Dicas para aumentar sua base de contatos em e-mail marketing
terça-feira | 31. 07. 2007 Categoria: Marketing Sem Comentários »
Aparentemente, a locação de listas parece ser a forma mais simples para aumentar sua base de contatos. Quando uma lista é alugada, os perfis e interesses dos contatos são identificados para que a mensagem seja transmitida ao público certo. Porém, é necessário tomar alguns cuidados já que, apesar de terem os perfis adequados, essas pessoas podem não conhecer a sua empresa. Sendo assim, o risco de denegrir sua marca é grande. Para auxiliar o seu entendimento e não correr esse risco, siga as dicas abaixo:
O Opt-in não é transferível
Não confunda interesse com permissão. Você deve conquistar a permissão do prospect para que ele se cadastre em sua lista de relacionamento, permitindo o recebimento de futuras mensagens.
Política de Privacidade
Nos envios com base locada, inclua uma nota deixando clara a origem da lista. Por exemplo: “Você está recebendo esta mensagem por estar cadastrado na lista da empresa X”. Neste momento, você deve incluir um link para a política de privacidade da empresa que locou a base. Alugue listas de empresas idôneas e peça informações sobre a origem das bases.
Conquiste o interesse do prospect
Diferencie o conteúdo da mensagem a ser enviada das que envia à sua lista de relacionamento. Neste momento, sua intenção é conquistar o prospect para que ele se torne parte da sua rede de relacionamentos. Elabore algo que chame a atenção. Ofereça algo mais para conquistá-lo e foque em diferenciais. Por exemplo: ofereça um benefício exclusivo que seja válido somente através desta mensagem, transformando-a em uma oportunidade única. Para uma maior adesão, aproveite as muitas formas de personalizar uma mensagem e trate o prospect da forma mais individualizada possível.
Converta o interesse em cadastro
Lembre-se que os esforços de conquistar o cliente pela campanha de e-mail não se limita apenas ao envio. Revise suas páginas de destino (landing page) e verifique se elas estão com os pontos para conversão de acordo com o objetivo de sua campanha. Os pontos para conversão são os links que levam o prospect ao formulário de cadastro.
Não se esqueça que, para ativar o cadastro do cliente em seu canal de relacionamento, você deve enviar um e-mail solicitando a confirmação do cadastro (double opt-in).
Existem ferramentas para marketing de relacionamento via e-mail que permitem a integração com o formulário de cadastro do website. Assim, o envio do e-mail com a solicitação de confirmação do cadastro é automático. Isso é excelente, pois registra o histórico do cliente desde sua primeira interação.
Mais idéias interessantes para o aumento da base
- Elabore campanhas virais
- Disponibilize o link “encaminhe a um amigo”
- Faça parcerias com outros websites que tenham base de clientes com perfil de seu público-alvo
- Lembre-se dos outros canais de contato que as pessoas têm com sua empresa. Sempre peça os dados para cadastro.
- Consiga cadastros através de eventos e promoções offline.
autor: Walter Sabini Júnior
fonte: Mundo Marketing
O processo do desenvolvimento de um website
segunda-feira | 30. 07. 2007 Categoria: Design 3 Comentários »

Os três personagens: Programador | Designer | Cliente
Hoje navegando por um blog indicado pelo Carlos na comunidade Diretores de Arte 2, achei algo extremamente interessante e tinha que trazer para cá, Yon montou uma apresentação para um cliente para mostrar o processo de desenvolvimento de um site, algumas imagens foram colocadas no perfil dele do flickr que ganharam muito destaque, então resolvi traduzir esta apresentação que será de grande ajuda aos visitantes do IFDBlog.

Passo 1: A discussão | Reunião
Naturalmente você irá começar seu projeto com o cliente começando por uma reunião. No primeiro encontro você precisa estabelecer o escopo básico do trabalho – o que tem que ser feito, regras e responsabilidades, quem é o seu contato para você receber os materiais (textos, imagens..), etc

Passo 2: Brainstorm
Pense como será a estrutura das coisas. O que é importante e o que não é, o que precisa ficar em todas as páginas. Dependendo da escala do projeto você deverá criar um sitemap para o cliente. A preparação do sitemap é essencial para a reorganização do conteúdo de qualquer forma.

Passo 3: Wireframe
O wireframe é o esqueleto do site, indicando toda a navegação, função e os elementos do conteúdo que irão aparecer no final do website, no wiframe não deve ser colocado nenhum elemento gráfico de design do layout . Geralmente o wireframe é usado para perceber qualquer tipo de problema ou algum elemento que foi esquecido de citar quando foi feita a reunião, baseado no wireframe é construído o conteudo, o design e tudo que envolve a construção do projeto que virá só mais tarde.
Como construir o wireframe aí já é com você, para os sites pequenos é adequado apesar usar o desenho, podendo usar o illustrator ou mesmo o photoshop, para os sites mais complexos pode ser que seja necessário fazer o wireframe usando html, assim o cliente pode clicar pelo wireframe e ver o que ficará em cada lugar do projeto.

