é inerente a qualquer atividade lucrativa e as falhas a qualquer “equipamento” mecânico ou humano. Não existem negócios sem risco. Existe uma lei implícita nos mercados de toda espécie que quanto maior o risco, maior as possibilidades de perdas, mas também maiores os ganhos se houver o acerto. A “caderneta de poupança”, aplicação do mercado financeiro, é o exemplo maior disso: tem risco muito pequeno, praticamente nulo, até cerca de R$20 mil de depósitos, se confiarmos no aval do Governo Federal, mas dá até sono quando olhamos o extrato de rendimentos no final do mês. Por isso, quando o medo aumenta e se movimenta para, ilusoriamente, diminuir o risco, a comunicação publicitária empobrece e caímos na mesmice.

Sem risco e com mesmice, protegemos nossos empregos no curto prazo, mas entramos em concordata profissional logo em seguida. E não vamos pensar que a mesmice está em um só lado. Pense rápido e responda: quem são as empresas, pequenas e médias, que estão investindo em comunicação para a construção da sua imagem institucional, para a fixação da sua marca? Quase sempre, nessas realidades do medo, a verba migra toda para o promocional, para o esforço de venda do produto, para o ponto de venda, que é importante sem dúvida, mas investimento promocional é, também, investimento para o curto prazo. Roy Williams, um adorável maluquinho, criou um exemplo maravilhoso para ilustrar esse outro tipo de mesmice. Ele pede que, como empresários, nos imaginemos como um soldado ferido e entrincheirado no front de batalha. Nossa perna está ferida e sofremos dores insuportáveis. A equipe paramédica, diante da situação, aplica uma dose de morfina e ufa… Quando as dores voltam, outra dose e ufa… e depois outra e outra e mais outra dose. Enquanto houver morfina, não haverá dor e parecerá que está tudo certo. Assim, a dor de caixa é um aviso para a empresa de que algo está errado, mas a morfina promocional, embora seja útil para aliviar a dor e nos colocar sonhando, não salvará a perna gangrenada. Cuidado, morfina vicia e promoção também, mas apesar de tirarem a dor do curto prazo, não salvam o paciente. Às vezes matam. E nesses casos o “barato” sai muito caro. Para curar a perna e o fluxo de caixa gangrenado é preciso correr o risco de uma cirurgia, uma cirurgia que construa a marca em um horizonte de médio e longo prazo. Uma cirurgia que nos tire da mesmice e da condição de “paramédicos aplicadores de morfina mercadológica”. Vamos assumir riscos calculados, vamos convencer os anunciantes a fazê-lo junto conosco e vamos desposar os riscos da convicção e os lucros dos resultados que conquistarmos. Confiamos o suficiente nas nossas habilidades como cirurgiões?

Fazer propaganda promocional não é necessariamente fácil, mas ela já foi formulada, pode ser modelada e facilmente copiada. O tradicional modelo AIDA prevê 4 etapas a serem respeitadas na propaganda, a partir de um produto que apresente alguma possibilidade de “ganho adicional” ao consumidor. O “A” de Atenção tem a ver com a “Intrusão” de Roy Williams e prevê que se deve provocar sensorialmente o consumidor com a comunicação, impactá-lo é a palavra. O “I” de Interesse é também a “Proposição” de Williams que prevê uma abordagem de relevância, importância e irrecusabilidade da oferta. O “D” de Desejo, para Williams é “Lógica” e tem a ver com a argumentação que desperta e seduz pelas provas “da ciência” ou os apelos da emoção. E, finalmente, o segundo “A” de Ação, que é para Roy Williams a “Urgência”, diz “faça o consumidor se mexer, fixe limites de prazo para que ele não se acomode”. Essa é a fórmula de morfina do Guru que, de fato, funciona e é até recomendada para tirar dores emergenciais nos negócios. Mas, empresários, profissionais, professores e interessados no assunto, não devemos esquecer que morfina vicia e não salva pernas gangrenadas. Só o investimento na construção da marca e nos relacionamentos efetivos com o mercado é que cura e revigora qualquer negócio. E lembremo-nos de que quem oferta preço vai ser procurado pelo preço, sempre. Isso vale também para as agências, enquanto negócios, que têm se vendido promocionalmente desvalorizando o verdadeiro diferencial que é a sua inteligência criativa. Para finalizar, fiquei pesando o que o soldado ferido poderia dizer sobre marketing para nós e ele respondeu: “a mesmice é uma trincheira segura cercada de bombas promocionais por todos os lados”, mas ali a perna não vai ser curada.

