Como criar uma vitrina natalina irresistível
domingo | 26. 11. 2006 Categoria: Design Sem Comentários »
Uma vitrina irresistivelmente atraente pode fazer milagres pelas vendas. Ela tem o poder de apresentar, de forma rápida, várias opções de produtos. E ainda, pode mostrar como utilizá-los, como combiná-los, preços e formas de pagamento. Tudo isso, numa rápida olhadela.
No entanto, é sempre no Natal que lhe damos atenção especial. É certo que nesta época tem toda aquela correria, listas enormes, filas intermináveis e despesas incalculáveis. Mesmo assim, acabamos envolvidos pelo espírito mágico de confraternização e amor. Ter o cuidado de manter este espírito sempre presente em sua vitrine, a tornará “irresistivelmente atraente”.
Mas, existem também outros cuidados importantes que devem ser observados:
- Não deixe de decorar sua vitrine para o Natal. Isso faz parte do espírito natalino, e sua loja não pode ficar de fora.
- Escolha um tema para a decoração e seja objetivo. Misturar muitos elementos pode causar uma grande confusão e atrapalhar o entendimento dos produtos. Caso seja possível, é interessante trabalhar com uma linha de peças decorativas claramente relacionadas ao tema. Assim, ao longo da temporada, você pode variar o cenário, sem se desligar do tema.
- novar na decoração natalina sempre traz resultados positivos. Busque alternativas. Arrisque novas combinações de cores; abuse das novidades oferecidas pelas produções artesanais ou desenvolva peças especiais para sua loja. Mas, lembre-se de não perder o elo com o Natal. Afinal, todos estão neste clima!
- A decoração escolhida deve refletir a imagem e o espírito da loja. Assim, se é uma loja com espírito divertido, opte por uma decoração inusitada. Mas, se o clima é mais sóbrio, escolha elementos mais discretos.
- O tamanho da decoração está relacionado ao tamanho do produto e ao espaço da vitrine. A decoração não está à venda. Embora possa ser grande, ela não pode parecer mais importante que os produtos.
Por fim, é válido lembrar que um dos objetivos da decoração de Natal é acolher carinhosamente o olhar do cliente. Por isso capriche. Emocionar um cliente através da vitrine pode ser uma excelente oportunidade de conquistá-lo.
autora: Martha Frohmuller
fonte: hobbyart

Destaque
Revista Vitrina e Cia
Imagens com sugestões de vitrinas para o natal, saiba expor seu produto.
Galeria 1
Galeria 2
Buzz Marketing: Sua Marca na Boca do Cliente
sexta-feira | 24. 11. 2006 Categoria: IFDBooks Sem Comentários »

editora: Prentice-Hall
Sinopse:
Em mercados saturados, com pouca diferenciação entre os produtos, o consumidor torna-se, de certa maneira, imune aos velhos truques da publicidade, do merchandising, da embalagem e do marketing. Assim, a divulgação de um produto, uma marca ou um serviço depende cada vez mais da capacidade de inovar da empresa. Uma das inovações que vêm ganhando projeção nesse novo contexto é o buzz marketing, que Georges Chetochine, especialista europeu em estratégia de marketing, trata neste livro com autoridade. Sua análise ágil e consistente do buzz marketing ensina o leitor a identificar quando esse tipo de estratégia é o mais indicado. Sua abordagem privilegia também a utilização de exemplos reais, que enriquecem o texto, tornando-o mais compreensível. Além disso, há uma parte do livro exclusivamente dedicada aos estudos de casos, baseada em experiências realizadas em diferentes países por empresas que encontraram no buzz uma alternativa eficaz para enfrentar situações que pareciam perdidas. Indicada para profissionais que se interessam por marketing e, em particular, por comunicação de marketing, esta obra também é ideal para aqueles que querem aprender mais sobre estratégias e táticas para lidar com o consumidor. Georges Chetochine é um dos mais importantes especialistas europeus em estratégia, marketing e comunicação e é autor de diversas obras nessas áreas. Foi responsável pelo primeiro Certificado de Master em Marketing da França e atuou, durante 14 anos, como professor e diretor de estudos na Universidade de Paris IX Dauphine. Fundou em 1967 o Chetochine Consulting Group e, em 1983, o Instituto Internacional de Comunicação, Marketing e Distribuição, dos quais é o atual diretor. Foi assessor de comunicação do presidente francês Jacques Chirac e apresenta eqüentemente na imprensa francesa sua análise sobre os fenômenos do consumo.
