Nos últimos anos tenho buscado entender como o cenário do Branding se formou no Brasil. A partir de um exercício constante de observação e dos resultados de minha pesquisa desenvolvida no Mestrado em Design da PUC-Rio nos anos de 2003 e 2004, posso fazer algumas considerações a respeito desse assunto, sem qualquer pretensão de esgotar o tema.

Acredito que escritórios ou agências brasileiras de design e comunicação já auxiliavam empresas a construir seus discursos de identidade muito antes da palavrinha “Branding” ser comentada por aqui, entretanto a entrada de consultorias internacionais de identidade de marca no país pode ser considerada como um fator bastante substancial na corrida em busca dos conhecimentos de Branding por escritórios brasileiros de design. Adélia Borges em matéria veiculada na revista Projeto/Design de março de 2001, já comentava os efeitos da chegada dessas consultorias em terras tupiniquins.
“Os anos 90 presenciaram a invasão mais temida: as multinacionais do setor, com consciência de marketing, das relações interdisciplinares do desenho e de todas as exigências de conceituação envolvidas no Branding, que são preliminares ao design. Puxando o comboio das estrangeiras, a Landor abocanhou projetos cobiçados, como os redesigns da Varig (e suas coligadas Rio Sul e Nordeste), Bradesco, Grupo Abril, Grupo Santista (Pullman e Sol), Grupo Basf/Suvinil”.

Dois projetos em especial, desenvolvidos pela consultoria americana Landor entre os anos de 1996 e 1997 causaram certo alvoroço entre os profissionais de design do mercado brasileiro, o da companhia aérea Varig e do banco de varejo Bradesco. As manifestações partiram de observações que criticavam o uso de um “alfabeto islâmico” na assinatura “Brasil” da Varig e da polêmica em torno da “árvore” do símbolo do Bradesco. A perplexidade aumentava em torno da especulação dos montantes financeiros investidos nestes projetos, e todos se perguntavam como que os “gringos” conseguiam cobrar tanto por projetos de identidade corporativa. Em um artigo para o jornal Gazeta Mercantil Adélia Borges dizia que fontes do setor alardeavam que a Landor havia cobrado US$ 3 milhões do Bradesco; US$ 1 milhão da Varig e US$ 350 mil por um programa mínimo (basicamente só a marca, sem as aplicações) da Brasil Telecom.

Na janela de oportunidade gerada pela Landor outras consultorias internacionais como a francesa Carré Noir e a inglesa Interbrand (esta instalada até os dias de hoje em São Paulo) foram alguns dos escritórios estrangeiros que aportaram por aqui. Esta “invasão gringa” despertou a curiosidade de vários escritórios de design brasileiros especializados em programas de identidade corporativa, que foram buscar parcerias operacionais com empresas de outros países, como a que uniu a norte-americana Addison (que havia feito o redesign da rede de postos Ipiranga) ao escritório Ana Couto Design, no Rio, em 1998, e a que juntou a também norte-americana Lippincott&Margulies, que já tinha como cliente a Rede Globo, o Cauduro/Martino, em São Paulo, em 1999. (Borges, 2001:108).

No caso da Cauduro/Martino o acordo com a Linpicott&Margulies aconteceu devido à necessidade de se preparar para a concorrência global de outros escritórios. A visão de Marco Antônio Rezende, sócio do escritório, era de que “na área de design gráfico e identidade corporativa, o Brasil podia competir em igualdade de condições com os estrangeiros” (…) “mas em geral as empresas brasileiras não estavam plenamente capacitadas quando se tratava de planejamento estratégico e gerenciamento”.

Em entrevista gravada por mim em 2004, Marco Antônio Rezende confidenciou que já no início dos anos 80, o Cauduro/Martino manteve contatos sistemáticos com a Landor que havia iniciado um processo de expansão global, isso era visto como uma oportunidade para ampliar a atuação do escritório paulista fundado em 1964. Segundo ele, o sentimento de necessidade pela busca de conhecimentos de Branding, veio da vontade “de pensar identidade num sentido mais amplo, a relação com o mercado não ser apenas de design, mas viver efetivamente da marca, da função da marca dentro de um contexto de marca”. Mas o acordo não foi possível, pois a Landor somente aceitaria a parceria caso o Cauduro/Martino fosse incorporado a sua estrutura, ou seja, não seria um acordo operacional e sim uma aquisição que não foi aceita pelo escritório paulista.

