Uma das melhores sensações da vida é gostar de alguém. Passar momentos inesquecíveis com ela, e saber que essa experiência é recíproca. Podendo confiar nessa pessoa e ter a certeza que ela nunca irá te decepcionar.Se por um lado um relacionamento proporciona emoções tão boas, ele obriga que as pessoas envolvam-se nesse processo e que façam suas obrigações. Um relacionamento verdadeiro se baseia em amizade, atenção, confiança e diálogo. Se esses pontos não existirem, esse relacionamento estará fadado ao divórcio.

Para uma empresa conquistar clientes leais que realmente gostem de seus produtos ou serviços, tornado-se fiéis consumidores, é preciso estabelecer um relacionamento emocional entre esses e sua marca. E como todo relacionamento é preciso seguir regras.

Por ser uma mídia de mão dupla, na qual o público não fica passivo diante de sua mensagem, a Internet é um meio que possibilita um contato verdadeiro com seu cliente. Seu público é capaz de interagir com sua mensagem, podendo buscar mais informações e continuar esse contato pelo tempo que quiser. Ao mesmo tempo, a empresa recebe essas informações de seus clientes e responde, continuando o relacionamento e conhecendo mais profundamente essas pessoas.

Para construir um relacionamento recíproco e verdadeiro na Internet é preciso passar por três etapas. Essa metodologia chamada 3C (conteúdo, comunidade e comércio) e se baseia na idéia que todo casamento começa com um contato inicial agradável, uma evolução para uma troca de sentimentos e por último a confiança e o casamento.

1. O conteúdo é a fase do primeiro contato. Ele conheceu seu site e descobriu algo interessante, que prende a sua atenção. Por isso, é preciso oferecer conteúdo que o estimule a retornar e continuar essa relação.
2. A comunidade é a segunda fase, definida quando várias pessoas que se interessaram por seu conteúdo, começam a visitar seu site com maior periodicidade, trocando informações com sua empresa e entre elas. Nessa fase existe o namoro, pois empresa e clientes estarão trocando expectativas e sentimentos, que é a base para construção de um relacionamento verdadeiro e duradouro.
3. O comércio é o casamento, seu cliente confia em você, sente simpatia por sua marca, e tem um diálogo direto com sua empresa. É nesse momento que a empresa pode colher os frutos dessa relação. O cliente está pronto para o comércio, não apenas o e-bussines, com venda de produtos ou serviços pela internet, mas também através da conquista de sua lealdade, satisfação e promessa de amor eterno. Essa relação será a base para aumentar suas vendas e fidelizar seus clientes.

A Internet é uma importante ferramenta de construção de marca e está cada vez mais presente nas estratégias de marketing das empresas. Os gringos chamam isso de e-branding, em nossa empresa chamamos de casamento feliz. E a sua empresa, está preparada para um relacionamento duradouro?

autor: Rafael Andaku
fonte: http://www.e-brand.com.br

Dica da Matéria:
enviada pelo VICO – amigão gente finissima ele ;)

Interatividade é uma palavrinha antiga que recentemente virou sinônimo de modernidade. Se um produto moderno desejar ser mais moderno ainda, basta ser interativo de alguma maneira. É como se o termo fosse uma evolução do novo. Algo que valoriza, realça e legitima a novidade.No meio eletrônico, a interatividade desejada e crescente permite aumentar o relacionamento com o cliente e dificultar a entrada de seu concorrente – outra prática considerada contemporânea. É interessante notar que, apesar de parecer recente, o sucesso na relação com as pessoas sempre se baseou na interação humana. Não é à-toa que o momento mais especial de um culto é a oração. Orar é interagir. Interagir é existir. Existir é ser reconhecido. E ser reconhecido é o primeiro passo para fidelizar. Mas estabelecer uma conexão religiosa (ambição máxima de qualquer programa de relacionamento) definitivamente não é tarefa fácil. É difícil porque exige o consentimento de duas pessoas. Nem todo arsenal do marketing (descontos, promoções, benefícios etc) compensaria a absoluta falta de interesse dos clientes pelo seu produto ou pela sua mensagem.