Livros gratuitos ensinam a publicar conteúdo pessoal
sexta-feira | 24. 11. 2006 Categoria: Carreira Sem Comentários »
Conquiste a rede é uma série de quatro livros gratuitos distribuidos em PDF, escritos pelos jornalistas Ana Carmen Foschini e Roberto Romano Taddei. Em linguagem acessível, eles ensinam o usuário a entender e utilizar ferramentas de comunicação e interação pela web, em benefício de sua vida profissional e pessoal.
Há também referências e dicas sobre serviços gratuitos (Windows, Mac e Linux), direitos autorais e legislação na web. São quatro títulos disponíveis para download gratuito:
- Blog
veja dicas de publicação e manutenção e entenda melhor as regras de direito autoral na internet; - Podcast
leia dicas sobre os equipamentos necessários e programas que você pode baixar da rede e descubra mais sobre edição de som; - Flog & Vlog
Descubra os melhores programas para editar fotos e vídeos e leia dicas sobre captação e edição de imagens; - Jornalismo Cidadão – você faz a notícia
um fenômeno que despontou no começo do século e tem dominado a produção
de conteúdo na internet (está ai o Overmundo que não nos deixa mentir).
Descubra o que é necessário para se produzir uma notícia e como é
possível colaborar com os inúmeros espaços colaborativos da internet.
Os títulos estão disponíveis para download nos seguintes endereços:
Qualquer site e instituição podem distribuir a desde que siga as condições estabelecidas pela licença Creative Commons.
Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da FGV e diretor do projeto Creative Commons no Brasil, explica na apresentàção:
“Há uma novidade difícil de ser ignorada. Em todo o mundo, nos países pobres ou ricos, a mídia tradicional está sendo transformada por um competidor que não existia antes. Esse competidor é a própria sociedade. Tradicionais empresas de mídia, do New York Times à BBC, todas estão tendo de repensar seus modelos de negócio e mesmo seu modelo de redação para competir nos novos tempos”.
Segundo Ronaldo, as ferramentas de interação analisadas nos livros são transformadoras e estão por trás destas mudanças. ”Vale notar que a coleção está em sintonia com o espírito de “do it yourself” que está tomando conta das práticas tecnológicas desse começo de século.”
fonte: webinsider
Cartas a um Jovem Publicitário
quinta-feira | 23. 11. 2006 Categoria: IFDBooks Sem Comentários »

editora: Alegro
Sinopse:
Os cursos ligados à publicidade ainda despontam entre os dez mais procurados nos vestibulares brasileiros. Infelizmente, muitos estudantes e jovens formandos costumam se decepcionar ao descobrir que ser um famoso profissional de publicidade é o destino de poucos. Com esse livro, esses estudantes e jovens formandos (e até mesmo veteranos da área) encontrarão um retrato sério e revelador sobre o mundo da publicidade.
Com base em sua ampla e longa experiência na área, Roberto Duailbi discorre, em linguagem acessível, sobre as dificuldades e os caminhos nem sempre glamurosos para se tornar publicitário.
Propaganda Polêmica – Entrevista
quinta-feira | 23. 11. 2006 Categoria: Publicidade e Propaganda 1 Comentário »
Veremos a seguir a entrevista dada por ele ao site Estação da Propagada.