Este cenário de transformações do branding brasileiro continuou, e em 2002, a BC&H design, escritório paulista de design se associou a FutureBrand, empresa de consultoria de marca do grupo de comunicação e marketing McCann Erickson, que faz parte de um dos maiores grupos de comunicação do mundo, o norte-americano Interpublic. Paralelamente ao processo de associações várias empresas adquiriram experiência ao desenvolver trabalhos conjuntos com escritórios de Branding do exterior.

Foi o caso da empresa GAD’ Design, do Rio Grande do Sul, que ao assessorar a consultoria inglesa de Branding Wolff-Olins na implantação do projeto de identidade de marca da empresa de telefonia móvel Oi, teve contato com sua metodologia de trabalho que possibilitou posteriormente o conhecimento necessário para conceber o plano de Branding e a fusão das diversas empresas de telefonia móvel do grupo mexicano América Móvil no Brasil, que originou o lançamento da marca de telefonia móvel Claro.

A formação deste contexto provocou modificações incontestáveis no mercado brasileiro de design. Uma delas foi a de que, para amealhar projetos que envolvam grandes quantias financeiras, os escritórios de design no Brasil, precisariam adaptar suas estruturas para oferecer um portifólio de serviços mais extenso para atender as necessidades das empresas.

Dependendo das necessidades especificas de cada projeto de Branding, é necessário contar com equipes interdisciplinares de profissionais ligados às áreas de pesquisa de mercado, administração, marketing, arquitetura, design e comunicação, como uma forma de atender a construção e manutenção de todos os discursos de identidade de uma marca. É evidente que nem sempre é possível contar com essa estrutura internamente, pois os projetos variam em dimensão e complexidade, e para viabilizá-los financeiramente é mais interessante manter parcerias com empresas que oferecem serviços especializados, como os de marketing e pesquisa.

Passados praticamente 10 anos do inicio da implantação de projetos como o do Bradesco, posso afirmar que muitos dos profissionais que questionavam a entrada dos estrangeiros em nosso mercado, talvez não conseguissem enxergar que esses não trabalhavam apenas com abordagens estéticas, e sim tratavam os projetos de identidade de forma mais abrangente envolvendo ações no plano estratégico e gerencial.

O Branding busca esse olhar abrangente e interdisciplinar para a construção da identidade de uma empresa, visando atribuir uma percepção de valor em torno de sua marca, fazendo com que ela seja uma síntese de experiências memoráveis despertadas através de todos os seus pontos de contato com seus diversos públicos, sejam eles funcionários, fornecedores, parceiros, clientes ou a sociedade. Alguns estrangeiros ficaram outros deixaram o país depois que a paridade dólar/real acabou, mas a área se consolidou e o reconhecimento da qualidade e competência técnica dos profissionais brasileiros de Branding por parte das empresas brasileiras ou multinacionais já é uma realidade.

autor: Delano Rodrigues
fonte: Rede Design Brasil

Muita coisa mudou no mercado publicitário de 2002 até hoje. Outras não mudaram nada.

Nos últimos quatro anos fui Presidente do IAB Brasil, associação que reúne as principais agências, portais, sites e fornecedores do mercado de mídia interativa. Então, em vez de fazer um “balanço 2006”, resolvi comentar o que mudou no mercado de 2002 até hoje. Ou não.

1. Taxas de clique
As taxas de cliques em banners em 2002 estavam abaixo de 1%. Em 2006, elas continuam com os mesmo índices. Porém, o que mudou foi o comportamento do consumidor na web. A expressão “navegar” na internet faz cada vez menos sentido e os sites de busca estão entre as principais audiências não só no Brasil, mas no mundo todo. Isso significa que o usuário está mais objetivo e consciente dos recursos disponíveis a ele online. Além disso, já faz algum tempo que as taxas de clique deixaram de ser a principal forma de medir o sucesso de uma campanha online.