autor: Dagoberto Dalsasso
fonte: Acontecendo Aqui

Convergência digital – uma realidade no mercado brasileiro – levou várias empresas a desenvolver seus serviços pela Internet. Há algum tempo, já não precisamos sair de casa para ir ao banco, fazer compras, alugar DVDs, ou mesmo ligar o rádio para ouvir música, pois tudo está ali, online. O acesso à web e, consequentemente, ao mundo, já é mais do que comum. Tão comum que não precisa mais ser feito somente pelo computador. A inovação da tecnologia está gerando diferentes plataformas para acessarmos a internet, como celular, vídeo games, televisores etc… Destes dispositivos, citados, o de maior destaque, devido a mobilidade que ele nos proporciona, é o celular que, aos poucos, está sendo trocado pelo smartphone. Afinal, sabemos que o aparelho não serve apenas para telefonar, mas para inúmeras outras funções, praticamente semelhantes as que executamos em nossos notebooks ou desktops.

Só no Brasil, são cerca de 150 milhões de linhas móveis ativas, das quais 7,3% dos usuários acessam o mundo virtual via celular, ou seja, uma média de 11 milhões de pessoas (Pesquisa Nielsen). Porém, para acessar a web através desse multicanal de forma rápida e eficiente, os consumidores estão migrando para aparelhos mais ‘turbinados’, com tecnologia 3G (terceira geração de telefonia), especialmente os smartphones, que trazem maior capacidade de transmissão. Atualmente, o Brasil conta com 3,5 milhões de celulares 3G, aponta os dados da Nokia Siemens Networks.

O hábito de acessar a internet levou ao que já esperávamos: ler e responder emails. E, junto com isso, levou também mais oportunidades para empresas que desejam se comunicar diretamente e se beneficiam dos recursos propiciados pela evolução da tecnologia. Estamos em uma fase de mudança de comportamento e é preciso acompanhar esse processo para se manter no mercado.

O cenário é promissor e traz oportunidades que ninguém imaginava. Email marketing no celular? Diria email marketing na era da mobilidade. Sim, uma tendência que vai virar realidade a uma distância não tão grande assim. Só que, como em tudo que é novo, o planejamento é fundamental. Os acessos aos emails pelos smartphones ainda são tímidos, visto o tamanho populacional de nosso país. Mas, visto também a extensão rápida do uso do celular, não precisa ser especialista no assunto para saber que a aderência por esse tipo de comunicação será mais ágil do que prevemos.

Então? Chegou a hora de deixar a casa pronta, com ações iniciais que já podem ser aplicadas e alinhadas a essa tendência. O email marketing, como sabemos, é o único canal de mídia online que permite mensurar, além de quantos, quem se interessou pela sua comunicação. A estratégia de identificar perfis e segmentar continua e é fundamental, claro. Porém, a mudança está na aplicação.

A visualização do usuário de smartphone sempre, ou na maioria das vezes, é rápida. Portanto, a comunicação deve ser cada vez mais objetiva e, acima de tudo, com uma abordagem diferenciada. O campo visual é muito menor do que a tela de um computador, geralmente entre 2” ou 4”.

Mas, como diferenciar se sua visualização foi feita pelo smartphone ou computador? Sim, é possível identificar, em uma campanha de email marketing, de qual dispositivo o usuário acessou a mensagem. E, somente com essa mensuração pode-se mudar ou inovar nas estratégias de comunicação, considerando a criação direcionada para smartphones. E é aí que entra a preocupação com o trabalho de personalização das mensagens, pois, de acordo com a plataforma utilizada pelo destinatário para leitura, sua mensagem pode ser ou não lida.

No caso de ofertas para aquisição de produtos e serviços, é essencial entender que a compra provavelmente será feita através do computador. Claro que a tendência é que esse comportamento mude, porém hoje, os usuários estão utilizando o smartphone como filtro para eliminar de imediato emails irrelevantes, deixando apenas as mensagens importantes para uma interação posterior.

A chegada da tecnologia 3G propiciou a rápida aderência ao acesso a internet pelo celular. O número de pessoas que buscam por sistemas inovadores hoje só não é maior pela deficiência na capacidade de transmissão de dados. Mas sabemos que a tecnologia avança, ou melhor, corre.

Só acompanhará essa corrida quem decidir chegar primeiro. Mas, antes de tudo, planejar e aplicar a ética na comunicação continuam sendo estratégias fundamentais, mesmo quando falamos de email marketing no smartphone.

Preparar-se para as etapas só facilita a passagem para as próximas. Que venha a tecnologia 4G. Comunicação em voz, vídeo e dados…o triple play em uma escala ainda melhor do que a ‘já’ atual 3G.

autor: Walter Sabini Júnior
fonte: Virtual Target




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