Tudo parece tão mais lento quando pensamos na comunicação antes da web. As coisas tinham começo, meio e fi m. Um pensamento analógico. Cabia ao planejamento entender a principal face da relação das pessoas com a categoria e a marca, assim como planejar a proposta da marca com a melhor estratégia para sinalizar a oferta desejada pelo target. As diferenças da comunicação atual comparada à de anos passados são muitas e características do cenário digital. O planejamento na era da internet não se esgota e vai sempre permitir novas visões. Sem dúvida, é imperioso ao planejamento nos dias de hoje considerar alguns aspectos.

Acesso sem precedentes à informação
A primeira grande mudança promovida pela webrefere-se à essência do planejamento estratégico:
o acesso à informação. O meio digital mudou a maneira de os planejadores se relacionarem com a informação. Ter um panorama completo a respeito do assunto que se está estudando fica a um clique. Basta estar conectado que o planejador tem a chance de ampliar sua visão de forma impressionante. A internet leva o planejador a qualquer lugar do mundo. Sites como Iconoculture e Trandwatching trazem as principais tendências que infl uenciam o comportamento dos targets e ainda analisam como elas se aplicam aos negócios. Claro, tão importante quanto o acesso às informações é a sua aplicação.

Hiperconectividade
A relação extremamente próxima que um número cada vez maior de consumidores estabelece com a web tem forte impacto na sua relação com as marcas. Eles podem acompanhar cada passo daquelas de seu interesse e cada inovação e atitude que favoreça ou prejudique o planeta, assim como se manter mais informado do que nunca a respeito dos segmentos de mercado em que elas atuam. Além da possibilidade de monitorar o comportamento das marcas, os usuários da internet desejam benefi ciar-se das facilidades da rede: “Eu quero tudo agora: entretenimento, gratifi cação instantânea, comunicação a um toque de dedos 24 horas por dia, 7 dias por semana”. Por isso, o mercado Wi-Fi cresce na proporção do desejo de conexão das pessoas. Essa possibilidade constante de acessar seus próprios benefícios através da rede também trouxe mudanças ubstanciais para o cenário da mídia. Novos canais, como comunicadores instantâneos, celular, aparelhos de mp3, games e lojas virtuais, entraram com força no ambiente da mídia tradicional — ignorar essas novas possibilidades decomunicação seria abrir mão de grande parte da
disposição do target de ouvir a marca.

A velocidade
Além da sincronia entre diferentes canais de mídia e mensagens, a velocidade da comunicação, muito mais rápida e contínua, é outra mudança importante. Não é mais possível pensar em campanhas e seus flights de veiculação. A marca simplesmente não pode parar de falar com seus targets em momento algum. É um processo contínuo de comunicação integrada: diferentes mensagens, em diferentes canais de mídia, falam sobre diferentes facetas da relação das pessoas com a marca e todas devem se somar em uma única percepção que no fundo mostre em que aquela marca vai mudar, melhorar, possibilitar e transformar a vida delas.

Personalização
O mundo digital viabiliza também outra forte tendência dos targets: a personalização. O maior exemplo é o iPod e sua possibilidade da biblioteca própria de músicas. A TiVo promove a mesma personalização para a TV, possibilitando que as pessoas escolham o programa que desejam, na hora que quiserem, com ou sem comerciais. Indo um pouco mais longe, o software AutoPilot, da TVHarmony.com, permite aos usuários baixar programas da TV paramonitores minúsculos e assisti-los na rua, em qualquer lugar, a qualquer hora.

O poder do boca a boca
O velho hábito da troca de infl uências nunca foi tão for te e tão facilitado como no mundo digital. Em poucos minutos, uma pessoa consegue declarar seu amor ou ódio às marcas e dividi-lo rapidamente com milhões e milhões de internautas — ou, pior ainda, com sua agenda privada de 200 ou 300 nomes dispostos a prestar atenção nos conselhos de quem disparou o comentário. Os blogs também são um fenômeno de “World of mouth”. De acordo com a Technorati, empresa que monitora o surgimento de blogs na rede, existem cerca de 24 milhões deles em uso na web. Estima-se que cerca de 1 milhão no Brasil.

As comunidades vir tuais também fazem par te das novas formas de comunicação. Só um exemplo: Peer trainer é um site gratuito de ginástica e dicas de alimentação no qual os usuários se encontram e treinam em grupos de quatro. A convivência vir tual com pessoas que dividem os mesmos objetivos é uma força para a determinação de alcançá-los.

Com essas mudanças que acabamos de ver, é possível se pensar igual? Não, não é. Mas esses foram somente alguns dos movimentos provocados pela internet, com impacto no planejamento estratégico. Poderíamos continuar este assunto por páginas e páginas. E por que não? Afi nal, uma das conseqüências da web é que as informações não se esgotam, elas continuam sempre.

autora: Rita Almeida
fonte: Conexão Msn

My site was nominated for Best Marketing Blog!