Estimular transações pode ser o primeiro passo. A coleta honesta de dados aprimora a habilidade de entender o que a pessoa do outro lado deseja ouvir para te dar 5 segundos de atenção. Um erro comum e quase sempre fatal consiste na ausência de foco em sites de relacionamento. Se a necessidade de sua empresa é se comunicar com clientes de maior valor, crie uma estrutura em seu projeto claramente orientada a esse público. Disponibilizar funções para atender clientes médios atrairá clientes médios e conseqüentemente resultará em resultados médios. Em muitos casos a ausência de foco é confundida com excesso de foco.
Preocupados em não desviar a atenção de compra, em sua maioria, sites de comércio eletrônico não apresentam a menor preocupação com branding. Já sites de marcas famosas que vendem online, apreensivos em não parecerem varejo, costumam disponibilizar o link de sua loja virtual em um ambiente escondidíssimo e tímido, ao lado do fale conosco. Regra universal da internet: clientes não compram aquilo que não conseguem encontrar. E também adorariam se o site de sua marca possuísse serviços fáceis de serem visualizados e principalmente úteis.

É preciso persuadir na dose certa. Clientes retornarão ao seu site e darão permissão para que você aumente a interação com eles à medida que o diálogo seja interessante, conveniente e vantajoso. Uma dica importante: quando seu relacionamento avança e amadurece, passe ao seu cliente a percepção de que está prestando um serviço e não vendendo algo. Essa diferença, uma vez notada pelos consumidores, faz sua marca ser relevante e possibilita conquistar e vender muito mais, de maneira indireta e inteligente. Clientes online são naturalmente mais ativos. Eles constantemente dizem o que pensam, são mais exigentes pela comparação, acesso às informações e oportunidades instantâneas. E se você tiver sorte ou azar (mérito ou culpa), os blogs dos seus consumidores poderão arruinar o marketing de seu produto ou ajudar bastante. Vale dizer: a capacidade dos blogs é muito maior para destruir do que construir. Por isso, não deixe de implementar um programa eficiente de respostas rápidas aos feedbacks colhidos pela central de relacionamento. Vá além, aprenda a medir e analisar o que existe por trás daquela mensagem. Existem códigos que quando abertos criam novos produtos, estratégias e oportunidades de marketing.

Em 90% dos casos, pessoas navegam para resolver problemas e buscar soluções. Até que ponto seu site está preparado para ser eficiente e não desapontar? Até que ponto você deve priorizar esse tipo de foco no seu site? Simples, pergunte ao seu cliente. Para ser leal, o cliente deve ser capaz de desempenhar todas as atividades, transações, encontrar as informações relacionadas e acima de tudo não se sentir burro. Estimule a personalização em todos os níveis relevantes para o ciclo de relacionamento com sua base. Quanto mais exigente, interativo e personalizado for seu cliente, maior será sua chance de agarrá-lo e fidelizá-lo. Dependendo do tíquete médio e capacidade de defender sua marca, identificar e investir nesse internauta pode representar um excelente negócio.
Facilitar a vida das pessoas e ser criativo inovando com serviços inteligentes, além de não desvalorizarem sua marca, criam uma barreira natural que dificulta a valorização de seu concorrente.

Marcas do futuro serão reconhecidas pela sua capacidade de estarem presentes em todos os canais e pontos de contato com o consumidor. Uma estrutura de relacionamento inteligente interage entre si e antecipa necessidades. Lojas devem levar clientes ao site. Sites devem levar clientes à loja. Marcas fortes terão serviços fortes. Marcas modernas serão interativas.

autor: Rafael Payão
fonte: http://propmark.terra.com.br

Outro dia me peguei pensando o que seria mais valioso para quem compra serviços de inteligência de marketing, se é a criatividade ou um planejamento bem feito. Cheguei à conclusão de que um não vive sem o outro, e os dois fazem parte do processo criativo.Para analisar melhor esse processo, foi necessário aceitar de uma vez por todas que, sem criatividade, nossos produtos não chamam a atenção de ninguém, não são comentados à noite dentro de um bar, não levam ninguém a mandar um spam e, pior, ficam a mercê do humor do mercado. Então, vamos imaginar uma situação real para o mercado brasileiro: a falta de verba.

Essa escassez de recursos se deve principalmente ao fato de que, mesmo com o passar dos anos, o valor destinado à comunicação pelas empresas sofreu uma sensível diminuição de percentual destinado, enquanto que a tabela de veiculação nas mídias impressa, eletrônica, virtual e extensiva acompanhou o aumento imposto pelo nosso regime econômico, ou seja, sempre maior do que o crescimento apresentado pela produção nacional, salvo uma ou outra exceção pontual. Portanto, saber aplicar a verba atualmente tornou-se fator competitivo para as empresas. Ponderar custos quando se tem pela frente a intangibilidade do processo criativo é querer fazer um cálculo sem usar matemática.

Então, vejam, neste mundo de números e investimentos administrativos, surge a criatividade, que, com pouca verba, pode diferenciar um bom planejamento e trazer à tona os produtos de seus clientes, e com isso criar recall. O criativo é aquele que acorda a fênix que existe em cada um de nós e coloca o lado resiliente para funcionar. É nas menores verbas que encontramos os cases mais promissores, as melhores sacadas e os exemplos a serem copiados.