2. Banners
Baixas taxas de clique significa que os banners não funcionam? Muito pelo contrário: hoje há diversas pesquisas que comprovam a eficiência destas peças para construção de marca. Sim, apesar de muita gente (ainda) não acreditar, é possível fazer branding online com grande sucesso. Afinal, não é preciso clicar em uma peça para ser impactado, daí todo mundo estar dizendo que a internet será a grande beneficiada com a proibição da mídia exterior em São Paulo, pois irá herdar muita verba.

Os banners em si também mudaram durante este tempo: deixaram e ser apenas um retângulo pequeno na horizontal para ser um retângulo grande – na vertical ou horizontal, um quadrado e, principalmente, foram enriquecidos com áudio, vídeo e as mais diversas formas de animação e interatividade. Daí o aumento de seu potencial para construção de marca. Com certeza essa evolução, junto com a popularização da banda larga, é o que tem atraído mais anunciantes para a internet.

3. Pop-ups e spam
Entra ano, sai ano e tudo fica igual: continuam atrapalhando a vida de muita gente.

4. Formas de remuneração
Aqui, mudanças radicais: em 2002 o Brasil nunca tinha ouvido falar em links patrocinados. Esta com certeza é a grande revolução no nosso mercado nos últimos 24 meses, atraindo para internet uma infinidade de “excluídos do marketing”, que são aquelas pequenas empresas que nunca haviam feito uma campanha e hoje aproveitam as vantagens de se pagar por clique proporcionada pelos sites de busca.

As negociações dos veículos com os varejistas, que sempre tiveram grande destaque no inventário dos portais: tenho ouvido muitos questionamentos se os contratos não deveriam também incluir um percentual relativo ao “branding”, afinal estar 100% do tempo na página de um portal não é para qualquer verba.

5. As agências
Infelizmente quase nada mudou. Basta pegar a lista das 10 maiores agências do país para constatar que poucas trabalham a mídia online com consistência para seus clientes. Porém, o que também não mudou (felizmente) é a tradição brasileira em ter bom desempenho na categoria internet em festivais internacionais, em especial Cannes. Pegue as listas dos Leões brasileiros nos últimos quatro anos e você verá a participação sempre importante da internet.

O curioso é que algumas agências “offline” tem tido destaque nessas premiações. Não seria bacana se elas criassem coisas legais para mídia online durante o ano todo e não apenas quando tem festival por perto?

Se considerarmos os planos de mídia que envolvem internet, as verbas continuam direcionadas principalmente para os grandes portais. Ou seja, apesar de todo o discurso da segmentação na hora das entrevistas e palestras, os mídias continuam em sua maioria fazendo o feijão com arroz.

6. Os veículos
Os veículos por sua vez adotaram formatos mais flexíveis, mas ainda colocam limitações no tamanho das peças, o que desagrada os criativos. Apesar de algumas iniciativas, a mídia online ainda não tem um formato padrão definido. Pessoalmente, não vejo vantagem em disponibilizar 50 formatos diferentes para as agências, pois acho difícil rentabilizar todos.

7. Verbas
Desde 2003, quando os investimentos online passaram a ser medidos de forma mais eficiente, o mercado cresce ano após ano. Mas o fato é que as verbas dedicadas à mídia interativa ainda estão aquém do que poderiam ser. Culpa de quem? De todo mercado publicitário, que insiste em manter o status quo estabelecido há décadas.

autor:Marcelo Sant’Iago
fonte: webinsider

A IAB Smartbrief, a newsletter diária do IAB dos Estados Unidos, traz uma matéria muito interessante que enumera 10 tendências a serem observadas em 2007. São elas:

Tendências em grupos de consumidores
1. Alunos recém-formados nas faculdades – o meio online é o melhor para falar com esse pessoal;

2. Mulheres profissionais afluentes – grupo tem crescido com consistência nos últimos anos e está muito presente no meio online;