Oi pessoal o IFDBlog é o mais novo indicado na categoria Best Marketing Blog do Blogger´s Choice Awards

Lá os blogs são indicados pelas pessoas, aqueles que elas julgam que fazem a diferença na blogsfera, além de indicar você pode votar e ainda fazer um comentário sobre o blog votado.

Se você acha que o IFDBlog faz a diferença, vote aqui!

Para votar é necessário fazer um pequeno cadastro, coisa rápida tá gente prometo. Os ganhadores serão anunciados dia 10 de Novembro no PostieCon em Las Vegas, NV.

Conto com seu voto. (parece coisa de político – rs)

“Se seus clientes são empresas ou consumidores, se as transações são grandes ou pequenas, se o produto pode ou não ser comprado online — a web tem um papel crítico a desempenhar”

Se a última vez que você pensou sobre a internet foi há seis meses, então é hora de dar uma nova olhada. Esta é uma mídia que nunca fi ca parada e a razão pela qual ela continua sendo o canal de marketing que mais cresce ao redor do mundo é a força de seus resultados. Mas usar a web de forma efi ciente signifi ca muito mais do que simplesmente ter seu próprio website. Isto pode ser parte do plano, mas executivos de marketing habilidosos estão usando tudo, desde listas e banners de procura de propaganda, até patrocínios de mídia de nicho ou anúncios online, como formas de atingir seus consumidores. Um novo mix de ferramentas de mídia digital tem emergido ao redor do mundo. Elas ajudam os orçamentos de marketing a ir além, alcançando ummelhor retorno para o dinheiro. “Mesmo orçamento, melhores resultados” — esta é a frase que se ouve o tempo todo online. Seja por campanhas para a construção de marcas, seja pela geração de vantagens de vendas, mais e mais profissionais de marketing estão mudando para online, aumentando o papel da rede e seus mixes de mídia e colocando em prática mecanismos simples que traçam precisamente seu desempenho.

Na Europa e na América do Norte, a internet tem amadurecido nos últimos anos, e isto acontecerá em breve no Brasil. Em muitos países as pessoas já passam mais tempo navegando do que ouvindo rádio. No Reino Unido, a rede já está até ultrapassando a televisão, e tudo isso sem contar as pessoas que ouvem rádio e assistem TV no monitor de seus computadores.

Profissionais de marketing espertos perceberam que o padrão de consumo de mídia passou por uma mudança massiva desde o fim dos anos noventa. Eles estão trazendo a internet para dentro do coração de seus planos de marketing e mix de mídia. Contra um contexto de fragmentação de públicos em muitas mídias tradicionais, não é surpreendente que esse crescimento ininterrupto dos públicos online revelese atrativo.

Públicos que antes jamais poderiam ser atingidos agora estão disponíveis. Eles estão atentos e não são alcançados por nenhuma outra mídia enquanto estão no trabalho. Online combina um estilo de vida excepcional e alvo de interesses com a habilidade de entrega para públicos de mercado de massa. O tempo de nunca ter certeza sobre o funcionamento de seus elementos de propaganda já era. Os profissionais de marketing só pagam por anúncios que aparecem na cara de um espectador. Pense na quantidade de anúncios em jornais ou revistas que você nunca viu porque nunca abriu aquela página. Então, pense novamente sobre o meio online.

E isso é apenas o começo. Há dezenas de outras razões que explicam porque a indústria online tem dobrado de tamanho todos os anos em muitos países — da facilidade do planejamento de mídia internacional à maneira com que os consumidores podem ser conectados a uma loja de marca online, além do poderoso impacto criativo que a mensagem desse meio pode ter, já que online se tornou o primeiro porto de escala para consumidores buscando feriados, carros novos ou produtos financeiros.

Se seus clientes são empresas ou consumidores, se as transações são grandes ou pequenas, se o produto pode ou não ser comprado online — a web tem um papel crítico a desempenhar.

O modelo de marketing da mídia tradicional também foi transferido para online, mas com três importantes mudanças. Primeiro, o baixo custo da propaganda online permite que muitas empresas alinhem suas marcas com a mídia premium de jornal ou TV de uma maneira que jamais conseguiriam off-line. Segundo, a internet oferece às empresas uma maneira de atingir grupos específicos de consumidores devido à vasta variedade de websites — e a rica profundidade de canais especializados dentro dos grandes sites permite às companhias encontrar o ambiente editorial perfeito no qual elas querem ser vistas. Essa é uma mídia de milhares de nichos, criando um lugar perfeito para cada marca. A terceira mudança é o preço. O custo de entrada fi cou excepcionalmente baixo e, embora os públicos tenham crescido a uma taxa meteórica, isso não acontece com o preço da mídia e o custo da criatividade.