Se a criatividade é fator primordial para o sucesso, qual é a importância do planejamento? O planejador pensa além da idéia, pois tem que encaixá-la em um curto espaço de tempo, estudar todas as possibilidades, visualizar as dificuldades antes de ter a euforia da descoberta do caminho. Para isso, é preciso analisar e conhecer bem o produto.

Todo bom planejador deve ser criativo e um pesquisador incansável, como Sócrates (“só sei que nada sei”), e fazer disso um tratado de vida. Entender as pessoas, não desprezar pontos de vista, reconhecer no mais simples e rudimentar dos mortais uma fonte inesgotável de informação.

O planejador precisa traçar metas e visualizar onde se quer chegar e isso leva tempo. É como num jogo de xadrez: é preciso ter raciocínio, estudo e coragem.

Outra dádiva do pensamento do planejador é saber como chegar no melhor lugar possível. Afinal, nem sempre o topo da montanha é o que possibilita uma visão mais ampla. Às vezes, chegar ao topo significa vulnerabilidade, colocando a marca, por exemplo, numa situação sem controle.

A escolha do caminho certo garante a eficácia da veiculação do produto por longo período, pois nem sempre a estratégia mais rápida para atingir o objetivo é a correta, impedindo que o produto alcance o sucesso almejado.

Mas o que significa um planejamento de longo prazo? O pensamento de longo prazo é imprescindível, porque evita um investimento financeiro desnecessário ou ações que desaparecem instantaneamente, já que ninguém irá se lembrar delas. Só serviu para conter a ansiedade do cliente, mas sem nenhuma repercussão para ele.

O bom planejador é aquele que direciona de maneira eficaz sua estratégia de comunicação e, assim, evita o desgaste do produto e não coloca seu cliente em desvantagem no mercado.

Afirmo que a ótima propaganda ainda existe e não tem prazo para deixar de existir, principalmente se as empresas souberem o que estão comprando: uma equação perfeita entre o planejamento criativo e a criação bem planejada.

autor: Maria Elisa Cappellano
fonte: http://portaldacomunicacao.uol.com.br

Oi pessoal tudo bem ? vim agradecer a todos os votos dados para chegarmos ao TOP IBEST, infelizmente não conseguimos chegar ao TOP3 – pelo q vi no por lá – masss não tem problema – fomos TOP10 IBEST 2006 e isso já vale muito para o reconhecimento do trabalho do IFDBlog.Muito obrigada a TODOSSSS que fizeram parte desta mobilização de voto… até a próxima!

Ah e curtam o blog ele é feito com carinho pra vcs….

Será que, apesar de 55 por cento dos lares brasileiros, hoje, serem chefiados por mulheres, elas estão sendo corretamente focadas e atingidas pelos meios de comunicação, anunciantes e agências de propaganda?Nas últimas décadas, a mulher deixou de ter um papel exclusivamente de dona de casa, para lançar-se na disputa do mercado de trabalho. A propaganda sempre esteve, cautelosamente, um passo atrás dessas conquistas, mostrando a mulher, em seus anúncios, ainda como a responsável pela limpeza e organização do lar. Nos anos 80, a mulher continuava segundo a propaganda dividida entre a casa e o trabalho e a mídia somente passou a tratá-la como um ser em igualdade com os homens nos anos 90, quando o próprio conceito de família (e os papéis da esposa e do marido) passou a ser revisto. Um detalhe curioso: quem, desde o início, procurou captar o interesse das mulheres que se emancipavam e esteve atento ao crescimento desse mercado foram os bancos, os quais, por meio de anúncios diferenciados, convidavam o público feminino a abrir contas em suas agências.

Hoje, no início do século XXI, a mulher trabalha fora sem sentimento de culpa, que foi substituído pelo da frustração, pois é impossível fazer tudo o que se deseja num só dia. Portanto, não há mais limites entre a vida profissional e pessoal e o lazer e a espiritualidade passaram a ser valorizados, bem como a praticidade, pois, assim como os homens, elas carecem de tempo livre. E deixa de ser apenas uma mera consumidora para, conscientemente, passar a questionar o papel de uma determinada marca: o que ela está fazendo pela sociedade? E a cobrar das empresas uma postura de responsabilidade perante a comunidade.