3. Crescimento da população asiática online;

4. Boca-a-boca – use a internet para criar buzzzzzz;

Na mídia tradicional
5. Páginas amarelas – quer atingir grupos demográficos mais jovens? Reduza o investimento em impressos e aumente a sua concentração em marketing de buscadores. Nos Estados Unidos 28% dos jovens procuram as Páginas Amarelas impressas e 47% dizem que uma ferramenta de busca online é a sua primeira escolha para encontrar algo;

6. Uso simultâneo de mídia – não existe mais audiência de mídia cativa, as pessoas cada vez mais usam a web junto com outra mídia (rádio e TV, por exemplo);

7. O uso conjunto de jornais impressos e na web – anunciantes tradicionais devem migrar parte da verba para a versão online dos jornais para cobrir a parcela da população que as consulta cada vez mais na internet;

No meio online
8. Webconferência – os Estados Unidos têm problema similar ao nosso… viajar é cada vez mais difícil (lá pela segurança antes do vôo, aqui… bem… pela segurança durante o vôo…). As reuniões online são a forma de bypassar a limitação de viagem física;

9. Pesquisa online – não importa se você é um vendedor online ou offline; antes de realizar uma compra o consumidor pesquisa cada vez mais na internet;

10. Ferramentas de busca – precisa falar mais alguma coisa?

autor: Marcelo Marzola:
fonte: Na Medida

Oi pessoal, resolvi publicar isso aqui pra alertar outros profissionais da área, alguns dias atrás no orkut estava sendo publicado a seguinte vaga:

Designer Grafico – Vagas em NEW YORK
Prezados Amigos,Sou gerente de marketing da Karlyn Inc, empresa de eventos sediada em New York, onde estamos recrutando candidatos para trabalharem na elaboracao de uma revista mensal para um de nossos clientes. Caso voce resida na regiao METROPOLITANA de NEW YORK e tenha pleno dominio dos programas Corel, Ilustrator, Adobe photoshop CS e PRINCIPALMENTE Quark Xpress, PageMaker e In design, e tenha experiencia com diagramacao e layout de revistas, por gentileza verifique as observacoes abaixo aplicaveis:

QUALIFICACOES EXIGIDAS:

• JA Estar residindo na regiao metropolitana de New York
• Dominio absoluto dos programas citados
• Agilidade e rapidez no desenvolvimento de trabalhos graficos
• Flexibilidade e integracao para trabalhos em equipe
• Muita criatividade e originalidade, principalmente para elaboracao de capas e Ads

Caso possua as qualificacoes supramencionadas, voce esta a um passo de poder se qualificar para uma das 4 vagas.

MUITO IMPORTANTE: Nao perca seu tempo caso voce nao se enquadre nos quisitos supramencionados. Principalmente no quisito ja estar residindo na area metropolitana de NEW YORK.

Voce podera entrar em contato conosco enviando seu curriculo para o e-mail: xxxxxxxxxxxxxxx e apos averiguacao e comprovacao de suas informacoes voce podera ser contatado pelo Thiago ou Fernando no maximo em uma semana.

Obrigada por sua compreencao

Patricia kuller

Como sempre suspeitei desta vaga q foi publicada não só na comunidade q tenho como em tantas outras tanto da área de design, como publicitarias e outras sem o menor vinculo com a vaga, fui averiguar as informações passadas:

1. O nome da empresa não existe em nenhuma lista de agências em NY

2. Indagada sobre a empresa e outros detalhes, a menina que publicou a vaga apenas pediu para enviar meu folio e que outros detalhes eram passados por msn ou email

3. pelo msn dado por ela karlynMedia@km.com, logicamente tentei entrar no site km.com, sem sucesso

4. Um usuário do orkut foi no registro deste site e conseguiu as seguintes infos:

KM.com é de uma importadora situado na Virgínia (Herndon)DONO DO DOMÍNIO:
K and M Imports
ATTN: KM.COM
c/o Network Solutions
P.O. Box 447
Herndon, VA. 20172-0447

Domain Name: KM.COM

Administrative Contact:
Yamaguchi, Roger bk4uv9zb2jq@networksolutionsprivateregistration.com
K and M Imports
ATTN: KM.COM
c/o Network Solutions
P.O. Box 447
Herndon, VA 20172-0447
570-708-8780

