Classe D é a bola da vez

Data 19 março | 2010    Categoria Categoria: Marketing

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Consumidores com R$ 381 bilhões no bolso passam a comprar cada vez mais

Depois de todas as atenções voltadas para a classe C, chega a hora da classe D. Com R$ 381 bilhões para gastar em 2010 e expectativa de que a massa de renda ultrapasse a da classe B ainda este ano, é na D que o mercado encontra novos consumidores. Com o perfil de consumo diferente de todas as outras classes sociais, já que não pode arriscar e precisa fazer o orçamento render, as famílias da base da pirâmide aparecem como um desafio para o mercado, mas podem ser uma grande oportunidade para as empresas que conseguirem entendê-las.

Com uma cesta de produtos ainda reduzida, se comparada ao consumo das outras classes, esses consumidores estão em ascensão. O número de categorias consumidas passou de 21, em 2002, para 34, em 2009, segundo o estudo Tendências da Maioria, realizado pelo Datafolha/Data Popular e obtida com exclusividade pelo Mundo do Marketing. Entre os produtos que entraram para a lista de compras recentemente estão suco pronto, massa instantânea, detergente líquido, molho de tomate, creme de cabelo e amaciante de roupa. Esse número tende a crescer e não se limita ao consumo de massa.

Em 2010, estes consumidores pretendem adquirir computador, geladeira, moto, carro e viagens de avião. O segredo para vender para eles está em desvendar as diferenças e características desta classe, que muitas vezes se assemelham às da classe C. Saem na frente as marcas que apoiarem este consumidor no momento em que ele ingressa no mercado de consumo.

“O consumidor de classe D está sendo apresentado agora ao universo das marcas. Aquelas que souberem ensiná-lo que marca não é apenas status, mas que funciona como avalista de qualidade de um produto, tendem a ter a fidelidade desse público”, aponta Renato Meirelles, Sócio-diretor do Data Popular, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Venda deve ser assistida
Marcas que usem embalagem ou material de comunicação para orientar estes consumidores estão no caminho certo. A venda deve ser assistida, o que faz com que o papel do autoserviço seja menor na classe D, que prefere comprar em feira livre, no varejo tradicional ou com um vendedor porta a porta, para que receba explicações sobre a melhor maneira de usar o produto.

As categorias que pretendem conquistar o consumidor da base da pirâmide devem investir em embalagens e quantidades de menor desembolso, que deixem o consumidor seguro para arriscar e experimentar novos produtos. Já aquelas que estão consolidadas e são de presença contínua no dia a dia podem apostar em embalagens tamanho família, que tendem a ser mais econômicas.

Para as marcas de consumo de massa, a classe D é o segmento em que as chances de faturamento são maiores. “É um mercado muito grande, o que para os bens de consumo de massa é fundamental. Tem muito mais gente na classe D do que na A e na B”, conta Meirelles (foto). Atualmente, são 71,3 milhões de pessoas que recebem até três salários mínimos. Até novembro de 2009, 30% da classe D havia migrado para a C, enquanto 55% mantiveram a mesma posição e apenas 15% caiu para a E. “O que a classe C for crescer virá da classe D, eles são os emergentes dos emergentes”, explica Meirelles.

Mulheres respondem por 43% do orçamento
Programas como o Bolsa Família são algum dos responsáveis por impulsionar o consumo entre essas famílias. Outro fator importante é o aumento do salário mínimo. O último reajuste, por exemplo, colocou R$ 27 bilhões na economia. Serviços educacionais, produtos de higiene e beleza e itens de informática são interesses que se destacam por serem vistos como um meio para aumentar o orçamento familiar.

De acordo com a pesquisa do Datafolha/ Data Popular, 25% dos entrevistados pretendem matricular seus filhos em escolas particulares. Atualmente, das 5,5 milhões de crianças de até 14 anos que estudam em colégios privados, 19,1% pertencem à classe D. Já o computador aparece como um dos principais bens a serem consumidos este ano, com 33% das intenções de compras. A beleza também é vista como um investimento para se destacar no mercado de trabalho.

Isso inclui as mulheres, que já chefiam 32% das famílias de classe D e respondem por 43% do total de rendimento. “A beleza é importante, pois elas tendem a ganhar mais dinheiro quando se apresentam melhor. A busca pela vaidade está relacionada ao resgate da autoestima, mas também é um investimento para se dar melhor no mercado de trabalho”, explica o Sócio-diretor do Data Popular.

Investir na classe D pensando no futuro
Na hora de se comunicar com este consumidor, a televisão ainda é o principal canal, mas não se pode negar o crescimento da penetração da internet neste grupo. “Este consumidor ainda é medroso para a compra on-line e o cartão de crédito é algo recente, mas a internet como fonte de pesquisa de preço já é um fato”, acredita Meirelles.

