Talvez você já esteja cansado de tantas dicas de como divulgar seu Web site, afinal, são tantas as opções. Apesar das inúmeras estratégias, ainda existem graves equívocos sendo cometidos. Seguindo a mesma linha de raciocínio de Robert R. Updegraff em seu livro “Óbvio Adams” (livro de cabeceira adotado por vários “marketeiros”), o responsável pelo Web site deve se preocupar em atingir os objetivos traçados pela área de marketing da empresa, através de ações rápidas, racionais e da forma mais simples possível. Mas como fazer isso? É fácil! É só pôr em prática as ações óbvias. Então, você pode dizer: mas isso é óbvio! Realmente deveria ser. No entanto, não é o que acontece na prática. Muitas vezes, as pessoas envolvidas nesse processo não conseguem enxergar o óbvio e agir de forma mais clara e objetiva, preferindo idéias mirabolantes e complicadas que não geram nenhum resultado efetivo.Por falar em efetivo, você sabe o que é ser efetivo? Efetividade é a junção de duas palavras: eficácia e eficiência. Eficácia significa fazer a coisa certa e eficiência significa fazer certo a coisa. Portanto, efetividade é fazer certo a coisa certa. Mas o que isso tem a ver com marketing na Internet? Tudo, pois para alcançar os objetivos definidos, alguns fatores básicos – como por exemplo: informações precisas, planejamento correto, projeto adequado, execução supervisionada e uma constante avaliação dos resultados obtidos – são fundamentais.

A todo instante entram no ar sites dos mais variados tipos, formatos e com diversos objetivos. Muitos até utilizando ferramentas novas e de alta tecnologia. Mas e a efetividade do site? Alguém pensou nisso? Assim como um número crescente de Web sites no ar, existem várias empresas reclamando da falta de audiência, venda, consultas, resultados etc. Algumas delas até mesmo já abandonaram a grande rede. Por que será? Será que os números divulgados em recentes pesquisas não são verdadeiros? Onde estão os clientes? Como encontrá-los? Como atraí-los e fazer com que visitem o seu site? Alguns pontos merecem maior atenção dos marketeiros, a fim de que o objetivo previamente definido pela empresa seja atingido. A seguir, foram listadas cinco dicas “óbvias” que poderão ajudar a fazer do seu Web site um grande sucesso na Internet. São elas:

1 – Cadastramento em mecanismos de busca Todos sabem que esta é uma prática que deve ser adotada. Na maioria das vezes, o cadastro dos sites em mecanismos de busca é feito. Mas será que as informações estão atualizadas? Alguma vez você entrou em algum mecanismo de busca para alterar, incluir ou excluir alguma característica do seu site? Se a resposta for positiva, parabéns! Você é uma exceção. Outra preocupação importante é saber quais são as palavras chaves utilizadas para que seu cliente lhe encontre. Neste caso, o melhor a ser feito é procurar sempre incluir as palavras que realmente reflitam os serviços prestados ou produtos comercializados por sua empresa. Além disso, é importante citar a região que você pretende atender. Caso deseje oferecer abrangência nacional, mencione isso ou insira a palavra “Brasil”. Caso opte por ser regional, o ideal é mencionar o estado ou cidade em que pretende atuar.

2 – Divulgação em mídia convencional É incrível como algumas empresas cometem equívocos gravíssimos, se recusando a investir alguns milhares de reais na Web, seja no próprio desenvolvimento do site ou na sua divulgação. No entanto, estas mesmas empresas gastam milhões em campanhas nas mídias convencionais. Até aí tudo bem, afinal é indiscutível que veículos de comunicação como a TV, o rádio, os jornais e revistas ainda são a maneira mais eficaz de atingir o público alvo. Mas por que não aproveitar esse momento e divulgar o endereço da empresa na Internet? É justamente aí que está o óbvio. O problema é que, apesar de toda essa campanha na mídia tradicional, muitas empresas “esquecem” que já possuem seu endereço na Internet e não o divulgam.