Marcos - Nos casos em que participei, sim. E a campanha da Duloren não foi a primeira. Fiz uma campanha para o Café Canaan, comparando a força do café com a cocaína. O slogan da campanha era “Pó da melhor qualidade”. Essa campanha foi um sucesso absoluto tanto no aspecto comercial quanto no publicitário.
Teve uma outra campanha que criou um barulho enorme na mídia, foi o lançamento das Calças NO, uma linha de jeans masculino. No filme, um ator de batom comenta com a câmera que calça jeans é a mesma coisa, igualzinha, para homem e para mulher. Ele encerra fazendo uma seqüência de perguntas óbvias: “homem tem perna de mulher? Homem tem cintura de mulher? Homem tem bunda de mulher, hein?”.
Foi a primeira vez que apareceu um palavrão na propaganda brasileira. Isso lá pelo meio dos anos 80. A Globo censurou o filme. A mídia caiu de pau em cima da censura da Globo. O cliente ganhou um espaço e uma exposição que ele jamais imaginaria. Outro case de sucesso.
No caso da Duloren, quando iniciei a campanha, esse cliente era o quarto maior fabricante de lingerie do país e, em 3 anos, pulou para a liderança. Saltou de um faturamento anual de 80 milhões de dólares para 140 milhões de dólares. Em 95 a Duloren produzia 1 milhão de peças/ano. Em 96 saltou para 5 milhões de peças/ano. Este ano deve fechar com uma produção anual de 13 milhões de peças. Um sucesso absoluto.
Agências que produzem campanhas polêmicas correm o risco de espantar um target mais tradicional?
Marcos – É importante frisar que a Doctor não é uma agência voltada para a polêmica. O que acontece é que alguns clientes necessitam de uma resposta muito rápida para um investimento infinitamente menor que o dos concorrentes.
Nós temos clientes como o Banco Boavista, o Jornal do Brasil, Sistema Globo de Rádio, etc., etc., que recebem um outro tipo de tratamento criativo. Mas é claro que os mais conservadores têm um certo receio. Fico imaginando o pessoal que fabrica a Maizena aterrorizado, achando que eu colocaria uma mulher pelada vendendo o produto.
Campanhas que utilizam temas como aborto, homossexualismo e miséria podem ajudar a construir uma sociedade menos hipócrita?
Marcos - Não tenho a menor dúvida. Isso aquece a discussão sobre o tema. Fiz um anúncio para a Duloren que trazia duas bailarinas lindas, meio que se roçando. Esse anúncio serviu de bandeira para o primeiro encontro nacional GLS, onde se discutia o direito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Já fiz anúncio com a Roberta Close de lingerie que mostrava o passaporte dela com seu nome e indicação de sexo masculino. Eu criticava a lei que proibia uma pessoa que mudou de sexo não poder mudar de nome num documento oficial.
O anúncio que eu fiz para a Duloren sobre o aborto teve uma curiosidade muito interessante: as portuguesas estavam exigindo o direito ao aborto numa campanha nacional. Nosso anúncio serviu de cartaz nas passeatas em Portugal. Maravilhoso isso, quando um anúncio deixa de ser anúncio e vira uma discussão social.
Os clientes têm uma resistência muito grande a esse tipo de campanha? E os veículos?
Marcos - Posso garantir que clientes que investem em campanhas corajosas, verdadeiramente criativas, obtêm mais resultados. Com relação à censura de revistas, já tive alguns probleminhas.
Teve uma revista que no editorial ensinava a colocar o pênis na vagina e trazia “as mais fantásticas posições de Kama Sutra” e que censurou um anúncio meu. Uma hipocrisia.
Quais as campanhas polêmicas memoráveis que você citaria?
Marcos – A campanhas do Café Canaan, da Duloren, da Diesel e da Benetton. A campanha do Bráulio (Ministério da Saúde), a campanha do Brizola à Prefeitura do Rio, que no momento estamos fazendo e já tá dando a maior repercussão, até porque a maioria das campanhas políticas é muito chata. Só muda a cara, o nome e o número. Nós estamos mudando isso.
fonte: Estação da Propaganda
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