Não deixe que a tecnologia fique entre você e seu publico

Data July 24th, 2008 Categoria Categoria: Design
      

O seu projeto web (portal informacional, B2B, B2C) utiliza tecnologia de última geração e oferece sofisticadas funcionalidades que irão permitir ao usuário grande controle no uso das informações e gerar para sua empresa lucro nas transações realizadas, economia e rapidez.

E se o usuário não conseguir usar o sistema?

A Usabilidade como fator crítico de sucesso

Quanto mais sofisticadas se tornam as soluções web, maior o desafio de garantir que estas soluções possam ser entendidas e utilizadas de forma bem sucedida por seus usuários.

É por isso que a usabilidade deve ser vista como um fator fundamental para o sucesso do seu negócio. Quanto mais efetiva for a experiência interativa do usuário, mais satisfeito ele ficará e maior serão as chances de que ele retorne outras vezes ao site.

A aplicação consistente de métodos centrados no usuário em projetos web poderá permitir:

* Menor custo de desenvolvimento e manutenção dos projetos;
* Maiores vendas e satisfação do consumidor;
* Maior produtividade e eficiência operacional;
* Menor demanda de suporte;
* Menor custo de treinamento;
* Maior retenção dos consumidores;
* Maior valor agregado a marca.

Treine o seu site para atender bem a seus clientes

Os funcionários da sua empresa são treinados para atender bem a seus clientes e ajudá-los a obter as informações que desejam. Na internet, o próprio site é responsável por este atendimento. Se os usuários tiverem dificuldade ou não conseguirem localizar a informação ou produto que desejam, na primeira vez que visitam o site, talvez eles não voltem, afinal, usuários insatisfeitos podem se tornar clientes de outras empresas (ver Retorno de Investimento).

Usabilidade mede a eficácia, eficiência e satisfação com a qual usuários podem atingir objetivos específicos em um ambiente particular

Vamos ver cada um dos três componentes da qualidade de uso de interfaces mencionados:

Eficácia

O usuário conseguiu completar a tarefa que se propôs?

Ele conseguiu achar o produto ou informação que precisava?

A capacidade do sistema de suportar e direcionar o usuário a completar sua ação interativa, pode significar a diferença entre o sucesso e o fracasso de um projeto web

“75% dos entrevistados abandonam o carrinho de compras sem finalizar a compra.” (Bizrate.com, 2001)

Eficiência

Quanto tempo o usuário levou para localizar uma dada informação ou produto?

Quanto tempo ele levou para preencher o formulário?

Usuários podem abandonar um site caso o tempo percebido para localizar uma informação esteja acima do esperado.

“Mais de 83% de usuários de internet abandonam um site se eles sentirem que serão necessários muitos cliques para achar o que procuram.” (Arthur Andersen, 2001)

Satisfação

A satisfação do usuário com o site também está diretamente relacionada a sua capacidade de prover uma experiência interativa relevante. Como conseqüência, a credibilidade do projeto é reforçada:

Proximidade com o real
Facilidade de uso
Competência
Confiabilidade
Personalização
Implicações Comerciais
Amadorismo

Como e quando usar?

A usabilidade deve ser vista como uma prioridade estratégica contínua devendo fazer parte de todo o ciclo de desenvolvimento de um projeto web.

Ao detectar problemas relacionados a usabilidade durante as fases iniciais do projeto, o custo e o tempo necessários para a sua correção são infinitamente menores do que se forem percebidos apenas em sua versão publicada.

“Uma vez que um software esteja em desenvolvimento, corrigir um problema pode custar até 10 vezes mais do que corrigir o mesmo problema no design. Caso o software tenha sido lançado, este custo pode ser de até 100 vezes.” (Gibb, 1998)

Conclusão

Projetos Web devem poder refletir os requisitos estratégicos, criativos, técnicos e de conteúdo pré-estabelecidos. Para que o resultado do projeto atenda de forma precisa esses requisitos, o seu desenvolvimento deve estar baseado em um sólido conjunto de práticas - processos, métodos e técnicas - que irão garantir que todos os objetivos propostos sejam atingidos dentro do cronograma e do orçamento estabelecidos.

Dentro desse contexto, a aplicação de práticas e princípios de design centrado no usuário é percebida como um dos fatores críticos na valorização de aplicativos e sistemas Web ao otimizar e validar o próprio processo de desenvolvimento e proporcionar experiências interativas mais efetivas e consistentes para os usuários finais do projeto, seja na localização de informações de forma rápida e fácil seja na realização de transações comerciais seguras e efetivas.

fonte: Usabilidade Brasil

Veja também
Marketing pessoal feminino
Finalmente :-D


|

Confira estas Dicas:
IFDBooks     IFDescontos     IFDShop     IFDVitrine

Branding x Marketing

Data July 21st, 2008 Categoria Categoria: Marketing
      

Ricardo Guimarães, presidente da Thymus Branding, diz que na definição da Fundação Nacional Pela Qualidade (FNQ), de seu Modelo de Excelência e Gestão, “Empresa é um sistema vivo integrante de um ecossistema complexo, com o qual interage e do qual depende”.