5. Acabei entrando em contato com algumas pessoas que enviaram o folio que tiveram retorna da tal empresa, agora vamos ao que a empresa Karylin Inc propõe:
Dizem eles que a EMPRESA que na verdde é um pequeno escritório em NY, onde 2 brazucas (Thiago e Fernando) e 1 judeu são donos do local e consequentemente da EMPRESA , depois de toda lábia passada no candidato sobre a empresa eles falam:

Olha gostamos muito do seu portfolio, você quer se candidatar a vaga, faremos um teste q consiste no seguinte: você fará uma revista de 80 paginas se gostarmos você será contratado.

Esta revista de 80 paginas, segundo eles, tem tiragem de 10mil exemplares colorida e capa dura e chega ao consumidor final a 3 reais: Karylin Magazine

E o pior que tem gente ainda caindo nessa, onde já se viu um teste desses? quer contratar, veja o portfolio faça uma entrevista e acabou,teste de 80 paginas??? quer dizer q se faz as 80 paginas entrega de mão beijada e ai depois se estiver bom eles contratam. FAÇAM O FAVOR!!!!!!!

Alertem a todos, quando virem esta vaga pela net ou mesmo em alguma comunidade no orkut ALERTEM os membros e o dono da comunidade para que ele possa tomar as devidas precauções, postem o link que tem todo o desenrolar do q foi averiguado sobre a vaga e a empresa.

Agora a menina que dizia as 4 ventos que era GERENTE DE MARKETING DA KARYLIN, esta deletando a vaga de varias comunidade que ela tinha divulgado e esta entrando em outras e postando novamente sobre a tal vaga, então fiquem espertos.

O orkut ja tomou as devidas atitudes e deletou o perfil de quem estava divulgando a tal vaga (Patricia Kuller), mas infelizmente esta pessoa esta abrindo outros perfis fakes e continua com a trapaça, além de importunar algumas pessoas que a denunciaram, vejam um scrap mandando por ela:

Vcs sao uns amores.. adorei conhece-los. Ninguem vai liquidar nosso
escritorio. Pra começar: Voces tem dinheirp pra pegar um voo e vir a NY
??? dinheiro para pagar hotel ?? advogados e muita grana pra bancarem
??? pq nao param de apurrinhar a vida dos outros ??? ja conseguimos
muitos candidatos que nao cairam no golpe de voces. Ja foi explicado o
que voces pretendiam abortar nossos projetos e sabemos quem foi essa
“tal” pessoa que possuimos seu CV com seu endereço e tel aqui de NY.
Começaremos por ele, levantando se sua situacao esta legal nos USA e
que tipo de visto ELE possui. Aqui quem manda é quem tem dinheiro,
coisa que duvido que alguem que fica o dia inteiro em orkut bincanddo
de pega-pega tenha. Aqui ninguem brinca em NY, pq tempo é dinheiro.
Agora dinheiro nao fala, dinheiro GRITA e se me sentir na necessidade
de correr atras de um de voces, pode ter certeza que dinheiro FALA e
GRITA alto ai no brasil. Quem sabe numa dessas minhas viajens eu nao
faço um sorteio ramdomico e uma visitina a vc.

Além deste a pessoa que divulgava mandou outros scraps a outros usuarios que também desconfiavam da vaga:

Vcs acham que acabaram com nosso ganha pão, ta cheio de gente trouxa ainda que vem aqui, hoje mesmo passaram 3 entrevistados que vão fazer nossa revistas kkkk vcs não conseguiram o que queriam. Largue do nosso pé vou infernizar sua vida, porque o que manda aqui é dinheiro.

Para ver os dados que achamos da empresa e como era a entrevista que faziam, além de outros scraps que comprovam que realmente a vaga e a empresa são pura fraude, basta clicar aqui

FIQUEM ATENTOS, nunca caiam em anúncios de vagas que prometem muito,que não dão detalhes e pricipalmente aplicam testes, sempre verifiquem o nome da empresa, pesquisem tudo que puderem sobre a empresa que esta anunciando a vaga e antes disto nunca de seus dados antes de ter na mão tudo sobre eles.




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