3 – Resposta aos e-mails e consultas em até 24 horas É claro que todos os e-mails recebidos devem ser respondidos. Mas de que forma? É importante que sejam respondidos educada e objetivamente, com um certo toque de marketing. Mas o principal é que precisam ser respondidos rapidamente, no máximo em 24 horas. No entanto, apesar de ser óbvio, a maioria das empresas não está fazendo isso. Na maioria das vezes, os e-mails não são respondidos ou demoram muito tempo para tanto. Em alguns casos, são até mal respondidos. Para resolver este problema, a dica é inserir no site um formulário para consulta no lugar de um simples “mailto”. A partir do formulário, é possível captar os dados necessários – de acordo com o objetivo da empresa -, e ainda formar um banco de dados de clientes, que posteriormente poderá ser utilizado para diversas pesquisas e ações de marketing direto.

4 – Endereço, telefone e fax no Web site É claro que quando você está em um site, é fundamental encontrar o e-mail da empresa ou localizar com facilidade um formulário tipo “Fale Conosco”, como indicado anteriormente. Assim, você pode utilizar a própria Internet para obter alguma informação mais detalhada sobre a empresa, seus serviços, produtos etc. Por isso, é fundamental que informações como número do telefone, fax e endereço físico estejam à disposição do visitante no site. Outra dica é colocar essas informações em lugares estratégicos, ou seja, na primeira página, na página de fale conosco ou onde esteja o perfil da empresa.

5 – Atualização do conteúdo do Web site Para finalizar essas dicas óbvias sugiro que você verifique agora mesmo o endereço http://www.seu_site.com.br e verifique aquela promoção ou informação sobre um produto ou serviço que deveria ter sido atualizada, mas por falha de alguém (que com certeza não é você) não foi feita. É constante o desapontamento do visitante a um site, quando no momento de uma consulta, se depara com a informação desatualizada, tipo: “Promoção de Natal”, “Promoção de Verão”, enfim com uma validade vencida. Neste momento o visitante pode ficar perdido, qual é esse natal? É desse ano, ou do anterior? Que verão? Será que é o próximo ou o do ano passado? Trocando em miúdos, as atualizações das informações devem ser constantes. Essas alterações devem seguir o padrão utilizado para outras mídias. Com certeza você não deixaria ser publicada uma propaganda em um jornal com uma informação desatualizada. Faça o mesmo na Internet. Você verá que seus resultados aparecerão!

materia por: Jameson Rangel

A Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD) elaborou esta relação de “Boas maneiras” para contribuir na estruturação de ações de e-mail marketing. Trata-se de uma série de recomendações que conduzem a uma utilização ética, pertinente e responsável do e-mail como ferramenta de marketing. Estas orientações se fundamentam no respeito aos destinatários das ações e, também, no uso adequado da internet, o que certamente contribuirá para as empresas alcançarem os resultados desejados e construírem um relacionamento sólido e de confiança mútua com clientes e prospects.1 – Ética. Atuar dentro do Código de Ética da ABEMD, que conceitua detalhadamente as boas práticas no Marketing Direto.

2 – Opt in. O primeiro recebimento é muito importante, porque marca o início da relação. É preciso ter permissão para prosseguir o relacionamento, por meio do opt in do receptor, tanto quando ele procura como quando é procurado.
Quando é a pessoa quem procura a empresa, o campo onde é feita a opção pelo recebimento da mensagem deve estar visível e com descrição clara do produto ou serviço oferecido.
Quando é a empresa quem procura a pessoa, tratando-se do primeiro contato deve-se informar como foi possível chegar a ela, explicitar o produto ou serviço oferecido e apresentar de forma visível a alternativa opt in. Se a pessoa não responder o e-mail com essa alternativa assinalada, deve-se entender que não deseja receber novas mensagens.

3 – Opt out. Toda mensagem precisa ter opt out. É prerrogativa do receptor decidir o momento em que não quer mais receber mensagens de determinado emissário.

4 – Uso do endereço eletrônico. Quando houver cadastro prévio, deve ficar claro que o endereço eletrônico poderá ser utilizado para o envio de mensagens comerciais, ou seja, na geração de leads próprios ou, se for o caso, repassado também com a finalidade de envio de mensagens comerciais. E o receptor deve manifestar sua concordância com isso.

5 – Tamanho dos arquivos. Procure sempre limitar o tamanho dos arquivos enviados, seja no corpo das mensagens ou nos anexos. Deve-se ter sempre em mente o público da média inferior em capacitação tecnológica (software, hardware e modalidade de conexão). Sugere-se mensagens no formato txt ou html, este último com tamanho máximo de 12 KB, e que as figuras (gif’s) não estejam anexadas na mensagem, mas sim localizadas em servidor próprio.