Esse é um importante ponto de partida para entender as diferenças e complementaridades do marketing e do branding. A visão corporativa e a visão de marca têm de fazer sentido para todos os stakeholders envolvidos com um setor, segundo Ricardo.

A Apple se construiu sob a filosofia de que “o homem não deve se render às máquinas”, criando a missão de fazê-las cada vez mais fáceis de serem utilizadas. É um verdadeiro caso de diferenciação, palavra muito usada em planejamentos estratégicos, mas que, em geral, ficam vazias em sentido.

O branding bem sucedido não necessariamente envolve o nome de uma marca. “Se mudássemos o nome da Google para qualquer outro nome, mas avisássemos as pessoas com um tempo de antecedência e mantivéssemos os produtos do mesmo jeito, os serviços com a mesma eficiência, não haveria grandes danos para a corporação.”

Isso se deve ao branding. Trata-se de uma abordagem de gestão que busca aumentar a percepção de valor da marca junto a todos os seus públicos de interesse.

Enquanto o marketing fala de imagem e comunicação, o branding trabalha com a cultura, o jeito de fazer e a identidade de uma empresa.

fonte: Portal HSM On-Line

Veja também
Marketing e branding
Métricas de branding: como medir o impacto no seu site


|

Confira estas Dicas:
IFDBooks     IFDescontos     IFDShop     IFDVitrine

Conheça o Anexo “C” das Normas-Padrão

Data July 21st, 2008 Categoria Categoria: Publicidade e Propaganda
      

Estão devidamente concluídas todas as revisões e definições do Anexo “C” das Normas-Padrão da Atividade Publicitária, elaborado pelo Cenp (Conselho Executivo das Normas-Padrão). Em síntese, o novo documento, ao qual o propmark teve acesso, regulamenta o pagamento de BV (Bonificação de Volume) feito por veículos a agências de publicidade e tem o objetivo de vetar a atuação de bureaus de mídia no mercado brasileiro. Os bureaus, com forte presença nos Estados Unidos e Europa, concentram a compra de espaços publicitários nos diversos tipos de mídia tirando esta função das agências de publicidade. No Brasil, lideranças publicitárias são radicalmente contra o modelo de trabalho dos bureaus já que o mesmo prejudicaria o processo de remuneração das agências. O novo Anexo “C” deverá ser oficialmente divulgado durante o IV Congresso de Publicidade, que acontecerá na próxima semana, em São Paulo.

Atualmente, as Normas-Padrão do Cenp contêm dois Anexos, o “A” e o “B”. O primeiro trata da estrutura profissional, técnica e dos recursos de mídia das agências. Já o “B” aborda o Sistema Progressivo de Serviços/Benefícios. Leia abaixo a íntegra do novo Anexo “C”:

“Minuta 14.4.08
Anexo C dos Planos de Incentivo
Os normativos dispostos neste anexo referem-se aos planos de incentivo tratados nos itens 4.1.,4.1, 4.2 e 4.10 das Normas–Padrão. Neste documento, as agências de publicidade são designadas simplesmente como agências, os veículos como veículos e os planos de incentivos como incentivos.

1. O incentivo como melhor prática terá como propósito o desenvolvimento do mercado publicitário, a qualificação técnico-profissional da agência objetivando sempre a excelência dos serviços que ela presta tanto a veículos como anunciante.

2. O incentivo é iniciativa unilateral do veículo sendo indevida a inferência externa de qualquer tipo, inclusive do Cenp. Dado o seu caráter de liberalidade, o veículo está livre para configurar o respectivo plano bem como para e não apenas: estabelecer critérios, objetivos, metas, âmbito, metodologia de aferição, duração, condições para habilitação, inclusão e exclusão de agência e estipular os frutos que poderão ser ou não de natureza monetária.

3. O incentivo vincula tão-somente o veículo instituidor e a agência por ele habilitada, sem que dessa relação empresarial resultem ônus para os clientes-anunciantes, os quais, por definição, não são parte dela.

4. As recomendações de mídia da agência basear-se-ão na boa técnica, prevalecendo esta sobre o escopo do incentivo, ressalvado sempre o direito de escolha do anunciante.

5. Os frutos proporcionados pelo incentivo constituem receita operacional da agência a ser regularmente escriturada e oferecida à tributação.
6. É lícito ao veículo e à agência guardar sigilo absoluto acerca do conteúdo do plano de incentivo e dos dados a eles relacionados inclusive perante o Cenp.”

Segundo apurações do propmark, o documento tem assinaturas de representantes de dez entidades, entre elas a ABA, Abap, Aner e Abert.

fonte: Propmark

Veja também
Código de Ética do Marketing Promocional.
Metodologia para criação de identidade visual


|

Confira estas Dicas:
IFDBooks     IFDescontos     IFDShop     IFDVitrine