Passo 4: Planejando o Conteúdo
Trabalhando em cima do sitemap e do wireframe, você e seu cliente vão juntos planejar o conteúdo, em específico o texto. O planejamento do conteúdo e sua escrita provavelmente será a fase mais trabalhosa que seu cliente terá durante o projeto, e com certeza vai levar algum tempo para terminá-lo e aprová-lo.

Passo 5: Iniciando o Design (trabalho)
Quando o cliente estiver preocupado em providenciar o conteúdo do site, o designer pode ir trabalhando no design da página principal e as páginas internas.

Passo 6: Feedback do Cliente
Quando a base do layout estiver pronta, o cliente precisa checar se o caminho que você tomou é o correto e *sugestionar pequenos ajustes no design se necessário. (*esta é a pior parte do cliente botar o dedo no design, acho que todo designer já passou por pequenas briguinhas nesta fase – rs)

Passo 7: Retrabalhar o Design (retrabalho)
Depois do feedback do cliente em relação ao passo 6, agora é a hora de retrabalhar o layout de acordo com as informações (pitacos) passadas pelo cliente.

Passo 8: Aprovação do Cliente
O processo de trabalho – feedback – retrabalho é repetido algumas vezes durante o projeto. Além disso a preparação do conteúdo que irá no projeto e sua confirmação é responsabilidade do cliente.

Passo 9: Páginas Adicionais
Assim que a abase do design do site estiver aprovado é a hora de começar a trabalhar no layout das páginas internas do site uma a uma.

Passo 10: 1º Aprovação Final do Cliente
E mais uma vez o cliente irá checar o design e layout das páginas internas se estão de acordo com o pedido, você irá refazer alguns pontos do design e finalmente depois de algum tempo terá a provação final do cliente.

Passo 11: Construindo o html (programação)…
Agora sim você vai começar a construir as páginas em html (ou outra linguagem)…

Passo 12: ..e o CSS
…e o CSS (é claro que não tem como colocar todas as etapas da parte da programação que é muita coisa.)

Passo 13: O Presente para o Cliente
Feedback novamente. Você e seu cliente irão trabalhar juntos – trabalho – feedback – retrabalho, paraver tudo que foi feito ou mesmo esquecido antes de finalizar o site por completo.

Passo 14: Teste
O estágio final é o teste do site. O site deverá ser testado em todos os browsers, checado de ponta a ponta, verificando possíveis erros de programação, de design ou quem sabe de texto (este reponsabilidade do cliente), de qualquer forma o teste do site tem que ter um cuidado muito detalhado antes do site ir para o “ar”.

Passo 15: Início
A imagem diz “THE END – O FIM”, mas logicamente você não irá pegar o cheque e sair correndo pela porta afora, você precisa ver o site pelo menos num período de 10 dias ou depois disso no caso de problemas que não sejam culpa do cliente e sim sua, que tenham a necessidade de consertos.
Espero que tenham gostado do artigo, que foi originalmente escrito por Yongfook, no site pingmag. Caso alguém queira complementar alguma fase do processo fique avonts e deixando um comentário.
autor: Yongfook
fonte: pingmag.
Merchandising no Ponto-de-Venda
sexta-feira | 27. 07. 2007 Categoria: IFDBooks Sem Comentários »

autor: REGINA BLESSA
editora: Atlas
Sinopse:
Ter um bom produto, ótimo preço, boa distribuição e muita propaganda não será suficiente para alavancar seus negócios se no “ponto-de-venda” seu concorrente atingir o consumidor mais rápido e melhor que você. As pesquisas mostram que 85 % das compras são decididas dentro da loja na hora da compra, o que tem levado muitas empresas a aumentar sua verba em merchandising para garantir que todo seu esforço de meses em planejamento e divulgação não seja perdido naqueles segundos finais no PDV em que o cliente leva para decidir se levará seu produto ou o do concorrente. Este livro apresenta de forma prática as respostas para garantir seu sucesso perante seu consumidor em tópicos como técnicas de merchandising, ações promocionais, materiais e displays, pesquisas mundiais sobre PDV, compra por impulso, comportamento do consumidor, percepção visual, expositécnica, vitrinismo, atmosfera de compra, operação de loja, auto-serviço, atendimento ao cliente e mão-de-obra promocional.
Vitrinas Entre_Vistas
sexta-feira | 27. 07. 2007 Categoria: IFDBooks Sem Comentários »

