Neste Brasil maravilhoso, escola e celeiro de tantas crises, confesso, estou igualmente entrando em crise, acho que perdi a validade, a auto-imunidade. A palavra crise tomou conta da mídia, da sociedade, do mundo. Não temos escapatória, aliás, não adianta fechar os olhos, ouvidos e a boca, a virulência das informações não perdoa nem os otimistas de plantão. Se omissos, corremos o risco de sermos tachados de alienados frente ao massacre midiático. Se entrarmos no clima de pessimismo, é de quem só vê o lado negativo.

Na falta de grandes noticias, de grandes movimentos culturais e políticos, de grandes iniciativas (o pré-sal já morreu), de projetos sociais, somos alimentados diariamente por informações constantes, via um universo de eruditos, do frentista ao motorista de táxi, além de todos os outros tipos viróticos de informação. Uma enxurrada de informações, na maioria negativas. Começam no café da manhã, informações sem hora para terminar, tendo inclusive, a capacidade de ofuscar todas as outras que naturalmente fazem parte do nosso cotidiano.

Antes de ser considerado reacionário, é bom deixar claro que não sou apologista de esconder ou manipular informações, no mínimo, pleiteio o equilíbrio das informações, sem a massificação do pessimismo que está tomada conta da sociedade. Gostaria de ver ações que gerassem motivação, planos, ainda que nem todos dêem certo, para que a sociedade e a classe empresarial pudessem investir em esforços imediatos, visando criar mais empregos, manter os atuais, dar tranqüilidade aos brasileiros mais do que penalizados pelas permanentes intempéries a que são submetidos.

Ainda que aparentemente existam varias crises, a nossa, a real, é a de empresários preocupados com a atividade e a sobrevivência. A “crise” que o governo esnoba e endossa aos países ricos. A crise social, mais uma. A crise da consciência, infelizmente uma prerrogativa em desuso. A crise da elite política preocupada com os seus conchavos geopolíticos. A crise da receita, preocupada em compensar uma eventual perda das receitas fiscal e tributaria. A crise dos grandes pensadores estratégicos do Brasil, preocupados em como justificar a continuidade de impostos, de achaques, de aumentos, todos na contramão das ações do mundo global. A crise existencial de como continuar pagando a educação e saúde dos nossos filhos. A crise de sobrevivência dos nossos aposentados.

Crise é endêmica, desde Dom. João VI, com maior ou menor intensidade, sempre esteve presente no nosso dia-a-dia, no momento está viva e tem que ser encarada pela sociedade como uma tempestade temporal para ser combatida de forma construtiva. Todos sem exceção têm um compromisso, lutar pela sua extinção, sem oportunismos, especulação ou demagogia.

Cabe ao governo reger uma mobilização a todos os níveis, sem populismo, sem espírito de palanque eleitoral, sem oportunismos, compromissado, sem querer levar vantagens, integrado aos meios de comunicação, divulgando ações estratégias capazes de debelá-la e, acima de tudo, ressaltar a complexa tarefa de demonstrar para a sociedade o seu real compromisso.

A mesma força midiática usada para divulgá-la deve ser usada para gerar otimismo, motivação, incentivando as organizações, a sociedade no desenvolvimento de modelos de desenvolvimento sustentável, modelos que se sobreponham às crises, não só as econômicas, mas também, as energéticas, de saúde, crises de valores, de violência.

Usando a analogia do futebol, tão ao gosto do nosso ilustre presidente, precisamos entender que cair de divisão não é o fim do mundo, desde que isso sirva de lição de Benchmark. Empresas e sociedade não podem mais ser administradas com improvisos ou ações populistas. Vamos transformar a crise num ato de cidadania. O momento não poderia ser mais propício para debater um novo modelo de desenvolvimento sustentável, empresas, governos e cidadãos, dispostos a contribuir, a minimizar seu impacto, mudando hábitos e criando novos paradigmas.