Com a consolidação da classe C e a ascensão da D, encontrar a forma ideal para se comunicar com este consumidor é o caminho para o sucesso das marcas que toparem o desafio. “Quem foi pioneiro olhando para a classe C olhe para a classe D. Eles são mais jovens e farão parte do mercado consumidor por mais tempo. Investir no futuro é investir na classe D, seja porque ela migrará para a classe C, ou porque tem mais a conquistar, já que a cesta de produtos é menor. As marcas que entenderem essa oportunidade têm grande chance de serem líderes de mercado no futuro”, aconselha do Sócio-diretor do Data Popular.

autora: Sylvia de Sá
fonte: Mundo Marketing

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Sentidos: armas para conectar clientes

Data 19 março | 2010    Categoria Categoria: Marketing

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Os tempos mudaram. Agradar e fidelizar o consumidor a uma marca vem sendo uma tarefa cada vez mais difícil e desafiadora. Marcas novas surgem diariamente nas ruas e shoppings, e brigam com todas as armas para conseguir um lugar ao sol. Se antigamente as grandes tinham mais vantagens pela sua experiência de vida, maturidade e capitalização, hoje marcas pequenas, exclusivas e conhecidas por poucos também podem ter sucesso pela possibilidade de se relacionar mais intimamente com o consumidor.

Lipovetsky (Luxe Eternel, Luxe Emotionnel) leva essa questão de relacionamento de compra do consumidor ao seu limite: “a busca dos gozos privados suplantou a exigência de ostentação e de reconhecimento social: a época contemporânea vê afirmar-se um luxo de tipo inédito, um luxo emocional, experiencial, psicologizado, substituindo a primazia da teatralidade social pela das sensações intimas”.

As experiências e as sensações são um ponto vital para todos, qualquer que seja sua cultura, ocupação ou classe social. Essas experiências e sensações começaram a ter seu valor percebido e descrito à medida que a sociedade de serviços evoluiu e demonstrou o valor do intangível, e cresceram ainda mais com a passagem para a sociedade do conhecimento, onde o imaterial se sobressai cada vez mais. Dessa forma, o poder de diferenciação para se tornar uma marca exclusiva e especial na mente e no coração dos consumidores está cada vez mais complexo. Caminha cada vez mais para sua composição imaterial, impulsionada pelos sentidos e pelas experiências que as marcas promovem e que permeiam por toda sua atmosfera.

Com tantas opções de estilos e produtos, o consumidor é quem dá as cartas. É ele quem aponta o dedo para onde quer ir e para o que quer comprar, com muito mais sabedoria do que tempos atrás. Para agradar a esse consumidor complexo e exigente, mais do que colocar um produto bacana nas prateleiras, as marcas precisam saber como interpretar suas expectativas emocionais e sensoriais. Saber do que ele gosta, quais são seus principais grupos de relacionamento, suas práticas preferidas, os lugares que frequenta, os cheiros que o estimulam, as músicas que ouve, com que mídias dialoga. É necessário compreender a arquitetura sensorial que o conecta ao mundo da marca. Arte ou ciência, esse conhecimento e as ações dele decorrentes são conhecidas hoje como branding, a atividade de cada marca para entender o universo do seu público e criar elementos que a identifiquem com o seu público, estabelecendo relações por meio de imagens, sensações, percepções e associações.

Para empresas que desejam criar uma estratégia de marca efetiva, tão importante quanto o desenvolvimento do produto está a construção da arquitetura sensorial de sua marca. Sim, estamos falando mesmo dos cinco sentidos, do que podemos, como consumidores, experimentar e vivenciar por meio deles. Aí está uma das principais tendências do marketing: conectar o consumidor pelo cheiro, pela música, pelo visual, pelo tato, pelo sabor. Fazer com que ele, ao entrar numa loja e sentir que aquele cheiro é só dela, a identifique de imediato e, ao mesmo tempo, se identifique com sua personalidade. Assim acontece com os recursos visuais que se constroem nos ambientes da marca, com docinhos e bebidas oferecidos, com os componentes da decoração do ambiente, responsáveis pela interatividade, quase como brinquedos com os quais o consumidor se diverte enquanto faz suas compras, envolvido naquela atmosfera que o deixa se sentindo em casa, e com a qual se identifica inteiramente. Isso tudo, claro, tem que vir acompanhado de boa comunicação, operação de varejo, distribuição, bons produtos, preços competitivos e toda a cartilha que a marca deve ter para fazer um bom trabalho de marketing.