6 – Auto-executáveis. Não devem ser enviados arquivos com auto-funcionamento. Os auto-executáveis são arquivos que os programas gerenciadores de e-mail conseguem ler e interpretar, iniciando automaticamente algum processo que não é necessariamente desejado pelo receptor. Essa modalidade de arquivo também torna o sistema vulnerável à transmissão de vírus (voluntária ou não).

7 – Relevância. O consumidor não se incomoda em receber uma mensagem de cunho comercial, desde que seja relevante para ele. Portanto, preocupe-se sempre com o conceito de relevância.

8 – Freqüência. Deve-se preferencialmente oferecer ao cliente que assinale a opção de sua preferência na freqüência de recebimento de informações ou solicitar que ele opte entre as diversas alternativas de periodicidade que lhe são oferecidas. Quando não for possível oferecer que faça a opção, deve-se deixar claro qual a freqüência de envio das mensagens.

9 – Política de relacionamento. É sempre conveniente que se tenha clareza na política de relacionamento adotada, o que pode ser feito por meio de um contrato/compromisso assumido formalmente com o consumidor.

Publicitário vai à praia mas não desliga: presta atenção em um small business com serviços adequados ao contexto, mas perdido na multidão. Os bons resultados só aparecem com a exibição de um banner lá no alto.

matéria por Eduardo Zugaib

Confesso que terminei 2003 um tanto quanto descrente na propaganda, tamanha redução de investimentos durante o ano que se encerrou. Afinal o que mais se presenciou neste mercado foram as reduções tanto físicas quanto financeiras das agências brasileiras.

É uma sensação no mínimo curiosa, ainda mais vindo de um publicitário. Será que os anunciantes ainda acreditam em propaganda? Será que ela ainda funciona? Será que o consumidor ainda acredita na propaganda da forma como ela vem sendo feita? Ou será que ele já está imune às mensagens publicitárias, tamanha superexposição a que é submetido diariamente?

Com a cabeça cheia de dúvidas, desci para o litoral para encerrar o ano de vez, espantar a uruca com um banho de mar e fortalecer a reza para um ano melhor. A mesma idéia de outros milhões de paulistanos, que causou um esvaziamento quase total das cidades do lado de cá da Serra do Mar.

Sentado à beira do mar foi impossível não registrar uma cena rudimentar, simples, e por isso mesmo eficiente. Areia lotada, quiosques fervendo, gente pra lá e pra cá, “atletas” de verão correndo pela primeira vez na vida. E no meio dessa muvuca toda uma barraquinha, onde pai e filhos revezavam-se nas tatuagens de hena feitas na pele branquela da turistada.

Só havia um problema: a faixa que anunciava o produto ali vendido acabava sumindo entre a poluição visual formada por guardas-sol, cadeiras e gente. Muita gente. Um ou outro entrava na barraquinha, folheava os catálogos de desenhos, e na dúvida gerada pela barraca vazia, não arriscava.

Percebendo a modorra que aos poucos tomava conta dos filhos, sai da barraca um pai determinado, carregando um facão, para voltar minutos depois com duas varas de bambu de uns sete metros. Fixa a faixa nas extremidades das varas e sobe o letreiro de seu produto a uma altura onde nada interferia. O resultado? Barraca cheia, gente entrando, ficando um pouco e saindo com uma recordação do verão estampada na pele.

A simplicidade de um humilde caiçara fez com que muitos que ali estavam voltassem a acreditar que propaganda funciona. Para isso, bastou avançar um pouco a faixa.

Alguém já disse (e é bom que diga que não fomos nós) que “idéias são como pássaros”, estão soltas no ar, vez por outra pousam aqui e acolá, ou podem ser capturadas por este ou aquele caçador. Com uma única e grande diferença, ao contrário dos pássaros propriamente ditos, as idéias podem ser capturadas por pessoas diversas, em locais e tempos diversos, ou mesmo num mesmo lugar e ao mesmo tempo, numa contravenção às leis da física.

A propaganda não foge a essa realidade. Por mais especiais que se achem (e talvez sejam mesmo) os publicitários, eles poderão capturar idéias já antes capturadas por outros.

É preciso que se entenda que criatividade não é sinônimo de originalidade.

Aliás, na maioria das vezes, a criatividade é um exercício sobre o óbvio.