A crise econômica mundial, considerada a pior de todos os tempos, faz engrossar o coro generalizado dos descontentes. A sociedade reclama frente aos modelos do sistema econômico social e político, que não podem, não devem mais continuar. Não são adequados, são modelos egoístas, injustos, modelos com dois pesos e duas medidas, incapazes de enfrentar a maioria dos problemas sociais mais prementes da sociedade.

Torna-se necessário uma mudança, uma mudança que minimize a crescente desigualdade global de riqueza, da distribuição de poder, uma mudança coletiva, não somente de responsabilidade do governo, é hora de saber usar as múltiplas inteligências, e harmonizar os anseios da sociedade brasileira. Não temos um salvador, um Barack Obama, mas temos que acreditar que algo melhor pode estar por vir.

- Quase a metade dos empresários (46%), acredita que as medidas adotadas pelo governo brasileiro para contornar a crise são insuficientes; outros (30%) crêem que as medidas são consistentes e um terceiro grupo (24%) considera que elas privilegiam apenas alguns setores mais organizados. – Artigo extraído do portal HSM On-line de pesquisa feita pelo Fórum de Líderes Empresariais.

Não gostaria de terminar sem antes colocar uma questão a todos os que tiveram paciência para ler o meu artigo, não é futurologia, mas o que cada um de nós pode ou está fazendo? Mesmo sabendo que a grande maioria não tem poder para mudar os rumos da economia, aliás, nem somos escutados, como podemos participar usar o exercício da cidadania? Como podemos ter representatividade? No mínimo igual a que temos quando se trata de pagar as pesadas contribuições a que estamos sujeitos.

E nós homens de comunicação? Clientes. Como podemos contribuir para igualmente minimizar os riscos reais e especulativos, que assombram as nossas atividades? Entidades de classe, agências, veículos, homens de comunicação, está na hora de sentar, de refletir, de fazer propostas concretas. Senhores comunicadores vamos usar o prestigio pessoal, vamos sair da mídia elitista, dos grandes programas de auditório, vamos convocar as grandes figuras notórias do mercado e agir, temos que pensar um pouco menos no pessoal e pensar mais no coletivo, o Brasil agradece.

Não importa se vai aparecer a figura a ou b ou c, importa que temos uma causa, por sinal justa, Temos diante de nós uma nova realidade, uma nova bandeira, um novo desafio, temos também um espaço para novas oportunidades, talvez sem louros provavelmente com grandes resultados.

autor: Edmundo Monteiro de Almeida
fonte: Mundo Marketing

O marketing atual fala em personalização. Também fala que proveniente dela, surge a retenção e a fidelização. Mas o que vejo, em minhas experiências nessa área, é que as organizações se preocupam com esses conceitos de uma forma macro. Mesmo quando a palavra é segmentar, o termo é aplicado para perfis de consumo generalistas e não nas reais verticais de mercado.

Sim, o universitário pode ser considerado uma vertical de mercado. Simplesmente porque durante o período do curso superior, o aumento na renda mensal pessoal é de 56%. Para se ter uma idéia, os alunos universitários que cursam entre o 4º e o 6º ano têm um ganho por mês representado por cerca de R$ 1,2 mil. Muitos ainda contam com o apoio financeiro dos pais, possibilitando que essa remuneração seja destinada a compras particulares, o que alavanca o potencial de consumo. Mas, por falta de conhecimento deste perfil por parte das companhias, fruto da própria falta de divulgação desse nicho, o setor perde investimentos.

Quando os jovens assimilam e interiorizam as marcas, as propagandas, sejam elas focadas em ações promocionais, anúncios etc, ganham mais eficiência e a imagem de uma marca tem maior probabilidade de fixação positiva. Todos sabemos que identificar e dirigir a comunicação significa segmentar e atingir, mais facilmente, o público desejado.

No caso do público jovem, mais especificamente, o Universitário, a segmentação da audiência não só pode como deve ser mais aproveitada. Um dos caminhos é detectar as diferenças entre o público homogêneo e a massa heterogênea. O primeiro é caracterizado como uma “tribo” que possui, em sua maioria, as mesmas vontades e semelhanças entre os membros. A segunda é formada por indivíduos que não se conhecem e, mais provavelmente, não têm as mesmas características.