Alguns bons exemplos? Nada melhor do que apontar para as marcas de moda, uma das categorias de produtos mais comprometidos com a verbalização, sem a necessidade de palavras, para apontar a sua personalidade. A Zara é uma delas; por não fazer anúncios ou uma comunicação ativa, aposta no ponto-de-venda, que vem recheado de sensações: quilômetros de vitrinas ao redor do mundo, música, cheiro e ambientes totalmente planejados para dispor seus produtos milimetricamente disponíveis para experimentação e aprovação do cliente, sempre com uma sensação de unicidade e de escassez.

A Osklen, por sua vez, consegue alinhar toda a atmosfera criada nos desfiles aos catálogos de produtos, às viagens publicadas no site e nos anúncios e ao ponto de venda. A atmosfera da grife se verbaliza nas sensações provocadas quando se entra na loja e os produtos, discretamente colocados no entorno do cliente, fazem compreender e, principalmente, vivenciar o estilo despojado que a marca propõe. Uma máquina fotográfica, uma prancha de surf, uma fotografia em branco e preto, que provoca no consumidor a sensação de já fazer parte das cenas da memória da marca – e portanto a relação inversa é verdadeira: as cenas da marca já fazem parte da vida e da memória daquele consumidor.

A Le Lis Blanc sofisticou sensorialmente seu ponto-devenda: sua vitrina é expressiva, sempre tratando de temas que ao mesmo tempo em que anunciam o conceito da marca, aguçam o desejo de experimentar suas coleções. A iluminação ajuda a disposição da loja, formando um percurso atraente e peculiar, o cheiro exclusivo que paira no ar e a música que toca sutilmente, envolvem profundamente o cliente: “essa marca é para mim, essa marca é minha”.

A moda é dinâmica, pede conhecimento, técnica e sofisticação na interpretação dos sentidos. Como a web, que permite escolhas a um simples click, para ser deixada para trás num instante uma marca precisa de não mais do que alguns passos dentro de um shopping center. Apesar de a moda estar fortalecida no Brasil, ainda identificamos problemas de produto e, muitas vezes, um foco totalmente direcionado para eventos e desfiles, que apenas compõem um momento de exposição da marca, mas não realiza a transição das informações apresentadas nas passarelas para as lojas de forma eficaz.

Uma marca forte se constrói com o olhar voltado para o consumidor, sempre. É ele o foco de todas as ações, é ele quem vai comprar. E se o negócio agora é conquistá-lo pelas sensações, é hora de saber qual seu gosto musical, que tipo de perfumes prefere, suas cores prediletas, as histórias que o emocionam ou divertem, os sabores que o excitam e colocar todo esse universo sensorial no ponto-de-venda e em todos os demais pontos de interação dele com a marca. Depois, é esperar pelo sucesso da última coleção.

autora: Luciane Robic
fonte: Mundo Marketing

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Até que ponto chega a incapacidade de um paraquedista de blog

Data 19 março | 2010    Categoria Categoria: Humor

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Mais um post OFF do blog, mas este eu não poderia deixar de comentar aqui para analisar até aonde chega a incapacidade de pessoas que adentram a internet, aquelas que caem de paraquedas em uma página e nem se quer perde tempo em ter atenção ao que lêem, já vai logo fazendo perguntas estúpidas. Hoje recebi um email pelo blog:

Boa tarde,
Primeiramente gostaria de parabenizá-los pelo blog e por todo o conteúdo postado, rico em informações.

Gostaria de saber se existe alguma atualização mais recente da tabela de preços referenciais da AMPRO ou se esta de 2008 foi a ultima que saiu?!

Grato,
Alexandre Oliveira

Bom, alguns que acompanham o blog ou mesmo como sou sabem que acho uma falta total de noção a pessoa ficar pedindo as coisas de outro local, pq pensou eu, no caso, a tabela é da AMPRO num raciocínio lógico o certo seria a criatura ir no próprio site da AMPRO fazer tal pergunta, então prontamente respondi:

Pergunte no próprio site da AMPRO, boa pesquisa!

Voltei a fazer meu trabalho que como sabem este blog é apenas um hobbie pra mim, aliás mantenho sozinha este e outros vários, nos posts onde indico links aqui no IFDBlog deixo isso bem claro e ainda completo com o seguinte texto (aliás texto este que está onde ele procurou a tabela da AMPRO ):

AVISO:
Viu um link quebrado? Não reclame pelo comentário, não comente TEM LINKS QUEBRADOS, pq vou virar e falar DÃ!!! mantenho sozinha este blog e não tenho tempo de ficar revisando linkizinho, então vista a camisa e colabore, indique QUAL link não funciona que deleto na hora ou tento ser pro ativa e busco um substituto pelo google afora, pare de reclamar e querer tudo lindo e perfeito na mão, seja eficiente no comentário COLABORE ;)

Para os leitores mais pro ativos podem pelo link quebrado ver o link raiz do arquivo para download e por si só procurarem o outro caminho do arquivo no proprio site raiz, ou pelo titulo do arquivo procurarem o mesmo no google, como orientado em outros comentários feitos por mim neste post.