autor: HUGUETTE MAIER SYLVIA DEMETRESCO
editora: Senac
Sinopse:
O consumidor olha a vtrina em média não mais que por dez segundos e mesmo assim ela é responsável por 70% das vendas na loja. Portanto, fazer uma vitrina não pode ser atividade de meros curiosos ou hábeis improvisadores. Até os que têm dom inato de fazê-la bem precisam de um preparo para isso, de “uma forma séria e comprometida”, observa-se nesse livro. Cabe ao vitrinista “dar um papel ao produto, celebrar sua essência, misturar natural e artificial, ziguezaguear do simples e frívolo ao mais complexo e interessante”. Porque o produto da vitrina deve catalisar olhares, superando com atração tudo o que o rodeia.
É a competência, estúpido!
sexta-feira | 27. 07. 2007 Categoria: Carreira Sem Comentários »
Karl Erik Sveiby, um dos grandes estudiosos do assunto no âmbito das organizações, diz que a competência é mais do que descrevem os dicionários. E tem mais: ela pode ser analisada a partir de 5 elementos mutuamente dependentes. São eles:
1. conhecimento explícito (obtido por informação e educação formal);
2. habilidade (adquirida por treinamento);
3. experiência (obtida pela reflexão e erros passados);
4. julgamento de valor (filtros conscientes e inconscientes de cada indivíduo);
5. rede social (relações do indivíduo com outros seres humanos).
Pois é. Então, para alguém ser competente, precisa ter os cinco elementos bem azeitados. Mas para agir com competência, que é uma coisa bem diferente, eu ainda incluiria mais dois: recursos (a pessoa tem que ter condições de fazer o trabalho; e esses recursos podem ser desde equipamentos adequados até um certo grau de autonomia para decidir o quê e como fazer) e motivação (o fulano pode ter todas as qualidades e condições destacadas acima, mas se não estiver com vontade, vai simplesmente chutar o balde ou fazer que não é com ele).
A competência também aparece estruturada na forma de cadeia. Pela lógica, o mais competente tem o cargo mais alto, pois ele precisa liderar e escolher os competentes do nível abaixo dele, e assim sucessivamente.
O sujeito de cargo mais alto ganha mais justamente porque é responsável pela competência de todos abaixo dele. É justo, pois esse profissional precisa ter um uma dose muito mais generosa de cada um dos cinco elementos, além de uma boa quantidade dos outros dois.
Dito isso, convém analisar porque nunca antes na história desse país se viu tanta incompetência, em todos os níveis, todas as instâncias. A coisa tomou tal forma que a gente fica comovido e emocionado quando vê um garçom fazer bem o seu trabalho ou um fiscal de obras realizar a sua tarefa com rigor.
Pois é, pena que incompetência não é uma causa justa para demitir alguém (essa nossa legislação trabalhista paternalista e esquizofrênica), seja uma empregada doméstica ou um Ministro de Estado alheio ao que acontece ao seu redor (e eu nem falei presidente, vejam bem).
Estou chocada, mas, infelizmente, não surpresa, já que é de conhecimento de todos que a tragédia que aconteceu essa semana em Congonhas estava mais que anunciada. Era só uma questão de tempo. Ouvi notícias que o governo se reuniu em regime de urgência (???!!!) para tentar resolver o problema. A impressão que dá é que trata-se de um monte de baratas-tontas que andam em círculos há exatos 10 meses sem saber por onde começar. Por quê? Ora, aparentemente, falta-lhes competência.
Isso quase sempre acontece quando se utiliza o critério político para nomear alguém para determinado cargo importante. Ora, como a gente acabou de ver, em termos de competência, o cargo mais alto é responsável por todos abaixo dele. É claro que o ministro não precisa ser especialista em aviação (seria bom se fosse), mas precisa ter humildade para se cercar e principalmente ouvir quem entende do assunto (requisitos básicos de qualquer líder). Além dos 5 elementos já citados, as pessoas precisam ter recursos e motivação para fazer o trabalho bem-feito.
Ora, o que será que está faltando? Certamente não é dinheiro, pois malas de dólares, cheques milionários, reajustes em causa própria, desvios e mensalões são fato comprovado e consumado (a incompetência de alguns impede que isso acabe). Além do que, a nossa carga tributária é uma das maiores do mundo.
Não é acesso ao conhecimento explícito, habilidade ou experiência, pois há vários técnicos no país com essas qualificações (mas parece que eles não possuem recursos para fazer alguma coisa com isso, somente a imprensa lhes dá alguma atenção e seus chefes não gostam de ouvir más notícias).
Seria falta de motivação? Os líderes não estariam suficientemente motivados, lá de suas ilhas de coquetéis, viagens internacionais, embriagados pela importância e poder dos cargos? Por que então não deixam as decisões técnicas para quem entende do assunto? Provavelmente são motivados por causas conflituosas com a competência técnica. Dinheiro? Tráfico de influências? Poder? Quem sabe?
O fato é que muita gente vai continuar morrendo enquanto incompetentes tomarem as decisões de vida em morte baseados em critérios alheios aos objetivos comuns.
Na verdade, para a competência se consolidar em um indivíduo, há um outro elemento fundamental que não foi citado acima: vergonha na cara.
Uhuhhhhhuuuuu para os incompetentes.
autora: LIGIA FASCIONI
fonte: Acontecendo Aqui