Aí entra uma das facilidades na forma de comunicação dirigida. O tempo de resposta é muito mais ágil quando você fala a mesma língua com um mesmo grupo. Você pode ter diversos formatos de comunicação, para diferentes grupos. Mas a vantagem é que você padroniza ao mesmo tempo em que personaliza. Padroniza porque tem uma ação para um grupo e conversa com um número maior de pessoas, mas personaliza porque mesmo neste grupo, a sensação é de uma conversa one to one, justamente porque os costumes são semelhantes entre si.

Os agrupamentos se dão por afinidade e a mais comum delas é a união por faixa etária. Os jovens se agregam por ideais e, principalmente, pela busca de novidades, já que as dúvidas acompanham o processo de amadurecimento.

Nesse momento, a procura pelo desconhecido é constante. Certamente, um período excelente para auxiliar na formação de seu perfil comportamental. O marketing atual não trabalha o produto ou serviço por si mesmo. Ele já traz ferramentas que valorizam o lado pessoal, muito além do simples incentivo à compra. É extremamente diferente desenvolver uma comunicação com apelo emocional para gostos já particularizados e para um público em fase de formação de opinião.

Aqui falo da fase de inserção na inserção. Significa inserir uma marca em um público que está inserindo conhecimentos em sua personalidade para formação de seus gostos. O ciclo natural de fases em nossas vidas é composto pela infância, juventude, adulta e terceira idade. E então, qual fase pode ter maior aderência em na fidelização de sua marca? É só pensar que se ela for fiel a sua marca hoje, a tendência de sua continuidade amanhã só dependeu de você mesmo.

autor: Caio Romano
fonte: Mundo Marketing

A oportunidade concedida ao Brasil para sediar a Copa de 2014 pode se transformar em um grande catalisador de investimentos para o País, tanto em infraestrutura urbana, marketing turístico, mas principalmente como um alavancador do mercado brasileiro de futebol, através do investimento em estádios e do aquecimento da demanda pelas marcas dos clubes.

Investimentos realizados em diferentes mega-eventos como a Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, nas últimas duas décadas, demonstram o potencial econômico e social para o país-sede da oportunidade recebida. Para uma correta realização e principalmente posterior legado de uma Copa do Mundo, os players envolvidos com o evento: Comitê Organizador e a Federação das Associações Internacionais de Futebol (Fifa), Governo, empresas e clubes de futebol devem seguir preceitos estratégicos na gestão do projeto nacional para a realização do mundial, como:

* Sucesso na organização do evento em termos financeiros e esportivos, desde o projeto inicial até a competição;

* Transformação urbana e infraestrutural das cidades-sede;

* Legado de longo prazo para o país anfitrião tanto em termos econômicos como pela ampliação da prática esportiva da população, desenvolvimento turístico e investimento social;

* Impacto econômico para o mercado do futebol.

Um bom exemplo recente é o caso da Copa do Mundo da Alemanha, em 2006, que contribuiu para uma melhora na economia do país como um todo no ano do mundial e o desenvolvimento do seu mercado do futebol em particular, já que foi diretamente responsável para o futebol alemão aperfeiçoar consideravelmente seu ambiente de negócios, pelo consumo dentro dos estádios, na ampliação do interesse de patrocinadores e maior envolvimento dos torcedores no consumo das marcas dos times. Além disso, após a Copa do Mundo o mercado alemão se beneficiou de um excelente contrato televisivo que em 2007 gerou ? 580 milhões para os 36 clubes de primeira e segunda divisão. Nesse ano a Bundesliga tornou-se a segunda colocada em geração de receitas entre as Ligas de primeira divisão da Europa e até 2006 figurava na quarta posição do ranking europeu.