……enfimm, fui fazer minhas coisas quando chega o seguinte email:

Vou fazer então a pesquisa que vocês não fizeram!

Seria bom se atualizarem e atenderem melhor os seguidores do blog também, afinal, vocês não sabem quem está solicitando auxílio.

Se o atendimento começa assim, acabaram de perder um cliente em potencial!

Alexandre Oliveira

Fazer a pesquisa que não fizeram?!?! :D é pra rir né, você acha realmente que eu tenho tempo pra ficar atualizando os links de mais de mil posts deste blog? geralmente eu conto com a ajuda de leitores pró ativos que no caso fica bem claro que você não é, você é mais um que caiu de paraquedas neste blog, não lê e se lê não presta atenção e ainda acha que é OBRIGAÇÃO de um blog PESSOAL ficar atualizando os links pq lógico o que mais existe neste mundo são seres que não possuem massa cefálica para nem se quer usar um google, e quando usam o tempo deles que poderia servir para pesquisa vão e perguntam sobre algo no local errado! Vou parar de fazer um job de um cliente que me paga, e MUITO BEM para responder alguém que caiu de paraquedas neste blog, uqe pela escrita acha que aqui é uma equipe pra atender o “bonito” que nem se quer raciocinou pra pesquisar mais no google ou no próprio site da AMPRO? Então você acha qe eu deveria parar de fazer o JOB ir até o site da AMPRO ver se eles tem a tabela só pq ou este blog não ta atualizado, eu ganho o que com isso? FAÇA-ME O FAVOR!

Alexandre de verdade você me fez rir e muito, você acha que realmente alguém que pesquisa por uma tabela referencial de preço de trabalho pela internet é um cliente meu em potencial, mesmo se fosse te responderia da mesma forma, a maioria está acostumado com quem baixa a cabeça né, sorry mais eu não sou assim, costumo fazer questão de ter clientes bem mais inteligentes do que a maneira a qual você se apresentou e da forma a qual escreve demonstrou que mal visita este blog achando que é mantido por uma equipe (vide o plural que usa).

Desculpem a todos por este meu desabafo, os erros de digitação que sei que cometo constantemente, mas realmente não tolero pessoas incapazes e que acham que é OBRIGAÇÃO de um blog PESSOAL ficar atrás de informações e atualizar constantemente os links expostos, a obrigação é da associação AMPRO de manter no site DELES as informações atualizadas, uma vez que eles ganham pra isso….ah e o pior vem dar idéia que perdi um cliente em potencial, me poupe!

Mercado já tem pessoas demais como você, prostadas, que ficam sentadas esperando a resposta vir pronta por email. Alexandre, seja mais pró-ativo!

AH,  dica de leitura para algumas boas risadas: Comunidade Mendigos do Orkut, a comunidade é um desabafo contra os parasitas, preguiçosos e oportunistas que infestam as comunidades (sites/blogs também).

UPDATE 17:40 (a criatura respondeu)

Legal! Bem educado da sua parte.

Primeiro. Não falei que vc tinha obrigação alguma!

Segundo. Ja havia pesquisado no Google e não encontrei, por isso entrei em contato. Que erro.

Quanto a ser um P cliente em potencial… Trabalho no marketing de uma empresa de grande porte e estávamos atras sim de trabalhos web. Com certeza a IFD nao esta e nunca estara nos nossos planos. Vamos postar esta conversa no nosso twiter também, assim como iremos repassar para as outras agencias que nos atendem, associacoes de webdesigners/ webmasters e demais blogs do setor.

Estao todos rindo por aqui também!

Obrigado pela atenção, afinal, ja parou seu trabalho para prolongar esta conversa infantil e inútil.
Atenciosamente,
Seu filho.

Eu esqueço que existem pessoas que se limitam a pesquisa no google e se esquecem de pesquisar no local de origem do arquivo, não da pra exigir muito né…..ops, que erro ;)

Bom, como disse pro Alexandre é bom ele passar a conversa, que demostra a grande incapacidade dele além das associações e agencias (das quais diz ele que atendem a empresa que ele trabalha de grande porte, se atendem pq colocaria a IFD, euzinha que voz escreve, no meio delas né – rs), para agências também de fora do Brasil, afinal, uma empresa de grande porte deve ter agências internacionais que o atendem :D … ah e lembrem-se pessoal no mercado não precisamos de associações e de agências para se ter trabalho, o mercado vai além disso, infelizmente poucas pessoas sabem ;)

E pra não alongar mais a história já estou colocando como spam o email do “Carecao curitiba” carecaocwb@hotmail.com, pois é gente, este sim é o email do ser que trabalha em empresa de grande porte.

Pois é, só rindo :D

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