autor: Danny Meadows-Klue
fonte: Conexão Msn


autor: JOEL REEDY E SHAUNA SCHULLO
editora: Thomson Learning

Sinopse:
A Internet é reconhecida como um meio muito flexível e perfeitamente adequado à função do marketing e será utilizada de diversas maneiras nesse livro: como ferramenta de pesquisa, ferramenta para a propaganda e outras atividades promocionais, veículo de contato com o consumidor e veículo de feedback do consumidor. O objetivo da obra é auxiliar profissionais e estudantes de marketing a reconhecer o valor dos recursos de marketing eletrônico e demonstrar como integrar essas ferramentas eletrônicas em cada estágio do processo de marketing. O livro propõe a introdução e a integração das melhores práticas para o processo de marketing contemporâneo e é principalmente dirigido para melhorar a capacidade de escolher entre ferramentas promocionais, principalmente propaganda e outras formas de comunicação.

veja mais detalhes sobre o livro

Dimitri escreveu:

Olá. Essa semana me surgiu uma dúvida que não sei como esclarecer se não for perguntando a vocês do IFDBlog.

Seguinte: Estou trabalhando numa representação onde desenho etiquetas de roupas (em Goiânia tem muita confecção) dai assinaram minha carteira.

Conversei como meu chefe para que ele assinasse como designer Gráfico, pois eu crio e não “ajusto” artes prontas (arte-finalista). Ele me falou que o contador não quis acatar meu pedido, pois teriam que pagar taxas ao sindicato do designer gráfico (isso não tem nada a ver com a não-regulamentação da proffissão, certo?) sendo que eu ainda não sou formado na área e colocou meu cargo como desenhista. E ainda que por ser representação a empresa não vende arte somente etiquetas. Então onde as artes são produzidas? Há uma desvalorização de meu trabalho perante a esse ponto de vista? Pelo que sei qualquer um pode se entitular designer gráfico. Não estou querendo ser nada que não sou, apenas querendo o reconhecimento de meu trabalho. Não obstante estarei iniciando curso superior de Design, para aprender bem mais, pois sei que não sei tudo. Gostaria de uma orientação melhor a respeito desse assunto. E, por favor, comentem sobre as diferenças entre arte-finalista e designer gráfico e outros títulos possíveis.

Obrigado.

Grande abraço!

Bom isso é meio complicado que é coisa trabalhista que você teria um esclarecimento melhor com um advogado especialista em causas trabalhistas.

Já aconteceu comigo, aliás com uma amiga, que tinha a função de redatora e em carteira era registrada como ASSISTENTE DE MARKETING, o maior absurdo do mundo, pois ela só escrevia e organizava papéis nada referente a uma posição de ass. de mkt, e datalhe: ela já era formada em jornalismo com tudo que manda o figurino, quando indaguei o RH o porque disso, foi me dito a mesma coisa de TAXAS para o sindicato e eu te garanto toda balela que falaram que você nao é formado que blbalaba é pura enrolação o negócio esta na tal taxa que a empresa tem que pagar e ela varia de profissão para profissão.

Em relação a se entitular designer gráfico a coisa não funciona bem assim não é uma discussão que vai confrontar entre o cara formado e aquele que trabalha há 20 anos cna área e por ai vai, é por isso que a regulamentação é também bem vinda pois vai separar o profissional dos que se entitulam.

Esta área que escolheu não é o que esta escrito na sua carteira que vai te desvalorizar como profissional e sim seu portfólio, ele sim que retrata seu qualidade como profissional, a carteira na nossa área conta como um simples documento que quando você perder o emprego ou mesmo se aposentar te garante certos benefícios.

Mesmo você sendo formado e a empresa não “querendo” ela não te registra do jeito que devia, veja o caso desta minha amiga, e olha que a empresa que trabalhavamos era toda certinha no quesito contratação, registro e afins…..infelizmente tem empresinha que é assim e isso acontece por dinheiro, tudo q empresa não faz é porque ela vai gastar algo pra aquilo acontecer e na boa a empresa não vai gastar uma taxa a mais pq um funcionário esta batendo o pé pq quer.

Infelizmente no Brasil você tem que pensar assim: Se sinta feliz por ter algum registro, pois tem agências gigantes ai de publicidade e na sua maioria não registra ninguem, você é mandado embora com uma mão na frente e outra atras…então amigo se sinta feliz de ter um registro pq quando for embora pelo menos tem pequenas garantias como o seguro desemprego e outras cositas até arranjar outro.

E outra se você pensar bem, tem muita gente ai que é registrado como designer gráfico até diretor de arte com salário de estagiário, um dia você pensa que nem eu: O QUE IMPORTA É O QUE CAI NA MINHA CONTA ;) o nome da posição que trabalha na empresa é o que menos vai te interessar, garanto.

As diferenças ao qual perguntou de arte finalista, designer gráficos e outros cargos x funções desempenhadas você pode encontrar no guia das profissões vendido em bancas, em alguns sites como catho, manager ou até sites de universidade que sempre trazem o nome do cargo e a função que desempenha.

Sei que não te ajudei muito, mas caso queira saber mais profundamente das tais taxas que mencionaram ou mesmo a atitude deles procure algum advogado trabalhista que com certeza vai te dar um esclarecimento melhor do que eles estão fazendo errado e porque fazem errado.




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