A Casual Auditores Independentes, empresa de auditoria especializada em entidades desportivas acaba de publicar o estudo “Casual Report- Panorama Financeiro do Futebol Brasileiro”, que apresenta uma extensa análise sobre a gestão dos principais clubes de futebol do Brasil nos últimos 5 anos e projeções para o mercado brasileiro de clubes de futebol com perspectiva para 2008-2014. No report há uma análise específica sobre o legado da Copa do Mundo de 2006 para o futebol alemão, já que os clubes que disputam a Bundesliga e Bundesliga 2 apresentaram um salto contundente em suas receitas nos últimos 5 anos.

O futebol alemão, entre 2004 e 2007, apresentou uma evolução significativa dos gastos do público e de empresas nos estádios, receitas de marketing que incluem patrocínios e venda de produtos e também pelo novo contrato de TV. Na temporada 2003-2004, o faturamento dos 36 clubes foi de ? 1,28 bilhão e após quatro anos, na temporada 2006-2007 – um ano depois da realização do Mundial – os clubes apresentaram receitas consolidadas de ? 1,75 bilhão, uma evolução de 37%.

A Copa do Mundo foi realizada no final da temporada 2005-2006 e esse bom resultado do futebol alemão na fase de preparação da Copa do Mundo e em 2007, deve-se ao investimento realizado no oferecimento de uma infraestrutura de consumo, entretenimento e relacionamento com o público que freqüenta os estádios e também pelo aquecimento da demanda do mercado alemão de futebol em patrocínios, venda de produtos para o torcedor e contratos televisivos.

As novas receitas com os estádios alemães foram os maiores responsáveis pela evolução econômica do futebol do país na Europa, já que as receitas com estádios dos 36 clubes atingiu ? 365 milhões em 2007, evolução de 66% em relação à temporada 2003-2004, o que representa cerca de ? 29 milhões novos gerados a cada ano, nos últimos cinco exercícios.

Se os clubes brasileiros conseguirem instituir, por meio de estratégias de marketing específicas para a exploração comercial mais eficiente de seus estádios atualmente, o mercado pré – Copa pode se preparar para o ciclo de investimentos que virá. A aproximação da definição das sedes para a Copa de 2014 servirá de ponto de partida em 2009 para que o País construa uma perspectiva altamente positiva para o mercado do futebol, graças à possibilidade de investimento para a construção e reforma de estádios e também pela ampliação de interesse midiático e mercadológico pelo futebol brasileiro.

A atual crise global gera dúvidas sobre o custo e disponibilidade dos recursos para investir em estádios, mas por outro lado em 2014 o Brasil já tem o compromisso de receber o evento. Assim, os projetos a serem apresentados para os investidores, devem ser centrados na geração de receitas do espaço esportivo como uma unidade de entretenimento, com experiências de consumo memoráveis. Os clubes de futebol, contemplados ou não pelos estádios nas cidades-sede devem criar um modelo de negócio mais atrativo que o atual, através do impacto que a realização do Mundial vai causar em seus negócios e nos serviços oferecidos no estádio. Essa ampliação dos negócios em torno dos clubes é essencial para que tenhamos um legado para o futebol brasileiro após a realização do evento.

A pergunta que cada brasileiro deve fazer é, se queremos o legado de uma Copa do Mundo para 30 dias ou para 30 anos?

autor: Amir Somoggi
fonte: Gazeta Mercantil

O uso do telefone celular como provedor de música já faz parte do dia-a-dia do consumidor brasileiro, apesar de ser um mercado ainda jovem no país. Operadoras de telefonia, fabricantes de aparelhos e gravadoras começaram a investir neste formato em 2006 e, agora, afirmam tratar-se de um mercado consolidado e com potencial de expansão crescente.

” Esta é uma tendência que está quase virando uma prática ” , afirma Fiore Mangone, gerente de vendas e serviços da Nokia.

A música continua sendo o conteúdo mais atrativo e procurado pelos usuários de celulares, mas novas apostas por parte de fabricantes e operadoras começam a surgir no Brasil. Filmes na íntegra, jogos, videoclipes de bandas e audiolivros – gravações de livros lidos em voz alta – já estão disponíveis em diversos aparelhos. O modelo de negócio geralmente é baseado em parcerias entre provedores de conteúdo e fabricantes ou operadoras de celular.