Todas essas mudanças estão trazendo a seguinte indagação: como falar com a mulher de hoje, que tem novos interesses e necessidades? Essa é uma preocupação mundial e nos Estados Unidos, por exemplo, hárevistas extremamente segmentadas, como a Real Simple e a Working Mother, a primeira destinada a mulheres que procuram soluções para simplificar sua vida e a segunda voltada para as mães que trabalham e precisam cuidar dos filhos. Naquele país, grandes magazines dedicam seções inteiras onde a mulher encontra soluções integradas para viver bem, melhor e com mais facilidade.

É fundamental saber o significado das palavras para que possamos nos comunicar melhor. Ele separou cinco palavras como exemplo, que devem nortear programas de comunicação, sejam eles de marketing direto, de marketing de relacionamento ou de propaganda. A primeira é respeito: hoje a mulher é informada e por isso é preciso abandonar o tom paternalista e deixar de comparar o universo masculino e o feminino. Não devemos achar que as mulheres, que estão comprando 50% dos automóveis e 30% das motos comercializados no país, com seu próprio dinheiro, não entendem um discurso técnico. É somente uma questão de se encontrar as palavras certas, enfatizou.

Outra questão: individualidade. É preciso reconhecer os diversos papéis que a mulher exerce na sociedade atual. Saiba com quem está falando e reconheça a sua multiplicidade, aconselhou Rui Piranda. Da mesma forma, deve-se usar a marca para ajudá-la a organizar sua vida, contribuindo para o alívio do stress. Quem fabrica automóveis poderia pensar em acessórios que facilitem o transporte de bebês e crianças, por exemplo. Não só a comunicação tem de corroborar essa nova imagem, como produto e a marca têm de estar juntos, explicou.

Outro fator importante é como a mulher estabelece uma conexão com a marca: isso se dá com mais rapidez e de maneira emocional, pois é emotiva por natureza. Mostre o que a marca faz pela vida dela, pela sua família, com o meio ambiente e com a comunidade, ensinou. Da mesma forma, é preciso estabelecer uma rede de relacionamento entre o fabricante ou fornecedor de serviços e elas, pois essa via de mão dupla irá demonstrar que a marca é confiável.

O marketing de relacionamento com as mulheres deveria seguir a fórmula dos antigos armazéns, onde o dono conhecia suas freguesas individualmente, sabia do que gostavam, separava produtos, facilitava o pagamento e se oferecia para entregar em casa. Temos a obrigação de fazer com que as grandes marcas se comportem da mesma maneira. Temos de estar no caminho das mulheres, pois elas não tem mais tempo de sair do seu percurso, alertou. Uma mala-direta, por exemplo, tem que ser personalizada, com o nome da cliente, com um texto que traga de forma clara tudo o que for relevante. No final, é indispensável que tenha o nome e o cargo de quem assina, pois essa assinatura éque dará o aval de credibilidade.

SOMOS ÓTIMAS… (MULHERES)

Não broxamos…

Não ficamos carecas…

Não sofremos de fimose…

Temos um dia internacional…

Sentar de pernas fechadas não dói…

Podemos usar tanto rosa quanto azul…

Sempre sabemos que o filho é nosso…

Temos prioridade em botes salva-vidas…

Pés femininos têm direito até a fã clube…

Uma greve de sexo consegue qualquer coisa…

Não pagamos a conta. No máximo, rachamos…

Somos os primeiros reféns a serem libertados…

A idade não atrapalha nosso desempenho sexual…

Podemos ir pro trabalho de bermudas e sandálias…

Seguro de automóvel é mais barato para mulheres…

Podemos ficar excitadas sem que ninguém perceba…

Podemos fazer sexo quantas vezes por dia quisermos… -

- E as vezes fazemos mesmo…

Somos nós que somos carregadas na noite de núpcias…

Se formos traídas, somos vítimas…

Se traímos, eles são cornos.

Podemos dormir com uma amiga sem sermos chamadas de lésbicas…

Somos capazes de prestar atenção em várias coisas ao mesmo tempo…

Mulher de Embaixador é Embaixatriz, marido de Embaixadora não é nada…

Mulher de Presidente é Primeira Dama; marido de Presidenta é um zero à esquerda, mesmo que ele seja de direita…

Você não precisa ser perfeita para ouvir assobio na rua…

– Basta pôr uma saia mais curta…

Somos monogâmicas (embora precisemos testar vários homens para achar um que valha a pena)…

Nosso cérebro dá conta do mesmo serviço, mesmo com 3 bilhões de neurônios a menos, ou seja, nossos neurônios são mais eficientes…

Se resolvermos exercer profissões predominantemente masculinas, somos “pioneiras”, mas se um homem resolve exercer uma profissão tipicamente feminina, é bicha…

E por último:

Fazemos tudo o que um homem faz, e de SALTO ALTO!!!




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