Mas o que dizer quando uma determinada peça ou campanha é “igualzinha” ou muuuiito semelhante a outra, criada e veiculada por outra agência de propaganda? A primeira reação de quem vê ambas é dizer: “Foi uma grande chupada!”. E não são raros os casos em que isso de fato acontece, especialmente quando a peça anterior foi veiculada fora do país ou em algum mercado pequeno e tal, dificultando a descoberta. A chupada tem que necessariamente ser intencional para ser chupada.

Há também os casos em que o uso integral ou parcial de uma idéia acontece de forma espontânea, automática e sem intenção do plágio – são as tais coincidências.

Do que ninguém está livre, até porque somos todos bombardeados diariamente por milhares de informações e referências, não conseguindo processar ou nos dar conta de sua existência, ainda que o cérebro, essa caixinha maravilhosa, registre tudo e despeje, traiçoeiramente, em seus “insights” na hora da criação.

Um cria, outro copia, outro recria…

Nas últimas semanas temos recebido na redação vários casos desses, envolvendo profissionais e agências do Sul. Primeiro foi o de um anúncio da Amauri Import, uma revenda Audi de Florianópolis, criado pela agência BZZ, utilizando as marcas de um copo para formar os famosos quatro círculos característicos da montadora alemã e com o título “Se beber, não dirija”, veiculado durante a última Oktoberfest e Fenachopp, de Blumenau e Joinville. Como fazemos todos os dias, demos a nota sobre a campanha na Adonline. No outro dia recebemos um mail de Jonatas Borges, diretor de Arte da Neovox, agência de Florianópolis que já atendeu a conta da Amauri, reivindicando a autoria da idéia. Segundo ele, a Neovox criou um back-light para esse cliente, em maio de 2001, usando o mesmo efeito visual de marcas de copos imitando os quatro elos da Audi, com o título “Tem sempre alguém sonhando com um Audi”.

A peça, que não chegou a ser produzida, ficou com o cliente. Chupada ou coincidência?

Dois casos envolvendo agências e profissionais gaúchos. Um anúncio, criado e veiculado pela SLM/Ogilvy para o seu cliente CarHouse Toyota, com o título “Pneus que não deixam marcas no asfalto. Deixam autógrafos.”, guardava extrema semelhança com um criado e veiculado um mês antes pela Paim Comunicação para o seu cliente Kaizen RS (revenda Honda), que dizia: “Não deixa marcas no asfalto. Deixa autógrafos.”. Chupada ou coincidência?

Um outro anúncio, este criado pela Competence para a GuaibaCar, mostrava a imagem de um labirinto cortado na diagonal, dando a idéia da facilidade na aquisição do carro novo.

A mesma imagem, ou melhor, muito semelhante, foi utilizada pela Itidan em um anúncio criado para o seu cliente Coplasul, de Caxias do Sul, veiculado, um mês antes, no jornal O Pioneiro. Chupada ou coincidência?

Fica difícil avaliar, porque é algo que acontece no foro íntimo da criação. Mas, como em tudo na vida, é preciso usar o bom senso para poder formar um juízo a respeito. E, para isso, é preciso, necessariamente, se levar em conta o nível dos profissionais e agências envolvidos, o histórico de ambos e a singularidade da idéia, e se perguntar “o que esse profissional ou esta agência ganharia copiando essa ou aquela idéia?”.

Em relação aos profissionais gaúchos é possível garantir que foi apenas coincidência, pois convivemos diariamente com todos eles. No que refere aos profissionais de Santa Catarina nada nos leva a pensar de outra forma, embora não exista o convívio diário, acompanhamos já há alguns anos o desenvolvimento daquele mercado e de seus profissionais e não é de se suspeitar que fossem utilizar deliberadamente idéias alheias. Se notarmos, nos três casos que apresentamos aqui as idéias são muito pertinentes e naturais de serem utilizadas para tais e tais clientes, em tais e tais situações.

No caso, por exemplo, da peça criada pela SLM/Ogilvy, a semelhança é tão grande que ela própria serve de defesa para o criativo Dudu Vanoni, que, diga-se de passagem, tão logo soube do ocorrido ligou para o Telmo Ramos, da Paim, e se desculpou pela falta de atenção.

Telmo entendeu e acrescentou em defesa do colega: “Em um mercado pequeno como o nosso, ninguém pode estar copiando os outros deliberadamente”.