Em novembro de 2008, a Motorola lançou um telefone que vinha com os filmes da trilogia ” Bourne ” , prontos para ser assistidos. Também no ano passado, a operadora Claro colocou no mercado um aparelho recheado com o longa-metragem ” Batman – O Cavaleiro das Trevas ” . A TIM contra-atacou com o ” Homem-Aranha 3 ” .

Já a Nokia fechou contrato com uma empresa de audiolivros chamada PlugMe e passou a oferecer conteúdo nos aparelhos.

A ampliação do leque de conteúdo embarcado nos telefones móveis segue a trilha dos bons resultados obtidos com as vendas dos celulares que já chegam aos consumidores carregados com o álbum inteiro de um determinado artista.

A Sony Ericsson anunciou nesta semana ter alcançado a marca de 1 milhão de aparelhos com conteúdo embarcado da banda de pop-rock Jota Quest. O movimento é considerado um feito no mercado, onde as vendas de CDs e DVDs físicos estão em queda livre. Por isso, a fabricante de aparelhos já pensa em incrementar esse tipo de ação. ” Além de oferecer as faixas, queremos ampliar o conteúdo e colocar videoclipes dos artistas ” , diz Everton Caliman, gerente de produtos da Sony Ericsson do Brasil.

O modelo já foi experimentado até mesmo pela RIM, fabricante do BlackBerry, em sua tentativa de tornar seus aparelhos mais atraentes ao consumidor pessoa física. No ano passado, a companhia lançou em parceria com a Vivo um telefone que trazia o DVD da cantora Maria Rita.

O formato deu certo porque é interessante para todas as pontas da cadeia de negócios. Para os fabricantes de celular, atrelar sua marca à de um artista renomado é um caminho para turbinar as vendas de um determinado aparelho, num mercado inundado por telefones para todos os gostos. No caso das operadoras, o telefone móvel carregado com o conteúdo de um artista campeão de vendas pode ajudar a atrair clientes e a incentivar o uso de serviços de dados.

As grande gravadoras encontraram no modelo uma forma de vender música digital e driblar os sites de download gratuito que fazem a festa dos internautas. O celular tornou-se para elas uma fonte crescente de receitas. Os números de 2008 ainda não foram divulgados, mas os dados de 2007 dão uma idéia disso. De acordo com a Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD), as vendas de CDs e DVDs físicos caíram 31,2% em 2007, na comparação com o ano anterior, para R$ 312,5 milhões. O faturamento proveniente dos telefones móveis cresceu 127%, para R$ 18,5 milhões e ficou bem acima dos R$ 5,7 milhões gerados pela venda de músicas na internet. ” Acredito que o celular deve se tornar a maior fonte de receita das gravadoras, em breve ” , afirma Mangone, da Nokia.

A Sony Music já vendeu mais de 10 milhões de faixas via celular desde que começou a operar nesse formato, em 2006. ” Não enxergamos mais o lançamento do CD físico e sim o lançamento do CD em si. E o celular passou a ser visto como uma nova possibilidade, um outro canal ” , diz Claudio Vargas, diretor de novos negócios e digital da gravadora no Brasil.

Para que a oferta de música e outros tipos de conteúdo embarcado continue crescendo, os fabricantes têm se preocupado com a capacidade de armazenamento dos aparelhos. A Motorola pretende investir cada vez mais na oferta de telefones com maior espaço para guardar conteúdo. De acordo com Loredana Mariotto, diretora de marketing da Motorola para a América Latina, a companhia também estuda melhorar o desempenho de aparelhos mais simples e acessíveis ao consumidor. ” Queremos oferecer produtos mais baratos, para que o conteúdo embarcado fique disponível para uma base maior de clientes ” , diz.

autora:
Manuela Rahal e Talita Moreira
fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br




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