Penetration, permission, personalization e profitability são os quatro Ps do marketing interactivo. Otimizá-los torna-se fundamental para as empresas que pretendem basear-se na web ou complementar a sua presença offline com a online. Sem uma boa penetração online, o seu site não terá visualizações nem rendibilidade, pois sem visitantes não pode fazer negócio online. A permissão e a personalização permitem a construção de um relacionamento com os seus clientes e potenciais clientes. Saiba como tudo isto acontece.Penetração
Nos primórdios da internet, os utilizadores contavam em grande escala com a ajuda dos portais ou apontadores, que os guiavam na tarefa de navegar, dizendo-lhes onde estava a informação de uma forma simples e rápida. Por este motivo, os portais (ainda hoje) aglomeram uma grande percentagem da publicidade online, sendo que os sites mais especializados vêm os seus potenciais anunciantes fugirem para os ditos portais generalistas.

O que acontece é que estes portais conseguem ter maior tráfego do que algumas publicações mais especializadas, até porque todos (ou quase todos) fornecem também o acesso à web.

Mas, no futuro, espera-se que a ajuda dada por estes portais aos internautas comece a ser cada vez menos necessária, pois os internautas começam a ser experientes e deixam de ir ao portal sempre que acessam à web, teclando diretamente o caminho pretendido.

Tendo isto em conta, os sites especializados necessitam aumentar a sua penetração na web, tendo a certeza de que cobrem todo o nicho de mercado a que se destinam. Podem não ter tanto tráfego como os portais, mas necessitam de uma penetração máxima dentro do seu público-alvo.

Só com esta penetração máxima dentro de um target podem conseguir resultados em termos de venda de espaço publicitário ou de comunicação online.

Para além disto, na web abundam recursos e existem milhares de páginas à disposição dos internautas, o que leva a que cada empresa tenha de preocupar-se a sério com a sua penetração no meio, para ter visitantes.

Pode conseguir melhor penetração na web se se inserir em comunidades de internautas, se conseguir que vários sites tenham links para o seu site ou ainda se garantir uma presença eficaz nos motores de busca.

Permissão
A internet possibilita o acesso a milhares de pessoas de forma simples e a baixo custo. Muitas empresas aproveitam esta potencialidade enviando mensagens não solicitadas na esperança de que daí advenham futuras vendas ou visitas.

O problema é que na internet as pessoas não gostam de ver a sua privacidade invadida, reagindo negativamente quando vêem as suas caixas de e-mail cheias de publicidade disfarçada de mensagens pessoais.

Este fato levou à criação do marketing de permissão, por oposição ao marketing de interrupção. O marketing de interrupção caracteriza-se por interromper as atividades desenvolvidas pelo público-alvo: interromper o visionamento de um programa de televisão, interromper a leitura de um artigo impresso ou ainda audição de uma emissão radiofónica.

Assim, numa estratégia de comunicação online não deve esquecer-se de que a permissão do utilizador é sempre necessária! Nunca deve enviar mensagens de e-mail não solicitadas ou sem a autorização do receptor.

Pode conseguir a sua autorização através de um formulário no seu site ou mesmo através de um formulário em papel. Deixe que seja o seu target a fornecer-lhe o seu e-mail e não o peça a mais ninguém.

Personalização
Com as possibilidades tecnológicas que a web apresenta, não se justifica a utilização de estratégias não personalizadas. Com a informação que os seus utilizadores lhe dão de si próprios pode conceber estratégias de comunicação adaptadas às suas preferências e necessidades.

Uma estratégia personalizada permite-lhe melhores resultados e um maior índice de sucesso. Faça os seus utilizadores sentirem que os conhece individualmente e que se preocupa com os seus gostos e necessidades.

Rentabilidade
Tal como nos quatro Ps do marketing tradicional, existe um termo que, traduzido não começa por P: Profitability. Ainda assim, a rentabilidade é o que move as empresas e sem ela não é possível servir os clientes.

Como a internet se caracteriza pelo “grátis”, as empresas online têm de optar por modelos de negócio realmente vantajosos para os internautas e que não tenham concorrência “gratuita”.

Em termos de e-commerce, a própria Amazon já deu o exemplo, mostrando que é possível sobreviver apenas vendendo online, se o seu produto ou serviço realmente trouxer vantagens aos internautas.

Obviamente os quatro Ps do marketing tradicional não perderam importância, mas ganharam outros quatro para a comunicação online, os quais não podem, de forma nenhuma, ser deixados ao acaso.

Por: Sílvia Delgado




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